Globalconstrói
GlobalConstrói - O Portal da Construção

Resultados 4411 - 4420 de 5365

Notícias/Últimas
Author:Administrator
Fisco e PJ apanham facturas falsas no valor de 16 milhões Um indivíduo da Grande Lisboa criou uma sociedade unipessoal que, de 2003 a 2007, não trabalhou mas emitiu facturas, de 16 milhões, a 127 construtoras. A fraude podia custar 4,7 milhões ao Estado, mas a investigação da PJ e das Finanças já recuperou parte. Dos 112 arguidos do processo, empresários da construção civil que beneficiaram das facturas falsas, "alguns" pagaram à Administração Fiscal, voluntariamente, "centenas de milhares de euros de impostos em falta", revelou a Polícia Judiciária (PJ), em comunicado emitido ontem, sobre a conclusão do inquérito-crime. Fonte policial afirmou-se convencida de que o Estado vai recuperar mais impostos, em tribunal ou por pagamentos voluntários. Aos arguidos que optem pela última hipótese, é possível que o procurador titular do inquérito, do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), proponha a suspensão provisória dos seus casos e não os leve a julgamento. Mas, para já, são todos presumíveis criminosos. Por falsificação de documentos, fraude fiscal qualificada e associação criminosa. O caso foi sinalizado pelas Finanças numa altura em que a construção civil era um alvo prioritário, e demorou três anos a ser investigado. No centro do novelo desenrolado por polícias e por uma equipa mista das Finanças (DGCI/DSIFAE), sob a coordenação de Vítor Paiva, da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ, estava um indivíduo oriundo dos PALOP, com poucas habilitações literárias, mas muitas relações na construção civil. Este arguido criou uma empresa "de fachada" e, aproveitando a facilidade na compra de livros de facturas, simulou prestações de serviços de construção civil, ao longo de três anos, a 127 empresas de média dimensão. Passava-lhes facturas falsas, de modo a que elas pudessem empolar as despesas e baixar os resultados anuais. A facturação falsa apurada, no montante de 16 milhões de euros, prejudicou o Estado em 4,89 milhões de euros, em IVA, IRC e IRS. As 127 empresas que beneficiaram de facturas falsas trabalham, amiúde, para grandes construtoras nacionais, em subempreitadas. A maioria tem sede na Grande Lisboa, mas estão envolvidas sociedades de todo o país. O JN apurou que a PJ tem em curso vários inquéritos sobre o mesmo tipo de crime, no mesmo sector, em que intervêm, entre outras, algumas das 127 construtoras referidas. Fonte policial explicou que, nalguns casos, os empresários começam por recorrer a facturação falsa para cobrirem despesas com mão-de-obra ilegal (imigrantes), que não entram na sua contabilidade. Depois, acrescentou, é normal que cedam à tentação de rentabilizar o acesso a facturas falsas.  In: JN
Sexta, 05 Fevereiro 2010 | 978 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
...mas obra na Foz continua Juízes aceitam recurso de providência cautelar,mas obra continua. Câmara pediu aclaração da sentença O Tribunal Central Administrativo do Norte aceitou a providência cautelar para travar a construção de um prédio de sete pisos na zona dos Pinhais da Foz, mas as obras continuam e já vão no quinto andar. A Câmara do Porto pediu a aclaração da sentença. No passado dia 21 de Janeiro, os juízes do Tribunal Central Administrativo do Norte aceitaram a providência cautelar interposta por um grupo de 18 moradores para parar a construção de um prédio com 21 metros de altura, que está a nascer no gaveto das ruas Bartolomeu Velho e Padre Luís Cabral, revogando a decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, de Outubro de 2009. Quatro dias depois, a Câmara do Porto notificou o proprietário da obra, a construtora J. Camilo, para suspender os trabalhos. "Em breve será promovida uma inspecção ao local para verificar se foram suspensos os trabalhos. Em caso negativo, será proposta a intenção de ordenar o embargo", pode ler-se na notificação enviada pela Autarquia à construtora. Conforme adiantou, ao JN, Manuela Gomes, directora dos serviços jurídicos da Câmara do Porto, a empresa já disse informalmente que não pára a obra, mas ainda não respondeu formalmente, no período de contestação que está em curso. O JN tentou contactar a J. Camilo, mas a Direcção não quis prestar esclarecimentos. Apesar de ter notificado o dono da obra para suspender os trabalhos, a Câmara tem dúvidas sobre a decisão dos juízes. Por isso, pediu ao tribunal para aclarar a sentença, o que deverá acontecer ainda este mês. "De facto, não é taxativa. Queremos que o tribunal esclareça se devemos promover o embargo", referiu Manuela Gomes, explicando que, caso a acção principal que visa anular o licenciamento dê razão à construtora, a Câmara poderá vir, eventualmente, a ser responsabilizada por ter parado a obra. Recorde-se que, a par da providência cautelar para travar a construção do prédio, está em curso uma acção principal no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto com o objectivo de anular o licenciamento da empreitada. O prédio está a ser construído num terreno onde antes havia apenas uma vivenda. A zona está classificada no Plano Director Municipal (PDM) como frente urbana contínua em consolidação. Na acção principal, os moradores alegam que o projecto viola o PDM e levantam dúvidas sobre a área de implantação do edifício. "Sentimos indignação por ver atropelado o que está no PDM", afirmou Paolo de Marco, porta- -voz da comissão de moradores. A Câmara diz ter "algum conforto jurídico no processo" e garante que "o licenciamento não tem fragilidades". In: JN
Sexta, 05 Fevereiro 2010 | 1466 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
Gondomar CCDRN mandou parar trabalhos em Outubro A Comissão de Coordenação Regional do Norte mandou parar, em Outubro do ano passado, obras no aterro da antiga termoeléctrica da Tapada do Outeiro (Gondomar), por não estarem autorizadas. Afastada parece a hipótese de ali estarem resíduos perigosos. Depois da Quercus ter levantado dúvidas sobre a remoção de resíduos, potencialmente perigosos, do aterro da antiga Central Termoeléctrica da Tapada do Outeiro, devido à construção da auto-estrada A41, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN) e o Ministério do Ambiente vieram ontem garantir que os resíduos não são perigosos. Ambas as entidades lembram que os resíduos foram classificados como inertes - não susceptíveis de contaminar os solos - pela Rede Energética Nacional, no processo de encerramento da termoeléctrica em 2005. O Ministério de Dulce Pássaro alega ainda que essa caracterização foi corroborada, em 2009, pelo estudo de avaliação ambiental realizado para a construção da auto-estrada. "Muito se estranha que só agora a Quercus reaja, na medida em que o processo de encerramento do aterro ocorreu em 2005 e que o estudo de impacto ambiental esteve em consulta pública", refere o Ministério, em comunicado. A Quercus levantou dúvidas sobre a classificação dos resíduos no aterro, feita a pedido da empresa Douro Litoral, e enviou uma carta à ministra perguntando se vai aceitar que os resíduos sejam transferidos para um local que não garante condições de impermeabilidade, sem que sejam feitas as adequadas caracterizações. Atenta ao processo tem estado a CCDRN que, em Outubro do ano passado, após uma visita ao local, ordenou a "imediata e incondicional paragem das obras no aterro, na sequência de uma informação recebida de que se verificavam trabalhos de movimentação de terras" não autorizados. A Câmara de Gondomar contactou a empresa Douro Litoral, responsável pela obra, que lhe garantiu ainda não ter começado a remoção dos resíduos. De acordo com a autarquia, a promotora disse ainda que "os três ou quatro locais previstos para a trasladação dos resíduos foram previamente validados pela CCDRN, que acompanhará esses trabalhos quando ocorrerem". No entanto, a CCDRN diz que, até à data, não autorizou "qualquer operação de movimentação, transporte e depósito dos inertes, do local que será intervencionado para aterro devidamente licenciado". Quando for feito o pedido de licenciamento desta operação, a CCDRN garante que irá impor todas as condições de segurança e confirmar as características dos resíduos a remover. In: JN
Sexta, 05 Fevereiro 2010 | 959 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
Câmara da Amadora terá autorizado despejo de terras no final dos anos 90 O aterro feito junto à CREL chegou a ser autorizado pela Câmara da Amadora no final dos anos 90. À época, a autarquia terá feito um acordo com o então proprietário do terreno, um conhecido empresário da construção civil, para a colocação de terras no local. As terras que agora impedem a circulação num dos mais importantes acessos a Lisboa. Quase duas semanas depois do deslizamento, milhares de metros cúbicos de terra continuam em cima da CREL e continua por saber de quem é a responsabilidade. Ao que a SIC apurou, o terreno chegou a ser usado como aterro com autorização da Câmara da Amadora no final dos anos 90, inícios de 2000. Haveria um plano de trabalhos para garantir a estabilidade do terreno, que nunca terá sido cumprido. A autarquia terá permitido que fossem despejadas terras vindas da construção do IC16, da Expo e do Metropolitano. O objectivo passaria por terraplanagens para a construção de uma estação de valorização de resíduos orgânicos e a construção de uma estrada, que ligaria o nó da Fonte Santa na Amadora ao Lido em Queluz. A obra nunca avançou, segundo fontes contactadas pela SIC, devido à instabilidade do terreno e a pequenos deslizamentos que entretanto ocorreram. O terreno, apetecível para urbanizar, passou entretanto por várias mãos. Sempre de empresas ligadas à construção civil, até ser adquirido pelo proprietário actual: um fundo imobiliário da Espírito Santo Activos Financeiros, detido pelo Grupo Obriverca. Em comunicado emitido na semana passada, a câmara limitou-se a dizer que notificou o proprietário do terreno para a premência da da contenção das terras. Os vereadores do PSD, oposição na Câmara da Amadora, dizem que há demasiadas contradições nesta história e entregaram quarta-feira um pedido de esclarecimentos. Numa matéria que está a afectar o dia-a-dia de dezenas de milhar de pessoas, e que chegou a ameaçar infra-estruturas da EPAL, o executivo camarário mantém-se em silêncio. In: SIC
Sexta, 05 Fevereiro 2010 | 917 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
Ministro garante que obras para nova sede da PJ arrancam este ano As obras na sede da Polícia Judiciária (PJ), em Lisboa, para juntar todos os serviços dispersos pela cidade vão arrancar este ano. O ministro Alberto Martins esteve ontem no velho edifício onde funcionava a Faculdade de Medicina Veterinária que, depois da intervenção, ficará anexado às actuais instalações, de 1958, perfazendo uma área de cerca de cem mil metros quadrados. O investimento ronda os 90 milhões de euros. O ministro da Justiça esteve acompanhado pelo director nacional da PJ, Almeida Rodrigues, com quem se reuniu, e por todos os responsáveis das directorias nacionais, tendo visitado também a Interpol e a Europol. No final, informou que dentro de três a quatro meses deverá estar concluído o concurso para adjudicar a obra. Naquele espaço irá funcionar a direcção nacional e a directoria de Lisboa e Vale do Tejo, além das demais directorias nacionais especializadas, e os vários serviços, nomeadamente o Laboratório de Polícia Científica, sendo libertados sete edifícios, alguns dos quais já foram vendidos. Naquele mesmo local esteve em Setembro o anterior ministro, Alberto Costa, a fazer o mesmo anúncio. Em 2004, a então ministra da Justiça, Celeste Cardona, iniciou a construção de uma nova sede em Oeiras, cujo abandono significou a perda de milhões de euros. Os polícias confiam que desta será de vez.  In: DN
Sexta, 05 Fevereiro 2010 | 1030 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
Investimento de 333 mil eurosObras de seis meses na Torre da Universidade começaram ontem Intervenção pretende devolver ao monumento a sua dignidade visual, com a limpeza e restauro da pedra, melhorando simultaneamente a iluminação e a segurança do espaço O trabalho de restauro e conservação da Torre da Universidade de Coimbra (UC) arrancou ontem, com a colocação dos andaimes para as obras. A intervenção visa restituir a dignidade visual da Torre e inclui a limpeza e restauro da pedra, a substituição de caixilharias e a correcção dos degraus. O objectivo passa por dotar o monumento das condições adequadas para a sua abertura ao público. A instalação de sistemas de iluminação e protecções vai melhorar as condições de segurança. A intervenção, preparada por especialistas de diversas áreas, exige um investimento de 333 mil euros, quantia recolhida através de contributos de Antigos Estudantes e ao abrigo de um protocolo de colaboração celebrado entre a UC e o Banco Santander Totta. «Será uma intervenção muito emblemática, é restaurar uma jóia», afirmou o pró-reitor para a manutenção de edifícios, Raimundo Mendes da Silva. Durante seis meses, a Torre estará protegida com painéis que reproduzem a actual imagem, com o objectivo de atenuar o efeito das obras nas visitas turísticas e permitir que todos os visitantes continuem a ter uma visão de conjunto do Paço das Escolas. O restauro da Torre integra-se num vasto plano de recuperação e valorização da Alta Universitária, tendente à preparação da candidatura da Universidade a Património Mundial. A Torre da Universidade de Coimbra, «a mais velha das torres horárias escolares europeias», foi construída entre 1728 e 1733, sendo hoje um dos símbolos mais adoptados na representação da instituição e da própria cidade. «Trata-se de um dispositivo arquitectónico de extrema raridade em edifícios universitários, que resultou da necessidade de organizar a vida escolar num edifício nascido com outra vocação: o Paço Real de Alcáçova», explica uma nota divulgada ontem pela Universidade de Coimbra. O remate em forma de terraço é uma das características da Torre, que aloja, além dos relógios, três sinos. Apenas uma vez por ano, no Dia da Universidade (1 de Março), a Torre, monumento nacional desde 1910, abre ao público em geral. Nas estreitas escadas apenas passa uma pessoa de cada vez, sendo as visitas desaconselhadas a quem tem claustrofobia ou problemas do coração. Obras podem ser vistas ao vivo e na Internet Os curiosos vão ter oportunidade de acompanhar, de forma regular, o trabalho de seis meses na Torre da Universidade de Coimbra. Segundo o pró-reitor Raimundo Mendes da Silva, dentro de um mês estará a funcionar um “estaleiro pedagógico”, que consiste na criação de condições para visitas especializadas ao local da obra, organizadas e com acompanhamento técnico. A iniciativa vai incluir também uma vertente virtual, que permite acompanhar o andamento das obras através da Internet, em qualquer parte do mundo. In: Diário de Coimbra
Sexta, 05 Fevereiro 2010 | 972 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
Telecomunicações Redes rurais vão obrigar a financiamento público de 90 milhões O financiamento público acordado com os três vencedores para a instalação de uma rede de telecomunicações ultra-rápida no Norte, Centro e Sul do país vai atingir os 90 milhões de euros, avançou ao Negócios fonte do ministério das Obras Públicas. O financiamento público acordado com os três vencedores para a instalação de uma rede de telecomunicações ultra-rápida no Norte, Centro e Sul do país vai atingir os 90 milhões de euros, avançou ao Negócios fonte do ministério das Obras Públicas. Os contratos vão ser adjudicados amanhã em Vila Viçosa. Nos três concursos para as três regiões, o financiamento público de 90 milhões de euros será feito com recurso a verbas europeias. O investimento global dos três vencedores atingirá os 156,5 milhões de euros. Faltará, depois, adjudicar os concursos dos Açores e Madeira. O investimento nas redes rurais das três regiões abrangerá um milhão de pessoas, adianta a mesma fonte. O ministério das Obras Públicas escusou-se a adiantar os vencedores dos concursos, reservando a informação para sábado. Depois da escolha de uma short-list, estavam a disputar o concurso da zona Norte o grupo Paínhas associado à PT e a DST com a Sonaecom. No Centro e Sul estavam a concorrer a Viatel (da Visabeira) associada à PT e a DST Telecom associada à Sonaecom. In: Jornal de Negócios
Sexta, 05 Fevereiro 2010 | 1031 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
 IKEA promete 20 mil postos de trabalho para Portugal e Espanha  Investimento previsto até 2015  O Ikea irá criar 20 mil postos de trabalho em Portugal e Espanha. A multinacional sueca fará um investimento de cerca de dois milhões de euros e, ainda em 2010, deverá abrir três novas lojas, duas em Espanha e uma em Portugal. Com vista à criação de 20 mil postos de trabalho, a multinacional sueca Ikea vai investir cerca de dois milhões de euros. O investimento será feito até 2015 mas ainda este ano a empresa prevê abrir duas novas lojas em Espanha e uma em Portugal, em Loures. A empresa, que em 2009 recebeu cerca de 36,5 milhões de visitantes dos dois países, investiu ainda 15 milhões de euros na construção de novas fábricas em Madrid onde instalou a sua sede. In: i
Quinta, 04 Fevereiro 2010 | 944 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
Sindicato da Construção admite promover ação de protesto junto ao Tribunal de Penafiel Porto, 03 fev (Lusa) - O Sindicato da Construção de Portugal (SCP) admitiu hoje, no Porto, promover "em breve" uma ação de protesto junto ao Tribunal Administrativo de Penafiel caso o processo do túnel do Marão se mantenha "bloqueado". O presidente do sindicato, Albano Ribeiro, afirmou esta manhã, em conferência de imprensa, que, se não for desbloqueada rapidamente a paragem da obra dos dois túneis do Marão, "sindicato, trabalhadores e patrões" farão uma ação "inédita" junto à porta daquele tribunal. "Podemos vir a mobilizar centenas de trabalhadores para esta ação", disse o sindicalista, acrescentando que assim que uma empresa construtora que se encontra na obra parar, criando desemprego, "o sindicato avança com o protesto". In: Lusa
Quinta, 04 Fevereiro 2010 | 1117 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
Notícias/Últimas
Author:Administrator
AICCOPN pede arranque imediato de trabalhos nas rodovias adjudicadas O presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) considera que a notícia de suspensão do lançamento de novas concessões rodoviárias “não é boa” e pede arranque imediato dos projectos adjudicados. “A notícia não é boa, mas o que o sector precisa é de conhecer o plano para os próximos dois anos”, considera Reis Campos, considerando que o arranque rápido das concessões em curso é vital para o sector da construção civil. O  presidente da AICCOPN disse que “é necessário que se ponham rapidamente em curso os projectos rodoviários adjudicados, o que podia criar cerca de 25 mil postos de trabalho até ao final do Verão”. “Neste momento, o sector não tem trabalho para 2010 nem para 2011″, reforçou o porta-voz dos empresários da construção, lembrando que “a alta velocidade e o aeroporto de Lisboa não vão ter impacto nos próximos dois anos”. Para Reis Campos, “todas as infraestruturas que o país precisa são bem vindas para o sector da construção”, que, acrescentou, “durante o ano de 2009, perdeu mais de 50 mil postos de trabalho”, reforçando que “se não fosse a internacionalização o sector estaria com uma situação ainda mais grave”. O Governo vai suspender o lançamento de novas concessões rodoviárias que estavam previstas no Orçamento do Estado, entregue no Parlamento na semana passada, confirmou hoje o ministro das Obras Públicas, António Mendonça. “Foi tomada a decisão de suspender o lançamento das novas concessões rodoviárias que estavam programadas”, afirmou António Mendonça durante um almoço debate promovido pela Ordem dos Economistas. “Chegou-se a um momento em que importa reavaliar as prioridades do Plano Rodoviário Nacional, elaborado no ano 2000, face aos objectivos definidos para os outros modos de transporte e tendo, também, em consideração as condições económicas e financeiras actuais e futuras e o custo de oportunidade dos investimentos”, acrescentou o governante. In: Construir
Quinta, 04 Fevereiro 2010 | 1017 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

Powered by AlphaContent 4.0.0 © 2008-2015 - All rights reserved