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Notícias/Últimas
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Dragados e TD negoceiam aliança com Mota-Engil para a AE Centro As empresas interessadas em participar no concurso para a concessão da Auto-Estradas do Centro estão a reformular os consórcios. O Negócios sabe que a Mota-Engil está a negociar com espanhola Dragados e com a Teixeira Duarte a constituição de um agrupamento. As empresas interessadas em participar no concurso para a concessão da Auto-Estradas do Centro estão a reformular os consórcios. O Negócios sabe que a Mota-Engil está a negociar com espanhola Dragados e com a Teixeira Duarte a constituição de um agrupamento. Este ajustamento no consórcio da Mota-Engil obriga, por outro lado, a Edifer a refazer o seu agrupamento, uma vez que a construtora participou nos concursos anteriores aliada à Dragados. Recorde-se que a Ascendi, liderada pela Mota-Engil, tem 80,8% do consórcio que venceu a concessão Douro Interior e 77% do agrupamento a que foi adjudicado a do Pinhal Interior. Os parceiros da Mota têm sido a Opway, o grupo Espírito Santo, a MonteAdriano, Hagen, Alberto Martins de Mesquita e Filhos, Amândio Carvalho e Rosas Construções. Fonte: Negócios
Terça, 19 Janeiro 2010 | 1045 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Lisboa-Poceirão Consórcio da FCC conseguiu quase o dobro da pontuação da Mota O consórcio Tave Tejo, liderado pelos espanhóis da FCC, conseguiu uma pontuação de 11,4 pontos no relatório preliminar da concessão da Alta Velocidade Lisboa-Poceirão (que inclui a terceira travessia do Tejo), quase o dobro da obtida pelo agrupamento que integra a Mota-Engil. O consórcio Tave Tejo, liderado pelos espanhóis da FCC, conseguiu uma pontuação de 11,4 pontos no relatório preliminar da concessão da Alta Velocidade Lisboa-Poceirão (que inclui a terceira travessia do Tejo), quase o dobro da obtida pelo agrupamento que integra a Mota-Engil. Nesta fase do concurso, que escolheu os dois melhores concorrentes para a fase de negociações finais, o júri atribuiu uma pontuação de 6,4 pontos ao consórcio Altavia (Mota), disse ao Negócios fonte próxima do processo. A pior classificação foi para o agrupamento Elos, da Brisa/Soares da Costa, com 6,2. O relatório foi comunicado na sexta-feira aos concorrentes, segundo avançou ontem o jornal "i". Os concorrentes têm agora um prazo de cinco dias de audiência prévia, para apresentarem reclamações ao relatório. Depois disso, o júri elabora um relatório final e abrem-se as negociações entre os consórcios Tave Tejo e Altavia, que podem ainda melhorar as suas propostas. Fonte: Negócios
Terça, 19 Janeiro 2010 | 954 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Assaltado e agredido Vila do Conde: Judiciária deteve suspeito que trabalha na construção civil O assalto foi violento. A vítima, que sofre de paralisia de um braço, acabava de receber 150 euros pelo trabalho em part-time de vigilante quando foi abordada por um ladrão que, armado, a obrigou a entregar o dinheiro. O assaltante ainda agrediu o homem de forma violenta, deixando-o bastante maltratado. O vigilante teve de receber tratamento hospitalar. O roubo aconteceu na terça-feira passada, em Vila do Conde, e anteontem a Judiciária do Porto deteve o suspeito. Trata-se de um homem de 39 anos, trabalhador de construção civil, que se encontra a fazer trabalhos esporádicos na zona de Lisboa. É residente em Vila do Conde e tudo indica que se tenha apercebido de que a vítima levava algum dinheiro consigo. O facto de ter algumas fragilidades físicas fez com que o vigilante não conseguisse reagir. Foi esmurrado de forma violenta e deu o dinheiro que guardava. O assaltante não tinha a cara tapada e o crime foi entregue à PJ por ter sido usada uma arma de fogo. O agressor acabou por ser identificado e ontem foi levado ao Tribunal de Vila do Conde para ser ouvido em primeiro interrogatório judicial. Desconhece-se, no entanto, a medida de coacção que lhe foi aplicada. Fonte: CM
Terça, 19 Janeiro 2010 | 946 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Morreu o arquitecto que fez o Foco Agostinho Ricca, 94 anos, "um dos mestres da arquitectura moderna", vai a enterrar hoje Fez parte de uma geração que marcou a arquitectura moderna portuense e portuguesa. Agostinho Ricca Gonçalves morreu, anteontem, aos 94 anos, de causas naturais. Vai a enterrar hoje, terça-feira, pelas 10 horas, no cemitério de Sendim, em Matosinhos. No Porto, cidade onde nasceu, Agostinho Ricca deixa várias obras emblemáticas. A mais notável será o complexo residencial da Boavista, também conhecido por Foco ou Graham, entre a zona do Bessa e a Via de Cintura Interna. Primeiro nasceram os edifícios habitacionais, na década de 1960. Mais tarde, em 1973, o projecto foi complementado com a construção do Cinema Foco, hotel e piscinas, e a Igreja de Nossa Senhora da Conceição em 1979. "É uma obra notável da arquitectura urbana. É um dos exemplos que tenho apontado como representativo da arquitectura moderna", realça Gomes Fernandes. "É uma obra muito significativa na modernização da cidade", salienta Manuel Correia Fernandes. Gomes Fernandes olha para Ricca como "um mestre" com "a arquitectura na ponta do lápis" e a quem os mais novos "têm de tirar o chapéu". Manuel Correia Fernandes destaca a noção de modernidade, sempre muito ligada às artes plásticas, que imprimia nas suas obras. Agostinho Ricca estudou arquitectura na Escola de Belas Artes do Porto, colaborou com Giovanni Muzio no primeiro Plano de Urbanização do Porto e ficou sempre ligado à cidade. Ali teve alegrias e, nos últimos anos, alguns desgostos: a demolição de uma moradia que projectou perto da Marechal Gomes da Costa e a alegada intenção de demolir o Cinema Foco, que o levou a liderar uma petição que circulou na Internet em 2006. Pouco tempo antes, Agostinho Ricca tentou travar a construção da Casa da Música, que classificou de "monstro de betão intimidante". Antes de aprovado o projecto de Rem Koolhaas, Ricca idealizou um Palácio da Música, com dois auditórios, para o Parque da Cidade. Fonte: JN
Terça, 19 Janeiro 2010 | 1175 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Coimbra - Segunda fase do metro a todo o gás Secretário de Estado acredita que a linha do Hospital vai "avançar com rapidez" A segunda fase do projecto Metro Mondego, que liga a Baixa aos Hospitais da Universidade de Coimbra, deverá arrancar em breve. A convicção é do secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca, que esteve, ontem, em Coimbra. O governante aguarda as conclusões dos estudos de procura e de viabilidade económica em curso, que deverá conhecer em finais de Fevereiro, para dar luz verde à segunda etapa. E está "optimista". "Assim que vierem, estou certo de que vamos avançar com toda a rapidez", disse, finda a apresentação do projecto de Implementação do Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM) e Requalificação Urbana no Troço entre a Beira Rio e a Câmara, da autoria de Gonçalo Byrne. O presidente da Metro Mondego (MM), Álvaro Maia Seco, partilha daquela opinião: "Se a linha [do Hospital] não tiver uma procura razoável, então nenhum eixo, em Coimbra, terá". E crê que, se a decisão for tomada no curto prazo, a linha poderá estar a funcionar entre o final de 2014 e o início de 2015. Mas antes, alerta Maia Seco, é essencial que se retome o processo de demolições, na Baixa, interrompido há cerca de três anos. Sem isso, garante, "não há concurso para a linha do Hospital". "A cidade sai muito valorizada" O secretário de Estado - que visitou a zona de intervenção da MM na Baixa - acredita que o metro "vai ser quase um símbolo de Coimbra". "A cidade sai muito valorizada. Tudo iremos fazer para não faltar com o apoio [superior a 400 milhões de euros]", referiu. Antes, Carlos Correia da Fonseca havia presidido à cerimónia de assinatura do Auto de Consignação da Empreitada de Reabilitação das Infra-Estruturas do Ramal da Lousã, no troço entre Alto de S. João e Miranda do Corvo, nesta última localidade. Fonte: JN
Terça, 19 Janeiro 2010 | 882 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Mais fiscalização nas obras da orla costeira O vereador socialista na Câmara Municipal do Funchal, Rui Caetano, vai apresentar uma proposta de recomendação à autarquia funchalense para que haja um maior rigor nas obras da orla costeira. Em conferência de imprensa, na sede do partido, o vereador do PS/M criticou o facto de a Câmara do Funchal e o Executivo madeirense já terem gasto muito dinheiro na recuperação dos danos causados pelo mau tempo nos vários complexos balneares. Neste sentido, Rui Caetano disse ser urgente a aprovação dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira «para que não se permita as invasões que têm acontecido, as construções sem rigor e exigência, porque depois o mar toma conta dessas obras, como é prova nos últimos temporais em que assistimos». Aquele vereador lembra que esse dinheiro poderia ser aplicado na área social, bem como para ajudar a economia madeirense.  Fonte: Jornal da Madeira
Terça, 19 Janeiro 2010 | 902 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Governo pede prorrogação do prazo para explicar adjudicação do Magalhães O Governo português pediu à Comissão Europeia (CE) uma prorrogação do prazo para responder às questões levantadas por Bruxelas sobre a adjudicação à JP Sá Couto do fornecimento dos computadores Magalhães. O prazo terminava esta quarta-feira, mas fonte oficial do Ministério das Obras Públicas, citada pela edição online do Público, explicou que «foi pedida uma prorrogação do prazo para responder à CE». Não foram adiantados motivos para o pedido, nem quanto tempo extra foi solicitado. Fonte: A Bola
Terça, 19 Janeiro 2010 | 859 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Cimpor aguarda solução alternativa da Camargo para se pronunciar Esclarecimentos da Votorantim prestes a chegar A indefinição sobre o futuro da Cimpor continuou ontem a ser a tónica dominante entre os accionistas da cimenteira portuguesa. Nos bastidores, os grandes gabinetes de advocacia dos accionistas e dos grupos brasileiros interessados em tomar posição na Cimpor mantinham-se activos, ao mesmo tempo que decorria uma reunião da administração que se prolongou até ao final da tarde. Até à hora do fecho do jornal, o mercado esperava que um terceiro grupo brasileiro, a Votorantim, formalizasse (ou rejeitasse) o seu interesse em entrar no capital da cimenteira portuguesa, que ocupa o oitavo lugar no ranking mundial. Isto depois de o regulador do mercado de capitais, a CMVM, ter pedido à maior cimenteira brasileira (ver caixa) esclarecimentos sobre as suas intenções. De qualquer modo, e tendo em conta o prazo de 24 horas que foi dado há uma semana pela CMVM à Camargo Corrêa para informar o mercado se estava interessada na Cimpor, admite-se que a Votorantim possa ter de se pronunciar ainda durante a manhã. O PÚBLICO contactou a sociedade de advogados portuguesa que presta apoio jurídico à empresa brasileira - a Campos Ferreira, Sá Carneiro & Associados -, mas esta não se mostrou disponível para fazer um comentário. O Conselho de Administração da Cimpor, onde está representado mais de 40 por cento do capital (Lafarge, Manuel Fino, CGD, Bipadosa), reuniu-se ontem para debater as propostas apresentadas: a OPA da CSN, já classificada de hostil, e a fusão proposta à comissão executiva pela Camargo Corrêa. Mas acabou por não se pronunciar pois o projecto da construtora brasileira foi reprovado pela CMVM, pelo que a gestão da Cimpor só se pronunciará quando a empresa apresentar uma nova solução que seja viabilizada pelo regulador. A CMVM sustenta, entre outras coisas, que o negócio sugerido pela Camargo foi apresentado quando a OPA da CSN já estava em curso e não trata da mesma forma todos os accionistas. E impôs ao grupo brasileiro que lance uma oferta pública concorrente à do grupo siderúrgico, ou que retire o seu plano de concentração. Mas há quem pondere outra possibilidade: a Camargo pode avançar com um plano alternativo que passe, por exemplo, por uma concentração dos seus activos na Cimpor em menos de 33 por cento do capital envolvido (fasquia que obriga ao lançamento de uma OPA). O projecto de fusão, e chumbado pela CMVM, envolve uma posição até 50 por cento do capital. A gestão não executiva da cimenteira foi convocada no final da semana passada, antes de a CMVM ter reagido à iniciativa da Camargo, que no plano jurídico não constituí uma oferta de compra, mas uma concentração. Ainda a "guerra" interna Foi neste contexto particularmente delicado que a administração da Cimpor se reuniu, tendo ainda como pano de fundo um quadro de divergências entre grandes accionistas. Uma disputa protagonizada por Pedro Teixeira Duarte (22 por cento do capital) e por Manuel Fino (10 por cento), e que se revelou durante a luta de poder pelo domínio do BCP (em cujos órgãos de gestão têm assento), cujo fundo de pensões possui 10 por cento da Cimpor. Admite-se que a discussão entre gestores não executivos tenha decorrido no "fio da navalha", tendo em conta a busca de uma posição de consenso que se revele à prova de bala. Já durante a manhã de ontem, Manuel Fino e a CGD tinham dirimido argumentos sobre quem tem os direitos de voto da participação do banco estatal. Recorde-se que Fino foi financiado pela CGD para comprar ao BCP as suas acções da Cimpor, tendo depois que devolver parte dos títulos em Fevereiro de 2009 (com hipótese de sua recompra). Em comunicado emitido ontem de manhã a Investifino (de Manuel Fino) veio defender que, apesar de ter vendido à CGD 9,5 do capital da Cimpor, continuam a ser-lhe imputáveis os direitos de voto correspondentes a estas acções, num total de 20,2 por cento. O banco público publicou logo de seguida uma nota, onde assegura que "é detentora de 9,5 por cento do capital da Cimpor e da plenitude dos direitos de voto associados". Os sinais de divergências entre Fino e a CGD não são novidade. No final de 2009, o banco público votou contra a saída de Jorge Salavessa Moura, presidente executivo da cimenteira ligado à Teixeira Duarte, que acabou por ser substituído no cargo por Ricardo Bayão Horta no início de Dezembro passado. A proposta foi "apadrinhada" pelo dono da Soares da Costa. De qualquer modo a CGD não deverá deixar de lutar por ter uma palavra a dizer sobre o futuro da Cimpor, dado que o seu presidente Faria de Oliveira já assegurou que a instituição quer que o centro de decisão da cimenteira se mantenha em Portugal. É neste ambiente de indefinição à volta do futuro da Cimpor que continuavam ontem os contactos entre accionistas para formar alinhamentos de capital que permitam o seu controlo. Mas está tudo em aberto. A Lafarge, com 17 por cento da Cimpor, não terá ainda vendido a sua posição. Os franceses estão vendedores, privilegiando pagamento em "cash" e têm mantido contactos com os três grupos brasileiros (CSN, Camargo e Votorantim), mas também com os grandes investidores da Cimpor. Quem está a aproveitar esta janela de oportunidade criada pela agitação que rodeia a cimenteira nacional são outros accionistas, detentores de posições relevantes mas não estratégicas. Isto porque estão a aproveitar para colocar títulos no mercado, mas sem largar mão da totalidade das acções, uma vez que aguardam desenvolvimentos que possam impulsionar ainda mais o valor da empresa. Ontem a Cimpor registou nova subida em bolsa, de 0,82 por cento, transaccionando-se a 6,42 euros (a OPA da CSN oferece 5,75 euros por acção). Fonte: Público
Terça, 19 Janeiro 2010 | 1051 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Quem são os grupos brasileiros que querem a Cimpor Entrada em Portugal enquadra-se na estratégia de internacionalização Existem dez grupos de cimentos no Brasil, responsáveis por cerca de 70 fábricas, o que faz deste mercado um dos mais concorridos. A Votorantim detém a liderança, à frente da Camargo e a grande distância da CSN. Votorantim - O grupo é, tal como a Camargo Corrêa, um conglomerado de empresas que vão desde a mineração (é o maior produtor de zinco do Brasil) até à agroindústria (faz parte dos maiores produtores de sumo de laranja concentrado), passando pela pasta e papel, siderurgia e finanças. Em 2008, a Votorantim Cimentos (dona de 41 por cento do mercado brasileiro) teve receitas líquidas de 7724 milhões de reais (3033 milhões de euros, ao câmbio actual). Em 2001 adquiriu a St. Marys Cement, com activos nos Estados Unidos e no Canadá, é dona de 50 por cento da Suwannee (EUA) e parte da chilena Bío Bío. A Votorantim é ainda parceira da Camargo na construção de uma fábrica de cimento no Paraguai, estando as duas empresas também associadas no capital da Usiminas, concorrente da CSN. Contactada pelo PÚBLICO na sexta-feira, fonte oficial da Votorantim Cimentos não negou o seu interesse na cimenteira portuguesa, afirmando apenas que não prestava comentários. CSN - Criada em 1941 pelo Estado, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi privatizada entre 1993 e 1994, fase que ditou o início da sua expansão. A Vicunha, um dos maiores grupos têxteis da América Latina, passou então a ser o principal accionista. Embora a siderurgia seja o seu negócio central, tem também uma forte presença na mineração. A CSN entrou em Portugal em 2003, com a aquisição da Lusosider, uma divisão da antiga Siderurgia Nacional. Este foi um dos raros casos de sucesso da sua internacionalização. Em 2007, perdeu a corrida à Corus, ficando a segunda maior siderúrgica europeia nas mãos da indiana Tata Steel (que já adquirira a Arcelor). Só recentemente é que a CSN decidiu apostar no cimento, tendo a sua primeira fábrica começado a produzir em Maio de 2009. O grupo esperava colocar cerca de 300 mil toneladas no mercado durante o ano passado. Em 2010, pretende produzir um milhão de toneladas e, em 2011, chegar aos 2,5 milhões de toneladas. Camargo Corrêa - O grupo nasceu a partir de uma construtora criada em 1939. E se é verdade que o grupo tem negócios em diversas áreas, a construção ainda é a principal fonte de receitas. Em 2008 o grupo receitas líquidas de 13,2 mil milhões de reais (5,2 mil milhões de euros). A construção teve um peso de 36,2 por cento, seguindo-se o cimento, com 15,4 por cento, e o calçado, com 15 por cento. O grupo, gerido por Vitor Hallack e detido pelas três famílias herdeiras dos fundadores, é o fabricante das sandálias havaianas. Há cinco anos passou a controlar a Loma Negra, principal cimenteira da Argentina. A operação foi conduzida por José Édison, gestor que lidera os cimentos do grupo, que se está a expandir para Angola e Paraguai. Fonte: Público
Terça, 19 Janeiro 2010 | 1011 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Bloco "transforma" Orçamento de Estado em disputa ideológica com o PS O Bloco de Esquerda (BE) quer transformar o debate do Orçamento do Estado de 2010 num debate... ideológico. Com divisões esquerda-direita, colando o PS à direita por ter escolhido o PSD e o CDS para parceiros de negociação. Os mesmos que estiveram "sempre do lado da crise" e "da destruição de emprego", acusou o líder parlamentar do BE, José Manuel Pureza. A estratégia foi evidente no segundo dia das jornadas parlamentares, em Faro. Primeiro pelo discurso de Pureza ao propor abrir o debate da contenção orçamental com "propostas de esquerda". Depois, pela ideia de um plano de investimento público na reabilitação urbana. Se, tal como o PS, os bloquistas defendem o investimento público, não é em grandes obras ou no TGV, mas em obras de pequena e média dimensão como a reabilitação urbana. O projecto e os números foram apresentados pelo deputado José Gusmão: 540 milhões de euros em cinco anos reabilitariam 200 mil casas e gerariam, cálculos bloquistas, 60 mil empregos directos. E, com uma apresentação em PowerPoint, assinalou que, apesar do discurso a favor das obras públicas, a prática do Governo de Sócrates tem sido a contrária. Ou seja, o investimento directo do Estado tem vindo "em linha descendente" desde 2005. A reabilitação urbana teria a vantagem de uma distribuição descentralizada das verbas pelo país. O BE sugere que se dêem apoios quer através de juros bonificados ao crédito, quer pela partilha de custos entre o Estado e proprietários e apoios às autarquias. Antes, Pureza voltou a atacar o Governo por preferir negociar o Orçamento do Estado com a direita, PSD e CDS. Abriu o debate da contenção do défice, que se seguirá depois das medidas anticrise, mas com políticas de esquerda. "Porque não é o mesmo cortar nas despesas sociais ou no desperdício", disse. Para o OE, o BE propõe o fim dos "benefícios fiscais despesistas", a começar pelo offshore da Madeira. O "combate" ao "despesismo inútil" passa por um Programa de Certificação das Contas do Estado e uma avaliação em todos os serviços dos recursos, instalações e pessoal e pela apresentação de propostas para reduzir gastos excedentários. E há "medidas de emergência" contra o despesismo que incluem o fim dos pareceres jurídicos do Governo a escritórios de advogados (em quatro anos terão sido gastos 600 milhões de euros) e regras mais apertadas para os concursos públicos. O Bloco propõe ainda que sejam submetidas ao TC todas as contas de empresas públicas, com participação maioritária ou empresas municipais e parcerias público-privadas. Fonte: Público
Terça, 19 Janeiro 2010 | 814 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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