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Análise do impacto dos projectos de obras públicas Obras nas escolas é o que cria mais emprego por cada milhão investido Por cada milhão de euros de dinheiro investido nas obras em escolas, criam-se 25,9 novos empregos, indica uma análise citada pelo Governo, numa versão preliminar da proposta do Orçamento do Estado para o próximo ano. Entre os vários projectos de obras públicas que já estão a ser concretizados ou irão manter-se em cima da mesa em 2010, são os investimentos de proximidade, como a construção e obras de reabilitação em escolas, que mais contribuem para a criação de empregos, conclui o mesmo documento. Desde 2007, está em curso o programa de modernização das escolas secundárias, que tem como objectivo a requalificação de 332 estabelecimentos de ensino até 2015. Os investimentos rodoviários também são significativos para a criação de postos de trabalho (21,5 por cada milhão de euros investido), seguindo-se as barragens (18,5), o novo aeroporto de Lisboa (16,7) e por último a alta velocidade ferroviária (14,2). Em contrapartida, os dados citados pelo Governo salientam que as grandes obras sobressaem na criação de mais postos de trabalho quando se analisam apenas os milhões de euros investidos apenas pelo Estado, uma vez que este tem mais capacidade de mobilizar fundos comunitários e de auto-financiar uma fatia ou o total dos custos de investimento. Neste domínio, o futuro aeroporto de Lisboa é a obra que surge com mais relevância: por cada milhão de euros suportado pelo Estado português, calcula-se que sejam criados 83,3 postos de trabalho. Em causa está o facto de este projecto ser suportado na sua grande parte por investimento privado e ter uma forte capacidade para gerar receitas de exploração, aponta o Governo. Já nas barragens, de acordo com a mesma análise, a criação de emprego realiza-se sem custos para o Estado, ou mesmo custos negativos, uma vez que há direito a uma receita que é garantida pelas concessões destes equipamentos. Deste ponto de vista, são as obras e construção nas escolas que menos contribuem para a criação de emprego: por cada milhão de euros investido pelos cofres públicos, nascem 34,6 novos postos de trabalho. In: Público
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 815 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Projecto de Távora ficou inacabado Arquitecto pretendia reconstruir escadaria e colocar obelisco na Praça de Santo Ildefonso A reabilitação da Praça de Santo Ildefonso, no Porto, ficou pela metade. O arquitecto Fernando Távora desenhou a reposição da escadaria e do obelisco, onde se concentrou a guarda municipal para abafar a revolta republicana no dia 31 de Janeiro de 1891. A obra, conduzida pela Sociedade Porto 2001, não seguiu à risca o projecto, que consagrava a colocação do obelisco e a reconstrução da escadaria, desmantelada em 1924, no local onde hoje se encontram um quiosque e duas lojas de vestuário. O obelisco sobreviveu à passagem dos anos, instalado ao lado da igreja. O remate, outrora "barbaramente destruído" por estabelecimentos comerciais "sem qualquer sentido urbano ou urbanístico, mas que ainda hoje se conservam, minimizando a cidade, a sua memória e, portanto, a sua própria história", foi também ignorado na requalificação levada a cabo pela Porto 2001. O alerta partiu do arquitecto e vereador do PS na Câmara do Porto, Manuel Correia Fernandes. O socialista considera que cabe à Autarquia reparar o erro no ano em que se assinala o centenário da implantação da República em Portugal. Mostrando duas imagens da maqueta original da Praça de Santo Ildefonso, tal como projectou Fernando Távora, o autarca procurou sensibilizar, na reunião do Executivo de ontem, a Maioria PSD/PP para a reconstrução da escadaria no enfiamento da Rua de 31 de Janeiro. Manuel Correia Fernandes propôs, então, que a Câmara se associe às comemorações da implantação da República, "promovendo a concretização imediata do projecto de reposição da escadaria e do obelisco de Santo Ildefonso". Seria, também, uma homenagem ao arquitecto falecido em Setembro de 2005. O presidente do Município, Rui Rio, não afastou a hipótese de concluir a obra e garantiu que a solução será analisada. In: JN
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 875 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Venda da ANA essencial para o novo aeroporto Proposta de OE recupera programa governamental de privatizações   Aprivatização da ANA - Aeroportos de Portugal está inscrita no Orçamento do Estado de 2010 como essencial para avançar com a construção do novo aeroporto de Lisboa. No texto fica clara a intenção de avançar com este processo, bem como a de não abandonar uma das obras públicas alvo de contestação e discórdia. "Em relação ao Novo Aeroporto de Lisboa (NAL) será iniciado o processo de contratação, concepção, construção, financiamento e exploração", pode ler-se no documento. Que acrescenta: "Será ainda planeada a privatização da ANA". Uma notícia que pareceu não surpreender o presidente da Associação Comercial do Porto, Rui Moreira, que ao JN disse lamentar "a política furtiva do Estado". Salientando que "o primeiro -ministro quebra assim uma promessa que fez à região", recordando que José Sócrates "garantiu que a privatizar a ANA seria em separado e não deste modo". A concretizar-se essa privatização "desta forma, serve para viabilizar o novo aeroporto de Lisboa e o aeroporto do Porto é dado como enxoval a quem fizer o aeroporto de Lisboa". No OE de 2010 é dito que na Portela, "serão prosseguidas as obras de expansão do aeroporto para fazer face ao aumento da procura até 2017", data prevista para a abertura da nova estrutura. Recorde-se que o anterior Governo já tinha associado a construção do novo aeroporto à privatização da ANA, sendo necessário, para tal, a definição do perímetro de privatização e da percentagem de capital da gestora dos aeroportos nacionais que será entregue a privados. A construção do novo aeroporto da capital representa um investimento de cerca de 4,9 mil milhões de euros. No que diz respeito a alienações do Estado é mencionada também no documento ontem entregue na Assembleia da República a reprivatização do Banco Português de Negócios (BPN), que entretanto já tinha sido aprovada no início deste mês. "Está em curso o processo de reprivatização da totalidade do capital social do BPN (...) visando assegurar a integral preservação dos interesses patrimoniais do Estado e dos contribuintes e a defesa dos interesses dos trabalhadores e dos depositantes", lê-se no documento. Acrescenta a proposta de OE que será dada prioridade à venda das participações minoritárias e não estratégicas, recordando que para tal foi escolhido o procedimento de alienação por concurso público, porque "promove a participação de todos os potenciais interessados e (...) garante a necessária transparência e concorrência". Além desta duas operações, é possível perceber através da proposta de OE de 2010, que o Governo pretende prosseguir com o plano de privatizações. "Continuam a fazer parte do plano de desinvestimento do Estado em 2010 as empresas incluídas no programa de privatizações que não foram alvo de operações de privatização em 2009, sem prejuízo da adequação temporal da sua execução às condições dos mercados". Na lista estão, nomeadamente, a Galp Energia (quinta fase) e a TAP. Sublinhe-se que as receitas das privatizações são a principal forma do Governo reduzir a dívida pública, mas é de referir que nos dois últimos anos não se fez qualquer operação do género.  In: JN
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 834 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Despesa prevista para as Obras Públicas sobe 8,1 por cento A despesa total consolidada do Ministério das Obras Públicas Transportes e Comunicações deverá subir em 2010 para 413,6 milhões de euros, mais 8,1 por cento do que os 382,6 milhões que representaram os gastos do Estado nesta área em 2009. O valor previsto para este ano corresponde a 0,7 por cento da Administração Central e a cerca de 0,2 por cento do PIB. Uma vez que o Instituto das Infra-Estruturas Rodoviárias passa a integrar o universo dos serviços e fundos autónomos, dá-se uma variação negativa de 1,2 por cento no orçamento que diz respeito ao subsector Estado. Nesta vertente, são os investimentos no plano que recebem uma maior verba, nomeadamente no que respeita ao financiamento nacional, num total de 135 milhões de euros que abrangem transportes e respectivas infra-estruturas. Nesta área, destacam-se os 63 milhões de euros que são transferidos para o Gabinete de Planeamento, Estratégia e Relações Internacionais, ao abrigo da execução destes investimentos. Também o Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres recebe 24 milhões de euros e o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos outros 36 milhões de euros, enquanto entidades executoras. O sector dos transportes e das comunicações beneficia ainda de 310,1 milhões de euros que se traduzem em indemnizações compensatórias para as empresas de transportes rodoviários, marítimo-fluviais, ferroviários e aéreos, que são registados como despesas excepcionais. In: Público
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 808 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Petição reclama requalificação da linha ferroviária do Oeste Uma petição a reclamar a requalificação e modernização da linha ferroviária do Oeste foi ontem apresentada em Leiria, numa iniciativa que junta elementos de diversos partidos, autarcas, empresários e outras personalidades dos distritos de Leiria e Lisboa. A petição, designada 'Pela requalificação e modernização da infra-estrutura e pela introdução de um serviço ferroviário de qualidade na Linha do Oeste', vai estar disponível até Fevereiro para subscrição, devendo ser entregue ainda nesse mês na Assembleia da República. Um dos membros da comissão promotora da iniciativa, o deputado do Bloco de Esquerda eleito pelo Círculo Eleitoral de Leiria, Heitor de Sousa, explicou à agência Lusa que "a petição é a demonstração de que é possível mobilizar várias vontades na defesa de um projecto estruturante e estratégico para a região". Heitor de Sousa adiantou que a petição surge agora porque "se está na definição do Orçamento do Estado para 2010", diploma que "deve incluir o projecto de requalificação da Linha do Oeste", defendeu. "É agora que se definem os contornos do investimento público que vai poder ter um efeito de modernização das acessibilidades da região, na criação de uma linha ferroviária de qualidade, para pessoas e mercadorias, como alternativa ao serviço rodoviário existente de várias auto-estradas", afirmou. No texto que acompanha a petição lê-se que a linha ferroviária do Oeste, que liga Lisboa a Figueira da Foz, "corre o risco de desaparecer". "Nunca se modernizou e a CP tem vindo a reduzir serviços, a pretexto da sua fraca utilização", refere o documento que aponta ainda "a degradação constante dos padrões da oferta, limitada actualmente a dois comboios/dia", afirma a petição. De acordo com o documento, esta situação "apenas tem contribuído para tornar esta linha cada vez mais obsoleta para passageiros e residual nas mercadorias", pelo que pretende solicitar à Assembleia da República que recomende ao Governo um conjunto de investimentos estratégicos para a Linha do Oeste a partir deste ano. Entre esses investimentos está a duplicação e electrificação da linha, e a correcção do traçado, visando, no futuro, a circulação de comboios rápidos de passageiros Inter-cidades e um serviço de mercadorias eficiente. A petição exige também "um serviço de transporte, com adequados níveis de frequência, conforto e qualidade, garantindo-se que, pelo menos entre Lisboa-Leiria, o tempo directo de viagem não ultrapasse os 70 minutos". Pretende igualmente "um serviço de transporte regular para todos os concelhos, nomeadamente, Torres Vedras, Bombarral, Óbidos, Caldas da Rainha, Nazaré, Alcobaça, Marinha Grande, Leiria, Figueira da Foz e Coimbra". Esperançado que a iniciativa venha a ter grande adesão da sociedade civil, Heitor de Sousa considerou ainda que o facto de a petição ter na sua origem uma larga e diversificada base "dá mais garantias de que não vai ficar na gaveta". Entre os primeiros 45 subscritores da petição contam-se, além de deputados em representação de cada um dos partidos que elegeram parlamentares pelo Círculo de Leiria, os presidentes da Comunidade Intermunicipal do Pinhal Litoral e do Turismo de Leiria-Fátima, ex-deputados da Assembleia da República, o empresário Henrique Neto ou o médico Manuel Antunes. In: Diário de Leiria  
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 926 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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 "Temos expectativa que vamos chegar a bom porto" - Almerindo Marques Lisboa, 26 Jan (Lusa) - O presidente da Estradas de Portugual (EP), Almerindo Marques, anunciou hoje que a empresa está confiante de que as negociações com as concessionárias e com os bancos sobre as concessões chumbadas pelo Tribunal de Contas vão ser bem sucedidas. "Temos expectativa que vamos chegar a bom porto", disse aos jornalistas o presidente da EP, à saída da audição de hoje na comissão parlamentar de Obras Públicas, Transportes e Comunicações, acrescentando que acredita que "se chegará a uma posição tal que não haja lugar a compensação de nenhuma espécie" aos consórcios privados a quem foram adjudicadas as concessões. Quanto à hipótese das construtoras envolvidas nas concessões em risco decidirem paralizar as obras, Almerindo Marques realçou que "é um cenário possível, mas é cada vez menos provável à medida que vão evoluindo as negociações". In: LUSA
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 853 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Mais Scut com portagens e cortes nas estradas Governo admite mais portagens para reduzir encargos, enquanto o custo das parcerias público--privadas chega aos 715 milhões. Investimento cai 24,5%, mas Governo não desiste do TGV e aeroporto, mas admite recalendarizar os investimentos No terreno das obras públicas, as ideias-chave são conter o investimento, nomeadamente nas estradas, e reduzir alguns encargos, com a introdução de portagens nas Scut (sem custos para o utilizador), para além das já anunciadas, de modo a não comprometer ainda mais as contas públicas. Os encargos já assumidos com a linha de alta velocidade no eixo Madrid-Lisboa prosseguem, mas não há nenhuma referência directa ao lançamento do novo aeroporto de Lisboa ainda este ano, até porque o ministro das Finanças, disse que "tanto o TGV como o aeroporto não vão ter expressão orçamental". O estudo de impacte ambiental do aeroporto deverá ser apresentado em poucos dias e o ministro António Mendonça referiu recentemente que essa é uma obra prioritária e que o País já perdeu tempo demais ao atrasar esse empreendimento. Apesar dos esforços de contenção, os encargos do Estado com as parcerias público-privadas na rodovia, ferrovia e saúde vão ascender a 715 milhões de euros este ano. O maior aumento de encargos nesta matéria será nas PPP ferroviárias, que representam, este ano, 142,9 milhões de euros (mais 61%), devido essencialmente aos compromissos já assumidos com a adjudicação do primeiro troço de alta velocidade entre Lisboa-Poceirão, da linha Lisboa-Madrid. Em contrapartida, o Governo prevê um decréscimo de cerca de 70% nos encargos com as parcerias público-privadas em exploração, face ao valor registado em 2009, pelo facto de , nesse ano, ter sido regularizado com a concessionária Metro Sul do Tejo o reequilíbrio financeiro que se encontrava pendente. Já na saúde, o custo das parcerias mais do que duplicará, ascendendo a 243,5 milhões de euros, devido aos novos hospitais em fase de concurso. O TGV e o aeroporto constam dos "quatro eixos prioritários" fixados pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, mesmo que possa haver, eventualmente, recalendarizações . O primeiro eixo consiste na melhoria e reforço das infra-estruturas e equipamentos de transporte, como as rodovias, ferrovias, aeroportos, portos e logística. Em segundo lugar surge a promoção da concorrência do sector das comunicações, nomeadamente nos serviços, redes de nova geração e televisão digital terrestre.  O terceiro eixo passa pela promoção do sector da construção e imobiliário - um dos mais afectados pela crise -, e, por último, a melhoria da governação do sector dos transportes e a integração nas cadeias internacionais de transportes, numa referência às redes transeuropeias. Mas, enquanto o documento é preciso nas estradas previstas e na preparação dos concursos para a linha de alta velocidade Lisboa-Madrid, no que diz respeito ao sector aeroportuário compromete-se apenas a prosseguir na "modernização das infra-estruturas aeroportuárias nacionais, melhorando as condições de operação e de segurança, aumentando a capacidade. No total, o Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) prevê uma forte redução de 24,5%, passando de 3,7 mil milhões de euros em 2009 para cerca de 2,8 mil milhões de euros este ano. Mas, na proposta do Orçamento do Estado, o Governo justifica essa quebra com a redução prevista quer no financiamento comunitário, quer no financiamento nacional. E diz que, quando se expurgam os valores relativos à Iniciativa para o Investimento e Emprego de 2009, há em 2010 um decréscimo de apenas 4,6%. O Governo cativou 12,5% das verbas destinadas ao investimento público, aumentando em cinco pontos o valor do ano passado. O aumento de cinco pontos percentuais nos montantes cativados significa que, para que essas verbas possam ser utilizadas é necessária uma autorização especial do Governo. Tal como afirmou o ministro das Finanças, ontem, quase à meia-noite, o Governo cativa também 40% das dotações iniciais relativas a estudos, pareceres, projectos e consultoria, aceitando assim uma sugestão do CDS. O Governo confia no plano de investimentos de obras públicas para relançar a economia e o emprego. Para lá do plano rodoviário, que segundo as suas estimativas, pode traduzir-se na criação de 37 mil postos de trabalho, as esperanças estão também depositadas no ambicioso plano nacional de barragens. Só este ano, aquele programa deverá permitir criar cerca de 3400 empregos. Esse contributo deverá crescer para mais de 18 mil empregos entre 2007 e 2014. Segundo a proposta de OE o plano de barragens "não implica acréscimos de despesa para o Estado", já que o valor da energia gerada pelos novos equipamentos consegue financiar as despesas de investimento, permitindo que este seja realizado por concessão. As novas barragens podem mesmo "contribuir para reduzir a dívida pública", uma vez que " incluem o pagamento das transferências para o Estado". In: DN
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 795 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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ENTREVISTA: Jorge Lacão Grandes obras reavaliadas em função do endividamento O Governo está disponível para reduzir o pagamento especial por conta, ou é ponto assente que não aceita que lhe mexam? Se durante os trabalhos de especialidade for possível demonstrar de forma totalmente sustentada que uma determinada solução não compromete o agravamento do défice, o Governo certamente estará disponível para ouvir argumentos. O que não poderemos dizer à partida é que o Governo esteja disponível para diminuir as receitas, manter o compromisso para a diminuição do défice e depois não se poder justificar de forma consequente e plausível como é que esse objectivo se alcançaria. Será cumprido o compromisso  eleitoral de ter em funciona-mento até 2013 a linha de TGV Lisboa-Madrid? Continuamos a considerar que certos investimentos estruturantes, como o caso do TGV e como o caso do novo aeroporto, são imprescindíveis numa política de modernização e de competitividade internacional do nosso país. Conse-quentemente, são projectos para realizar. Será aferido, na lógica da programação das disponibilidades financeiras do País, o seu ritmo de execução. Admite que exista uma recalendarização desses grandes investimentos? Não pode deixar de ser, numa lógica de utilização dos meios disponíveis. Agora, vamos aguardar nomeadamente pelo Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), onde as trajectórias do esforço de investimento serão coerentemente enquadradas com as trajectórias também relativamente.... O Governo sinalizou ao PSD que estaria disposto a fazer alguma recalendarização das grandes obras públicas? Dissemos-lhe aquilo que é uma evidência, que o PSD creio que aceitou, que é: o Governo fará uma definição das prioridades relativamente às políticas públicas, mas numa lógica que seja coerente com a revisão do PEC. Mas a linha TGV Lisboa-Madrid até ao final da legislatura é um compromisso eleitoral.  Isso acontecerá ou não? Tenho de remeter a matéria da recalendarização para uma definição que mais compete tanto ao respectivo Ministério das Obras Públicas, como ao Ministério das Finanças, naturalmente. Espera também conseguir o apoio do PSD para o PEC? A partir do momento em que o PSD aceitou viabilizar o OE através da sua abstenção, naturalmente isso traz implícita uma atitude favorável às linhas de orientação que se hão-de concretizar no PEC. O Governo está seguro de que a viabilização do OE na generalidade pelo PSD e pelo CDS  se estenderá ao longo do processo? É um princípio de boa-fé. Não faria sentido nenhum que partidos que em nome do interesse nacional assumem concorrer para viabilizar o OE através da abstenção quisessem depois, através de votações cruzadas na especialidade, descaracterizar esse mesmo OE. Seria uma atitude que politicamente ninguém compreenderia e eu estou ciente que também não é esse o propósito nem do CDS nem do PSD. Da parte do líder do CDS ouvimos  falar em abstenção construtiva e, da parte de  Manuela Ferreira Leite ouvimos falar de uma não exigência de soluções sectoriais para viabilizar o OE nos termos em que declararam fazê-lo. Seguindo o seu pensamento, PSD e CDS estão obrigados, durante a especialidade e até à votação final global, a não aprovar nada sem antes ter o acordo do PS, é isso? É essa a minha convicção e creio que é esse também o propósito desses partidos. In: DN
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 919 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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OE2010 diz que é prioridade em matéria de acessibilidades Governo quer “alinhar o transporte aéreo” com “prioridades do turismo” “Alinhar o transporte aéreo, em todas as suas vertentes, com as prioridades do turismo” é a “prioridade” em matéria de acessibilidades definida pelo Governo, que na proposta de Orçamento do Estado para este ano especifica estar a referir-se às “infra-estruturas aeroportuárias”, à “transportadora aérea nacional”, à “captação de novas rotas” e a “parcerias com operadores e companhias aéreas externas”. As medidas enunciadas no Orçamento de Estado incluem a revisão do PENT, a implementação do RNT, a extensão a Espanha e às comunidades de emigrantes e luso-descendentes da campanha “Descubra um Portugal Maior”, a criação do Plano Nacional para a Gastronomia, a formação e a criação de um fundo para a captação de congressos internacionais com mais de mil participantes, que já tinham sido anunciadas pelo secretário de Estado Bernardo Trindade, em intervenções públicas. O documento divulgado ontem pelo ministro das Finanças começa por definir o Turismo como “sector estratégico da nossa economia” e diz que devem “ser desenvolvidos esforços no sentido de requalificar a nossa oferta turística, estimular a competitividade do tecido empresarial do sector e inverter a tendência de quebra de fluxos turísticos verificada em 2009”. A primeira medida enunciada é a revisão do PENT – Plano Estratégico Nacional do Turismo, “adaptando objectivos e metas à conjuntura económica e às tendências internacionais do sector do turismo, tendo em vista melhorar a competitividade”. A implementação do Registo Nacional de Turismo, “para promover uma melhor articulação Estado-Empresa, que aumentará o conhecimento sobre a realidade da oferta turística nacional”, e a criação de “um novo programa de intervenção no sector do turismo que reforçará a sua intervenção na requalificação de infra-estruturas, nomeadamente em centros de congressos e em regiões com forte potencial de desenvolvimento deste produto”, são outras medidas especificadas. O Governo assinala ainda a decisão de apoiar “o investimento através da Estratégia de Eficiência Colectiva Turismo 2015, na qual se prevê o lançamento de concursos com dotações orçamentais próprias para as empresas do sector, valorizando as especificidades regionais e o mérito da actividade desenvolvida” e indica que prevê “dar continuidade ao processo de reclassificação dos empreendimentos turísticos”.´ No domínio da formação profissional, a Proposta de Lei refere que o Governo vai “prosseguir com o projecto de certificação internacional das escolas de hotelaria e turismo, em parceria com a Escola de Lausanne”, quer “aumentar o número de formandos e a capacidade formativa, através da construção e reabilitação de unidades escolares” e “colocar, nesta legislatura, 1000 jovens em formação no posto de trabalho”. “Incentivar a criação de programas que reforcem a formação em regiões turísticas onde a sazonalidade é mais acentuada” e “reestruturar as profissões do turismo, tornando-as mais adequadas à realidade do mercado”, são outros objectivos na área da formação. Em relação à promoção turística interna, o Governo afirma que “irá desenvolver um novo acordo de promoção turística para Portugal, reforçando os montantes financeiros envolvidos, a parceria público-privada existente e a criação de condições para a integração de novos parceiros”. Quanto à promoção externa, indica que é seu objectivo “definir um novo modelo, que deverá passar pela ligação das agências regionais à promoção externa”. “Será continuada, em 2010, a campanha Descubra um Portugal Maior com maior intensidade do mercado espanhol e alargando-a às comunidades emigrantes e luso descendentes”, diz o documento, que aponta ainda como objectivo “o reforço da Marca Destino Portugal”. Neste aspecto, o Governo especifica que aposta nesse reforço da Marca Destino Portugal “através da reavaliação do seu posicionamento estratégico, da intensificação do esforço de captação de eventos internacionais, da sua programação plurianual e do lançamento de um novo portal visitPortugal”, que define como “iniciativa fundamental para a divulgação externa do País”. O executivo indica que aposta em dar “maior visibilidade” às indústrias criativas, à gastronomia e ao património e é neste quadro que enuncia a decisão de avançar para um “Plano Nacional para a Gastronomia, aproveitando para o efeito a capacidade instalada das nossas Escolas de Hotelaria e Turismo e definindo simultaneamente uma estratégia de comunicação”. A continuidade do que o Governo tem enunciado como “simplificação administrativa” funcionará “como instrumento da política pública de apoio” com o propósito de garantir “mais informação e melhores condições de acesso ao investimento”. In: Presstur
Quarta, 27 Janeiro 2010 | 1032 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Teixeira Duarte deixa cauda do "ranking" A Teixeira Duarte é a residente mais habitual do último lugar do "ran-king" das cotadas portuguesas com maior potencial de queda. Desde que ocupou esta posição, em Março de 2009, poucas foram as semanas em que a construtora conseguiu escapar a este estatuto pouco abonatório. O potencial da construtora ainda é de queda. Mas agora inferior ao da Impresa. A Teixeira Duarte é a residente mais habitual do último lugar do "ran-king" das cotadas portuguesas com maior potencial de queda. Desde que ocupou esta posição, em Março de 2009, poucas foram as semanas em que a construtora conseguiu escapar a este estatuto pouco abonatório. A semana que passou foi uma dessas excepções, uma vez que a empresa com maior potencial de queda da praça portuguesa é agora a Impresa, cotada também habituada a estas andanças. A troca de posições ocorreu devido à queda mais acentuada das acções da construtora, mas sobretudo devido à revisão em alta efectuada pelo BPI ao preço-alvo da empresa. A casa de investimento subiu o preço-alvo da Teixeira Duarte de 0,45 euros para 0,90 euros e melhorou a recomendação de "vender" para "reduzir". Uma alteração que provocou uma subida do preço-alvo médio da empresa de 0,56 para 0,79 euros, uma avaliação que representa agora um potencial de queda de 19%, bem inferior ao da semana passada, de 48%. O último lugar da tabela é agora ocupado pela Impresa, que dado o preço-alvo médio de 1,11 euros, regista um potencial de queda de 30%. Ainda assim o potencial é inferior ao da semana anterior (41%), uma vez que as acções da empresa desceram 8,67% e o BPI também subiu o preço-alvo da cotada. A avaliação subiu de 1,00 para 1,65 euros e a recomendação permanece em reduzir. In: Jornal Negócios
Terça, 26 Janeiro 2010 | 825 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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