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TGV: Mota-Engil vai contestar relatório que coloca espanhóis em primeiro lugar Lisboa, 29 Jan (Lusa) - O consórcio liderado pela Mota-Engil vai "contestar" o relatório preliminar do júri do concurso para o troço de alta velocidade Lisboa-Poceirão, que classificou em primeiro lugar o agrupamento da espanhola FCC. "Vamos contestar" o relatório do júri do concurso, disse à agência Lusa o presidente da Mota-Engil Engenharia, Arnaldo Figueiredo, escusando-se a avançar os argumentos que o consórcio vai utilizar. "Estamos a preparar a contestação", disse, rementendo mais pormenores para uma informação que o consórcio vai divulgar hoje. O relatório preliminar de avaliação de propostas da primeira fase do concurso para a construção e manutenção do troço de alta velocidade Lisboa-Poceirão, que inclui a Terceira Travessia do Tejo, classificou em primeiro lugar o consórcio Tave Tejo, liderado pela espanhola Fomento Construcciones e Contratas (FCC), e em segundo lugar o agrupamento Altavia, liderado pela Mota-Engil. O documento foi enviado aos consórcios, que têm até hoje para analisarem o relatório preliminar e apresentarem as suas reclamações. O consórcio Altavia já apontou algumas falhas à proposta da FCC, que garantiu, por sua vez, que a sua proposta respeita "integralmente o caderno de encargos" do concurso. O consórcio Tave Tejo apresentou a proposta com um custo total, a preços de Janeiro de 2009, de 1,87 mil milhões de euros e um custo médio anual de manutenção de 10,738 milhões de euros. Já o consórcio Altavia apresentou uma proposta com um custo total de 2,19 mil milhões de euros e custo médio de manutenção anual de 12,204 milhões de euros. Apresentou-se também a concurso o consórcio ELOS, co-liderado pela Brisa e pela Soares da Costa, que foi classificado em terceiro lugar pelo júri do concurso. In: Lusa
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 836 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Revista de imprensa diária Resumo das notícias económicas mais importantes da imprensa diária CSN admite abdicar do controlo para comprar Cimpor (Jornal de Negócios) A CSN está a equacionar abdicar do controlo da Cimpor para garantir o êxito da oferta pública de aquisição (OPA) sobre a cimenteira. O grupo brasileiro admite reduzir a condição de sucesso da operação, que actualmente impõe a compra de 50% mais uma acção da empresa portuguesa, para uma percentagem mais próxima dos 40%. Défice público vai ser reduzido à custa da receita (Jornal de Negócios) A quebra de despesa com pessoal que surge inscrita na proposta de Orçamento do Estado resulta de uma alteração metodológica na contabilização destas despesas e não de uma redução efectiva de gastos. No relatório do OE, o Governo repete uma forma de contabilização da despesa com pensões da Função Pública (CGA) que adoptou no orçamento de 2009, alargando-a este ano também à despesa com os subsistemas de saúde dos funcionários públicos. Brasileiros da Camargo retiram hoje proposta de fusão com a Cimpor (Diário Económico) Ainda está incerto o futuro da cimenteira. A Camargo retira a proposta, mas não vai desistir: aguarda pelo fim da OPA da CSN, que arranca hoje. Administradores reformados do BCP recusam ficar sem regalias (Diário Económico) Os 14 ex-administradores reformados do BCP vão contestar a decisão do banco. Em causa estão automóveis, motoristas e, no caso de Jardim Gonçalves, seguranças pessoais. A crise voltou a baralhar as contas do Governo para a Segurança Social (Público) O Orçamento do Estado (OE) de 2009 subavaliou fortemente o impacto da crise nas contas da Segurança Social. Quando o defendeu no Parlamento, no final de 2008, contra toda a oposição, o Governo esperava uma maior entrada de contribuições sociais, um gasto significativo com pensões e a manutenção da despesa com o desemprego. Na realidade, aconteceu o contrário. Agências criticam, ministro contra-ataca (Público) As agências internacionais de notação financeira não gostaram do orçamento proposto pelo Governo, mas o ministro das Finanças parece ter gostado ainda menos das críticas feitas por estas entidades. 2010 não é para aumentos: empresas alinham com o governo (i) O frio que se sente actualmente no país alastrou-se para os salários da função pública, começando agora a esticar-se para as empresas públicas e privadas. Os ministérios que tutelam as várias empresas públicas deverão nos próximos dias dar orientações para que a postura de congelamento seja seguida. Esta é, pelo menos, a expectativa dos gestores públicos contactados pelo i com base na política que tem sido seguida no Ministério das Obras Públicas e em particular no sector dos transportes. Gestores. Ataque aos bónus é mais conversa que outra coisa (i) A maioria dos empresários e gestores de empresas ouvidos aceita que a intenção do governo em penalizar mais os bónus da banca e limitar os benefícios fiscais ao rendimento das empresas em geral é uma "boa" medida porque moraliza os administradores do sector privado. No entanto, duvidam que a proposta tenha grande alcance. Arrendamento jovem com mais apoios (Jornal de Notícias) Os apoios ao arrendamento jovem, através do programa Porta 65, podem ser concedidos aos candidatos até 30 anos idade, ficando estes como beneficiários até aos 33. Ter filhos ou deficientes a cargo irá merecer uma majoração de 10% nos apoios do programa. Gasolina encareceu 3,6% e gasóleo baixou 8,3% (Jornal de Notícias) A gasolina 95 foi vendida 3,6% mais cara em Dezembro do que um ano antes, apesar de o preço ter baixado 0,5% em relação a Novembro, revela o boletim mensal de acompanhamento do mercado. Prazos para saldar dívidas alargados (Correio da Manhã) O regime de pagamento em prestações das dívidas tributárias vai sofrer alterações ao nível de ‘timings’, com o objectivo de responder à actual crise económica e financeira, conforme avançou ao CM o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques. Contra despedimento de 114 (Correio da Manhã) Dezenas de trabalhadores da cadeia de restauração e catering Eurest Portugal manifestaram-se ontem junto à sede da empresa, em Lisboa, contra o despedimento colectivo de 114 pessoas. Durão Barroso convence Rangel a avançar (Sol) Durão Barroso convenceu Paulo Rangel a candidatar-se à liderança do PSD, que só aceitou avançar perante o desinteresse de Marcelo Rebelo de Sousa. Entretanto, Aguiar-Branco ainda não tomou uma decisão e Passos Coelho é o único candidato assumido. Banco Insular pagou casa de Oliveira Costa em Albufeira (Sol) O antigo presidente do BPN comprou uma casa de férias em Albufeira, em 2002, por 362.500 euros, mas sem gastar um cêntimo do seu património.   In: Jornal Negócios
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 940 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Camargo Corrêa apresenta hoje a estratégia para a Cimpor A brasileira Camargo Corrêa apresenta hoje a sua estratégia para Cimpor, respondendo assim às exigências da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). A Camargo Corrêa, que apresentou uma proposta de fusão com a Cimpor, foi notificada pela CMVM para que retirasse a sua proposta ou apresentasse uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) concorrente à da brasileira Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). O prazo de 10 dias dado pelo supervisor do mercado termina hoje, dia em que a Camargo Corrêa deverá apresentar a sua estratégia para a Cimpor. Fontes ligadas ao processo disseram à agência Lusa na semana passada, que a Camargo Corrêa estava a "trabalhar em todos os cenários" e que o grupo brasileiro continuava interessado na Cimpor. Além das duas hipóteses apontadas pela CMVM - retirar a proposta de fusão ou apresentar uma OPA concorrente - , a Camargo Corrêa poderá ainda comprar uma posição minoritária na Cimpor ou contestar a decisão do regulador do mercado português. A proposta inicial da Camargo Corrêa previa a aquisição de uma participação "inferior a 50 por cento do capital social e dos votos" da Cimpor, após a fusão, bem como a distribuição de um dividendo extraordinário no valor global de até 350 milhões de euros aos accionistas da cimenteira portuguesa. A proposta tinha como condição a aquisição de uma participação entre 15 e 25 por cento do capital social da Cimpor. A 18 de Dezembro, o grupo CSN iniciou uma disputa brasileira pela Cimpor, quando lançou uma OPA sobre a totalidade do capital da cimenteira. A OPA da CSN sobre a Cimpor decorre até 17 de Fevereiro, oferecendo o grupo brasileiro 5,75 euros por cada acção da empresa portuguesa. A brasileira Votorantim já disse que desde 2008 mantém contactos directos com accionistas da Cimpor para compra de uma participação minoritária na cimenteira portuguesa. In: i
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 997 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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PCP quer "agitar as águas" para garantir obras na Lagoa de Óbidos Preocupado com a falta de intervenção na Lagoa de Óbidos, o PCP das Caldas das Rainha quer "agitar as águas" e dar alguma visibilidade mediática ao assunto. Os responsáveis comunistas vão agora falar com os outros partidos políticos e apresentar uma proposta na próxima Assembleia Municipal, que se irá realizar durante o mês de Fevereiro. O objectivo é conseguir um consenso entre as várias forças politicas para que a iniciativa tenha um peso maior. No entanto, caso não consigam esse entendimento, os comunistas não desistem e adiantam que "se não quiserem ir connosco iremos sozinhos", diz o deputado municipal, Vítor Fernandes. Uma das hipóteses que põem em cima da mesa é fazerem uma sessão pública na Foz do Arelho onde irão debater a situação. Na conferência de imprensa, que organizaram no dia 22 de Janeiro, Vítor Fernandes comparou a história da Lagoa de Óbidos à de uma novela, lembrando que já foram constituídos diversos grupos de trabalho, feitas promessas por sucessivos governos e até um Presidente da República (Mário Soares) mostrou a sua preocupação, mas o problema subsiste. "Desde 1980 até 2005 já se fizeram dez estudos e quatro projectos para a Lagoa e a situação está na mesma ou pior", denunciou o deputado municipal, criticando também o dinheiro gasto nestes estudos sem consequências práticas. Alem disso, consideram que os 15 milhões de euros que custam as dragagens não são uma "verba tão avultada que justifique tantos entraves". Os comunistas lembram que os deputados municipais aprovaram por unanimidade uma moção dirigida ao primeiro ministro onde pediam uma intervenção urgente para o problema e criticam a falta de uma resposta, tanto mais que José Sócrates visitou o distrito de Leiria dias depois "e nem passou pela Foz do Arelho". Para Vítor Fernandes, esta é uma "questão nacional e devia merecer uma posição diferente da figura principal do nosso governo". Ana Rebelo disse estranhar que nos últimos anos "não se viram intervenções de associações ambientalistas e a própria associação dos pescadores e mariscadores não tem mostrado grande movimento no sentido de ver a situação resolvida". Além da Assembleia Municipal, onde a questão já foi levantada por diversas vezes, os comunistas também já mostraram interesse em saber respostas para a Lagoa de Óbidos na Assembleia da República e no Parlamento Europeu. Esta iniciativa integra-se nos compromissos assumidos por este partido durante a campanha eleitoral em debater problemas concretos do concelho caldense, como são o caso da Lagoa de Óbidos, Linha do Oeste e Hospital Termal. Para hoje, sexta-feira este partido organiza às 21h30 um debate sobre a linha do Oeste no auditório da Câmara das Caldas. Linha do Oeste em discussão hoje à noite nas Caldas O PCP organiza hoje à noite uma sessão pública no auditório municipal das Caldas da Rainha para debater a Linha do Oeste. Presentes irão estar Bruno Dias, deputado do PCP na Assembleia da Republica, e António Asseiceira, do Grupo de Trabalho para os Transportes de Lisboa. In: Expresso/ Gazeta das Caldas
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 907 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Lançada petição que reclama requalificação da Linha do Oeste "A linha ferroviária do Oeste corre o risco de desaparecer". O alerta, que nada tem de novo, volta agora a ser lançado na petição "Pela requalificação e modernização da infra-estrutura e pela introdução de um serviço ferroviário de qualidade na Linha do Oeste", lançada em Leiria ao final da tarde da passada terça-feira, dia 26. A iniciativa é de um grupo de cidadãos que se diz preocupado com o estado em que a ferrovia se encontra e conta já com o apoio de personalidades conhecidas de vários quadrantes políticos do distrito, professores, autarcas e empresários. No documento queixam-se que "a Linha do Oeste nunca se modernizou e a CP tem vindo a reduzir serviços, a pretexto da sua fraca utilização". Entre os principais problemas da infra-estrutura apontam "a degradação constante dos padrões da oferta, limitando a frequência a dois comboios/dia", o que, consideram, "apenas tem contribuído para tornar esta linha cada vez mais obsoleta para passageiros, sendo apenas absolutamente residual nas mercadorias". Preocupados, também, com o impacto ambiental, nomeadamente com as emissões de gases com efeito de estufa por parte dos outros transportes, o grupo defende que "é inaceitável que se assista, silenciosamente, ao estrangulamento de uma linha ferroviária, que poderia e deveria ser uma alternativa às várias opções rodoviárias de qualidade, que as actuais auto-estradas A1 e A8 constituem". Por tudo isto, o que se pretende é a requalificação da infra-estrutura, o que passa pela "duplicação, electrificação e correcção de traçado, visando, no futuro, a circulação de comboios rápidos, inter-cidades, de passageiros e um serviço de mercadorias eficiente". O aumento da qualidade do serviço, "com adequados níveis de frequência e conforto" é outra intenção dos promotores, que reclamam a garantia de que "pelo menos entre Lisboa-Leiria, o tempo de viagem (directa) não ultrapasse os 70 minutos", a uma velocidade média de 113 km/h. Por fim, pede-se "um serviço de transporte regular para as cidades, nomeadamente, Torres Vedras, Caldas da Rainha, Óbidos, Alcobaça, Marinha Grande, Leiria, Figueira da Foz". Entre a vasta lista de promotores o destaque vai para alguns dos deputados eleitos à Assembleia da República pelo círculo de Leiria - Assunção Cristas (CDS-PP), Teresa Morais (PSD), Paulo Pedrosa (PS) e Heitor de Sousa (BE) -, para o presidente do Turismo Leiria-Fátima, presidente da Comunidade Intermunicipal de Pinhal Litoral e da Câmara da Batalha, António Lucas, o vice-presidente da Comunidade Intermunicipal do Oeste e presidente da autarquia de Alcobaça, Paulo Inácio e o presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Fernando Costa. Vários professores de pontos distintos do distrito de Leiria, advogados, médicos e deputados municipais compõem também a lista de cerca de meia centena de promotores. Investimento prometido pelo Governo não chega O que o Governo prometeu fazer não chega. É esta a ideia que fica do lançamento da petição, que contou com a presença cerca de três dezenas de pessoas. Para David Catarino, "a polarização de Lisboa e do Norte suga a dinâmica desta região" numa altura em que é crucial olhar para a competitividade entre regiões. A zona servida pela Linha do Oeste deve, neste contexto, apostar na sua centralidade e nos recursos endógenos de que dispõe para se tornar competitiva. Defendendo que "ou se investe na Linha do Oeste ou se extingue esta linha", o presidente do Turismo de Leiria-Fátima acredita que "há milhões de pessoas disponíveis para se deslocarem à procura das diversas motivações que esta região tem". Mas para que isso aconteça, há que apostar nas acessibilidades e o caminho a seguir é a aposta na Linha do Oeste (independentemente de se avançar com o TGV) e nos transportes aéreos, como com a criação de uma unidade aeroportuária na região. E, mesmo em tempos de crise, estes investimentos devem ser uma prioridade, até porque "quando se quer, até há dinheiro". Já o advogado José Alves, que falou em representação da distrital de Leiria do PS, alertou que "é preciso galvanizar mais gente para obter mais apoios", até porque "se a Sociedade Civil não se interessar por isto, Leiria não vai ter Linha do Oeste, até porque os fundos comunitários estão a acabar". Quem também esteve no lançamento da petição foi o professor universitário Moisés Espírito Santo, que destacou a importância de uma iniciativa como esta numa altura em que há tanta preocupação com os transportes ecológicos. Para o professor "o comboio é o transporte do futuro" e a Linha do Oeste tem uma importância acrescida porque "serve cidades prósperas". De acordo com Paulo Inácio, na recente visita do Governo de José Sócrates ao distrito de Leiria, o ministro das Obras Públicas anunciou um investimento que "rondaria os 150 milhões de euros, o que não satisfaz minimamente as necessidades da linha". O compromisso que existe "não é o que esperávamos", afirma o autarca, principalmente se se tiver em conta a importância que a Linha do Oeste já teve, e deveria continuar a ter, na região. É que "no meio das grandes metrópoles existe um Portugal dinâmico". A petição vai estar pelas ruas da região na próxima semana e disponível para ser assinada na Internet. O objectivo é recolher um mínimo de quatro mil assinaturas, de forma que o documento seja discutido na Assembleia da República. In: Expresso/ Gazeta das Caldas
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 869 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Hoje será conhecida a reacção da Camargo Corrêa às críticas da CMVM Teixeira Duarte sondou o BCP para saber se está interessado em vender a Cimpor  O Banco Comercial Português (BCP) foi sondado por representantes da Teixeira Duarte para saber da disponibilidade em alienar as acções da Cimpor que estão no Fundo de Pensões (FP) dos trabalhadores. Por outro lado, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) inquiriu esta semana o BCP para saber o que vai fazer aos 10 por cento da cimenteira detidos pelo FP. Os contactos exploratórios realizados junto do BCP pela CSN foram encetados já esta semana pelo BESI, o intermediário financeiro da siderúrgica na Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Cimpor, admitiu um alto quadro do grupo liderado por Santos Ferreira. O BESI tentou saber qual o destino que vai ser dado aos 10 por cento da Cimpor. Um movimento que tinha sido já realizado antes pela Teixeira Duarte, grande accionista do BCP, e o maior investidor da Cimpor, com 25 por cento do capital. Desconhece-se qual o caminho que a TD pretendia dar aos títulos do fundo de pensões. Mas se comprasse a totalidade teria de lançar uma OPA, pois ultrapassaria 33 por cento do capital. A construtora nacional poderá ter equacionado a aquisição de apenas uma parte da posição. O BCP, contactado pelo PÚBLICO, afirmou que não fala de assuntos que dizem respeito à instituição. Ontem, foi o primeiro dia em que a OPA da CSN chegou ao mercado, tendo-se transaccionado 1,2 milhões de acções, o dobro da média diária. O título encerrou a sessão a valorizar 0,83 cento, negociando-se a 6,10 euros por acção, acima da contrapartida da CSN de 5,75 euros. O período de subscrição termina a 17 de Fevereiro e a siderúrgica tem até dia 12 para rever a sua proposta. Na quarta-feira Ricardo Salgado, líder do BES, defendeu que Benjamim Steinbruk [CEO da CSN] é "muito amigo de Portugal" e afirmou que, embora seja "grande apologista dos centros de decisão nacional", devemos "deixar-nos de posições dogmáticas", pois "os centros de decisão vão sair de Portugal ". A formalização do registo definitivo da OPA da CSN não foi consensual. Ontem, a Cimpor pediu à CMVM que não certificasse o projecto da siderúrgica, nomeadamente, pelo facto de a CSN ter solicitado o registo da OPA sem ter os pareceres das autoridades de concorrência, o que não foi aceite. A Cimpor tem até à quarta-feira para comentar o prospecto definitivo entregue pela CSN. Entretanto, as movimentações à volta da Cimpor aceleraram nos últimos dias com a chegada de representantes dos três grupos brasileiros para ultimar decisões e concretizar contactos. Hoje será conhecida a reacção da Camargo Corrêa às críticas da CMVM à proposta de integração na Cimpor, não sendo de excluir que a construtora venha a retirar-se ou a rever o projecto. Ontem, ao início da tarde, a equipa de advogados da Camargo Corrêa esteve na CMVM. O supervisor considerou o projecto da Camargo uma OPA "encapotada", o que a construtora contesta. Só depois de ouvir os argumentos da Camargo é que a CMVM tornará a sua decisão definitiva. Uma OPA concorrente da da CSN só poderá aparecer até ao dia 9. A Camargo pode ainda optar por negociar fora de bolsa, procurando consensos com outros investidores, o que não é fácil. Por um lado, a soma das posições, mesmo que envolvendo apenas dois accionistas, ultrapassa sempre os 33 por cento, o que exige o lançamento de uma OPA. Mas ao verificar-se uma desconfiança entre accionistas relevantes, qualquer "entendimento" implicará um acordo escrito, colocando de novo a pressão da OPA. O afastamento da Camargo facilitaria a vida à Votorantim, que está de olho na Cimpor desde 2008. A maior cimenteira brasileira já conversou com a Lafarge e a CGD, mas sem concretizar negócio. Ontem, a CMVM informou que não encontrou indícios de concertação entre a CGD e outros accionistas. De acordo com a CMVM, a CGD afirma que um eventual acordo, envolvendo sempre menos de um terço do capital, só acontecerá "na eventualidade de a Votorantim se tornar accionista da Cimpor".   In: Público
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 1201 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Falta segurança nos parques subterrâneos e sete precisam de obras A associação Deco avaliou 23 parques de estacionamento de Lisboa e Porto e "chumbou" 17 ao nível da segurança. Destes, há sete que precisam mesmo de intervenção urgente. Uma equipa da Deco percorreu as saídas de emergência dos parques de estacionamento e deparou-se com a falta de saídas para o exterior ou zona protegida e caminhos longos e confusos. Em caso de incêndio, por exemplo, os locais onde desembocam as saídas podem ser invadidos pelo fumo e as chamas. Em oito parques analisados não foram encontrados aspersores de água automáticos nos tectos, apesar de serem “equipamentos decisivos no primeiro ataque às chamas e que já são obrigatórios em muitos países, como Estados Unidos e Nova Zelândia”. Só seis, dos 23 parques inspeccionados, têm compartimentação nas rampas entre pisos com porta corta-fogo. Já na separação entre a garagem e as entradas e saídas para as escadas e elevadores por vezes apenas há uma porta de vidro, insuficiente para travar a propagação de um incêndio. A Deco refere que “a lei em vigor desde 2009 não obriga as entidades gestoras ou proprietários dos parques construídos antes desse ano a modificar a construção para níveis mínimos de segurança”, mas salienta que “já informou a Autoridade Nacional de Protecção Civil” das conclusões deste estudo e exigiu ao Ministério da Administração Interna que proceda a alterações à lei.  In: Jornal de Notícias
Quinta, 28 Janeiro 2010 | 923 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Valnor investe 2,5 M€ em tratamento de resíduos de construção A Valnor, empresa responsável pela reciclagem de lixo no Norte Alentejano, anunciou hoje ter investido mais de 2,5 milhões de euros em estações de transferência, triagem e tratamento de resíduos de construção e demolição. Em declarações à agência Lusa, o administrador-delegado da empresa multimunicipal Valnor - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, Pinto Rodrigues, sublinhou que os investimentos "já geraram vinte postos de trabalho". De acordo com o responsável, a última estação de transferência, triagem e tratamento de resíduos de construção e demolição/ecocentro a surgir no distrito de Portalegre vai ser inaugurada na quarta-feira, pelas 10h30, no concelho de Gavião. A reciclagem, triagem e valorização de resíduos de construção e demolição pretende contribuir para um melhor ambiente, reduzindo a quantidade de entulhos a depositar em aterro, bem como a redução do consumo de recursos naturais, contribuindo também para a produção de materiais reciclados com baixo custo. A implementação das estações naquela região alentejana está inserida num plano desenvolvido pela Valnor, denominado "Mais Global". "Com a inauguração da estação de Gavião, que contou com um investimento superior a 331 mil euros, o distrito de Portalegre fica completo. Está totalmente abrangido pelo programa", assegurou. "O programa Mais Global teve início em 2007 e, desde essa altura, inauguramos estações deste género em Portalegre, Campo Maior, Ponte Sor, Castelo de Vide e na sede da Valnor, em Avis", recordou. A iniciativa contou com o financiamento da União Europeia, através do Programa Operacional Regional do Alentejo (INALENTEJO), em cerca de 40%. Segundo Pinto Rodrigues, a ideia base deste plano passa por possuir estruturas fixas de recepção deste tipo de materiais (entulhos), numa área reduzida, com uma distância máxima entre si de vinte e cinco quilómetros. "Quem precisar de despejar os restos de uma obra que fez, não tem que andar mais de vinte cinco quilómetros para ter o problema resolvido", sublinhou. Pinto Rodrigues acredita que, no distrito de Portalegre, sejam produzidas 40 mil toneladas anuais de resíduos de demolição e construção, situação que está a ser controlada pela Valnor com a implementação das estações naquela região. "Em 2007, recolhemos três mil toneladas, em 2008 cerca de sete mil e em 2009 recolhemos 12 mil toneladas", disse. "Nós temos vindo a crescer e acreditamos que, actualmente, em que a construção está mais parada devido à crise, estamos a recuperar metade dos resíduos de demolição e construção produzidos no distrito de Portalegre", sustentou. Com a inauguração da estação de Gavião, a Valnor garante ainda dar resposta ao concelho de Mação (Santarém) que se encontra inserido na área de acção da empresa. A Valnor é a empresa responsável pela gestão, valorização e tratamento dos lixos produzidos em 19 municípios, 15 deles do distrito de Portalegre, aos quais se juntam Mação, Sardoal e Abrantes (Santarém) e Vila de Rei (Castelo Branco). De acordo com Pinto Rodrigues, o próximo projecto a desenvolver pela empresa nesta área passa por construir, em 2011, uma estação em Abrantes para abranger os concelhos de Sardoal e Vila de Rei. In: Diário Digital / Lusa
Quinta, 28 Janeiro 2010 | 1013 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Cartaxo adjudica construção de nova esquadra da PSP A construção da nova esquadra da PSP do Cartaxo será uma realidade a partir de Fevereiro e, caso as melhores previsões se concretizem, concluída durante o ano de 2010. A Câmara do Cartaxo adjudicou esta terça-feira a construção da esquadra que irá ser erguida junto ao Campo da Feira. Representa um investimento de 1,5 milhões de euros por parte da Administração Central, que a autarquia comparticipa em dez por cento. O presidente da autarquia, Paulo Caldas (PS), considera que se está a poucos dias de concretizar uma aspiração dos profissionais da PSP e da população, preenchendo o vector da qualidade de vida para quem habita no Cartaxo e de quem a visita a cidade. A obra é considerada estratégica para a organização das forças de segurança no concelho, ficando a PSP a servir a freguesia do Cartaxo e a GNR a servir as restantes freguesias do município. A esquadra será construída em terreno com cerca de 5.600 metros quadrados (m2), cedido pela autarquia. A cargo desta fica ainda a fiscalização e execução da obra. Da área total a ocupar pela infra-estrutura, 3.800 m2 estão destinados à construção do edifício e 1.700 metros quadrados são afectos a arranjos exteriores do domínio público, no qual se inclui espaço de estacionamento para viaturas da PSP, funcionários e utentes dos serviços. Constituído por três pisos, o edifício da nova esquadra terá espaços específicos de apoio à vítima, o que permitirá aos utentes a presença na esquadra em condições de maior dignidade. Será ainda dotado de instalações para permanência nocturna dos agentes, nova sala de refeições e tratamento de roupa. O protocolo que estabeleceu a construção da esquadra da PSP do Cartaxo foi assinado em Janeiro de 2009, entre a autarquia e a Direcção-Geral de Infra-estruturas e Equipamentos do Ministério da Administração Interna. A construção da esquadra resulta do compromisso assumido pelo secretário de Estado da Administração Interna, Rui Sá Gomes, a Paulo Caldas, em Maio de 2008 aquando da cerimónia de aniversário do comando distrital da PSP, que se realizou na cidade. Na altura o governante disse que estaria de volta em 15 dias para assinar o protocolo para a construção da nova esquadra. O que só veio a acontecer em Janeiro de 2009. In: O Mirante
Quinta, 28 Janeiro 2010 | 1388 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Governo e sindicato da construção avaliam emprego a cada 2 meses O Governo e o sindicato da construção acordaram avaliar, de dois em dois meses, a evolução do emprego no sector que, segundo a estrutura sindical, pode perder 20.000 postos de trabalho caso as obras anunciadas não avancem. Albano Ribeiro, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção, Madeiras, Mármores, Pedreiras, Cerâmica e Materiais de Construção de Portugal esteve esta manhã reunido com o secretário de Estado das Obras Públicas, Paulo Campos para reivindicar o "lançamento de novas obras ou o arranque definitivo de obras que estão semi-paradas", como é o caso da concessão rodoviária Douro Interior e Túnel do Marão. "Se não forem tomadas medidas, até Maio poderão desaparecer 20.000 postos de trabalho", disse o presidente do sindicato no final da reunião, dando como exemplos a concessão rodoviária Douro Interior, cujo contrato não recebeu o visto prévio do Tribunal de Contas, e o Túnel do Marão, cujas obras estão paradas desde Novembro devido a uma providência cautelar interposta pela Águas do Marão, que alegou que a obra vai prejudicar as nascentes de água. "Não há razão alguma para que as obras do Túnel do Marão estejam paradas, porque foram feitos estudos antes de avançar com os túneis", afirmou Albano Ribeiro. O secretário de Estado disse estar "absolutamente convicto" de que o Túnel do Marão e as concessões rodoviárias "seguirão o seu curso". Paulo Campos assegurou que o Governo está preocupado com o aumento do desemprego na construção e salientou que os projectos em curso, como as barragens, estradas, hospitais ou a alta velocidade, "permitem criar largas dezenas de milhares de empregos no sector". Com o objectivo de avaliar a evolução do emprego no sector da construção, o Governo e o sindicato acordaram fazer, de dois em dois meses, "uma monitorização rigorosa". Durante o encontro o Governo e o sindicato acordaram também a assinatura de "um protocolo com vista ao reforço da segurança da mobilidade dos trabalhadores do sector da construção", avançou o secretário de Estado. Segundo dados do Ministério das Obras Públicas, a construção das dez concessões rodoviárias deverá empregar este ano 28.335 trabalhadores. A estes postos de trabalho "acrescem 11.665 empregos afectos a outras obras em curso, perfazendo um total de 40.000 empregos em 2010", segundo o Ministério das Obras Públicas. In: Diário Digital / Lusa
Quinta, 28 Janeiro 2010 | 1031 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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