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Notícias/Últimas
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...já era temido há mais de uma década Há 11 anos que a Câmara Municipal da Amadora alertou para o perigo do deslizamento de terras na CREL (Circular Regional Exterior de Lisboa), chegando mesmo a comunicar os factos ao Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP). Mais de uma década depois, a autarquia acusa os proprietários dos terrenos de inércia e exige o apuramento de responsabilidades pela derrocada que se verificou a 22 de Janeiro. Fonte do gabinete do vereador dos Transportes e das Obras Municipais da Câmara da Amadora, Gabriel Oliveira, garantiu ao DN que "em 1999 a Câmara Municipal da Amadora notificou os utilizadores dos terrenos, para retirarem as terras colocadas sem autorização no local e que originaram alterações à topografia da zona. Perante a inércia dos utilizadores, comunicou-se tal facto ao DIAP, em 1999". Relativamente ao acidente que levou ao corte de trânsito entre Carrenque e o Nó de Belas, a câmara garante que "procedeu em devido tempo, a todas as notificações e procedimentos legais para o proprietário realizar as obras de estabilização dos taludes". A autarquia faz questão em reafirmar que o proprietário do terreno é a "Edifundo, gerido por ESAF (Espírito Santo Activos Financeiros) - BES)". Apesar de fonte oficial do ESAF já ter dito ao DN que "a ESAF tem apenas a gestão do fundo. Não é proprietária do fundo nem do terreno". E que "o Grupo Obriverca é o único proprietário do fundo que detém o terreno em causa", o DN sabe que foi ao Grupo Espírito Santo que a Brisa pediu autorização para realizar as obras que estão a decorrer no local onde se deu a derrocada. Isto, porque como nos foi afirmado, "quem gere um fundo é o proprietário do mesmo". De qualquer forma, o DN contactou o Grupo Obriverca ontem pela segunda vez desde que se deu o deslizamento de terras, mas até à hora de fecho desta edição não obteve qualquer resposta. Desde essa altura, que a Câmara da Amadora e a Brisa têm "procurado apresentar soluções para a rápida abertura do IC16 - CREL, no troço em que sucedeu o incidente". Isto, segundo a autarquia, que afirma ter sido "concertado entre as partes, que a Brisa iria desencadear as obras de reabertura da CREL, cabendo a esta Entidade dar informação relativa a prazos, levantamentos técnicos, custos, alternativas de tráfego e a respectiva responsabilização dos proprietários". Confrontada com estas e outras questões, fonte da Brisa disse que está a ser concluída a análise técnica da situação e "a Brisa poderá vir a definir um horizonte temporal para a reabertura da CREL à circulação rodoviária ainda no decorrer desta semana". Sem conseguir quantificar a quantidade de terra que já foi retirada, a Brisa garante que "os trabalho estão a decorrer a bom ritmo". No local encontram-se desde o início das obras 60 camiões a trabalhar a tempo inteiro, tendo parado apenas duas vezes: a primeira durante uma noite da semana passa e a segunda durante praticamente todo o domingo e o dia de ontem. Tudo isto devido à chuva. Uma situação que poderá vir a repetir-se durante esta semana, já que segundo o Instituto de Meteorologia estão previstas chuvas dia sim dia não, esperando-se inclusive fortes chuvadas para alguns dias. "A reabertura da CREL depende do ritmo dos trabalhos e estes dependem muito das condições climatéricas", conclui a Brisa. In: DN
Terça, 09 Fevereiro 2010 | 1414 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Foram detectadas irregularidades na Estradas de Portugal, CP, Metro de Lisboa, Refer e Transtejo O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, ordenou ontem uma inspecção mais aprofundada a cinco empresas públicas por si tuteladas. Estas inspecções, caso se justifique, serão remetidas de imediato ao Ministério Público. As ordens do ministro surgiram na sequência de uma série de auditorias pedidas pelas Obras Públicas, na sequência das notícias sobre o envolvimento de funcionários de empresas públicas no caso Face Oculta. Já foram auditados 35 orga- nismos e empresas. Agora o ministro quer saber mais sobre a Estradas de Portugal, o Metropolitano de Lisboa, a Refer, a Transtejo e a CP. Das auditorias iniciais, divulgou ontem o Ministério das Obras Públicas em comunicado, "pode concluir-se que 22 das entidades tuteladas nunca se relacionaram com empresas do Grupo Godinho; sete relacionaram-se dentro dos parâmetros legais e em cumprimento dos procedimentos contratuais; e apenas em cinco casos foram detectadas irregularidades: Estradas de Portugal, Metropolitano de Lisboa, Refer, Transtejo e CP - Comboios de Portugal", especifica o ministério. Nestas irregularidades, contudo, "não se evidenciaram situações de fraude ou corrupção", sublinha ainda a tutela. Segundo o comunicado de António Mendonça, "nos casos das cinco entidades em que foram detectadas irregularidades nas respectivas relações contratuais concluiu-se que o sistema de controlo interno não existiu ou não funcionou eficazmente", tendo sido por isso accionadas medidas disciplinares e de gestão nas empresas. In: i  
Terça, 09 Fevereiro 2010 | 1106 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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A Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP) apresenta hoje o balanço da actividade do sector da construção em 2009, que afirma ter sido «um dos piores» anos de que há registos estatísticos. O balanço de 2009 será feito hoje durante uma conferência de imprensa, em que também serão apresentadas as perspetivas para este ano que, segundo a FEPICOP, «se revelam muito preocupantes».   Hoje «serão divulgados os números que espelham a evolução que a construção terá registado em 2009 e que reflete a pior crise que o sector já conheceu nas últimas décadas», lê-se na convocatória da conferência de imprensa. In: Diário Digital / Lusa  
Terça, 09 Fevereiro 2010 | 1187 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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5,5 milhões para arranjar 880 fogos A candidatura aos fundos comunitários para reabilitar 880 fogos na Urbanização de Vila d'Este, em Gaia, foi aprovada no início da semana. São 5,5 milhões de euros para intervir nos edifícios degradados daquele aglomerado, onde vivem mais de 17 mil pessoas. A verba aprovada diz respeito à primeira candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional). A proposta incluía a requalificação de exteriores (4,5 milhões de euros), aprovada há um ano, e a reabilitação do edificado (5,5 milhões de euros), que foi reprovada. Perante o chumbo, a Câmara reformulou a candidatura e incluiu-lhe factores de beneficiação energética. "Foi aprovada na segunda-feira e será assinada em breve", afirmou, ao JN, Marco António Costa. O vice-presidente da Câmara de Gaia adiantou que aproveitará o momento para sensibilizar os responsáveis da Comissão Europeia para a apreciação da segunda candidatura para a reabilitação dos blocos de Vila d'Este, no valor de 10 milhões de euros. No capítulo da reabilitação, o autarca adiantou também que a Câmara, em parceria com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), vai avançar com a recuperação do empreendimento do Cabo Mor, em Mafamude. "Serão feitas obras de reabilitação do edificado, que está muito degradado, haverá uma reorganização social do espaço e também um arranjo exterior que contempla a construção de uma área desportiva", destacou Marco António Costa. Numa cerimónia, ontem de manhã, a Câmara assinou protocolos semestrais de transferências de competências para as 24 juntas de freguesia de Gaia, num total de 2,6 milhões de euros. A verba servirá para reparações na via pública, nas escolas primárias e para a manutenção de jardins. Foram ainda celebrados dois protocolos com as juntas do Olival e de Oliveira do Douro, de 40 mil euros, para reparações específicas. In: JN    
Segunda, 08 Fevereiro 2010 | 1185 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Demolição de 30 casas e arrumos Intervenção na Madalena, que custará 1,3 milhões de euros, arranca dentro de dois meses A recuperação das dunas na frente marítima da Madalena, em Gaia, implicará a demolição de 30 casas e arrumos. A intervenção deverá arrancar dentro de dois meses. A adjudicação da obra, que custará 1,3 milhões de euros, foi aprovada esta semana. Tornar toda a marginal mais atractiva, com circuitos para passeios a pé e de bicicleta, recuperando em simultâneo o lençol dunar, é o propósito da Câmara de Vila Nova de Gaia. Aliás, a intenção é, "ainda durante este mandato, concluir a intervenção do último troço, entre a Madalena e Valadares", afirmou, ao JN, o vereador das Obras Municipais, Firmino Pereira. As obras na Madalena, entre as ruas do Alto das Chaquedas e do Cerro, prevêem, para meados de Abril, o início da demolição da maioria das casas e dos anexos. "Durante dezenas e dezenas de anos, os gaienses conviveram com aquelas habitações, construídas desde a década de 70, em cima das dunas. Chegou a altura de mudar também a imagem da marginal da Madalena", observou Firmino Pereira. Apenas uma expropriação "Se é verdade que algumas casas são de primeira habitação, a maioria são segundos imóveis", explicou o vereador das Obras Municipais, salientado o facto dos acordos com os proprietários estarem a ser firmados de "forma amigável". Aliás, em todo este processo, a Autarquia prevê apenas "uma única expropriação". Da mesma forma, o autarca garantiu que a empreitada "em nada vai interferir com o início da época balnear", uma vez que "as obras não terão qualquer tipo de impacto na zona" frequentada pelos banhistas. "Trata-se de uma área sensível com características ambientais e ecológicas importantes e que carece de uma requalificação urgente", lê-se no estudo feito sobre aquela zona. In: JN    
Segunda, 08 Fevereiro 2010 | 1641 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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...de euros para afastar suspeita de cartelização A Lafarge Brasil pagou 43 milhões de reais (16,7 milhões de euros, ao câmbio actual) para chegar a acordo com as autoridades da concorrência brasileiras e ser excluída de investigações ao alegado cartel brasileiro do cimento. A cimenteira francesa assinou no final de 2007 um termo de compromisso de cessação de prática com o Conselho Administrativo de Defesa Económica (CADE), uma das autoridades da defesa da concorrência no Brasil, garantindo assim que o "processo que investiga o suposto cartel no mercado de cimento" fosse suspenso em relação a si, revelou ao PÚBLICO a secretária da Defesa Económica do Brasil (SDE), Mariana Tavares. A iniciativa, de acordo com o organismo brasileiro, partiu da própria Lafarge, que assinou simultaneamente um compromisso destinado a "preservar e promover" condições de sã concorrência no mercado dos cimentos. No entanto, o sector dos cimentos mantém-se sob suspeita da Justiça brasileira. Isso mesmo disse Mariana Tavares, explicando tratar-se de "um sector problemático e sob escrutínio das autoridades há mais de 50 anos." A SDE abriu em 2007 o processo "que ainda está a decorrer, e em que existem indícios muito sólidos" de cartelização, e em que uma das práticas observadas tem sido a de impedir a entrada de novos concorrentes no mercado. Por isso, o negócio da Cimpor voltou a fazer soar o alarme, frisou a responsável do organismo que investiga infracções económicas. "Pelas movimentações que percebemos entre a Cimpor, Camargo e Votorantim, tudo parece indicar que a resistência em aceitar a OPA se deve à tentativa de evitar que a CSN desorganize o alegado cartel, impedindo também que ela [CSN] cresça fora do Brasil", disse. As averiguações ligadas à suspeita de cartelização no cimento (concertação de preços) envolvem um conjunto de empresas que representam cerca de 90 por cento do mercado brasileiro e onde se incluem a Cimpor Brasil, Votorantim e Camargo Corrêa. A Votorantim, que conseguiu entrar no capital da Cimpor através da compra dos 17,3 por cento detidos pela Lafarge, é parceira da Camargo na construção de uma fábrica de cimento no Paraguai e na Usiminas, siderúrgica concorrente da CSN. Em troca das acções, a Lafarge vai receber fábricas da Votorantim que complementem a sua presença no Brasil, ou, caso a OPA lançada pela CSN seja bem-sucedida, será paga em dinheiro, uma vez que a Votorantim assume sair da corrida se o seu rival conseguir captar mais de 50 por cento dos direitos de voto da Cimpor. Ou seja, se a CSN, que apenas se lançou no mercado dos cimentos no Brasil no ano passado, não conseguir convencer os accionistas da Cimpor a vender a empresa (incluindo as oito fábricas brasileiras), o mercado interno deste país não será substancialmente alterado. Operação sob suspeita É neste quadro de práticas restritivas da concorrência que a SDE está a olhar para o interesse da Camargo Corrêa e da Votorantim na Cimpor, admitindo a possibilidade de as duas empresas estarem em conluio a tentar travar a entrada da CSN na cimenteira portuguesa. Mariana Tavares explicou que a SDE "vai olhar com muita atenção" para o negócio entre Lafarge e Votorantim e revelou apreensão com o desenrolar dos acontecimentos na OPA da CSN. "As movimentações após 18 de Dezembro [data do anúncio], pareceram-nos bastante suspeitas; a oferta irregular da Camargo, segundo a CMVM, o interesse da Votorantim e as justificações pouco fundamentadas da administração da Cimpor para rejeitar a oferta deixaram-nos preocupados", admitiu Mariana Tavares, acrescentando que "todos estes factos somados são bastante suspeitos." A SDE abriu já um processo de averiguações, tendo pedido esclarecimentos à Cimpor, CSN, Camargo e Votorantim, e contactado a Autoridade da Concorrência, que já deu conta das preocupações brasileiras à CMVM. Também as autoridades europeias "foram alertadas" para o facto de o alegado "cartel do cimento poder estar a operar na União Europeia." Um mercado atraente Em 2008, o Brasil consumiu cerca de 52 milhões de toneladas de cimento, o que equivale a um crescimento de 14,4 por cento face ao ano anterior. De 2007 para 2008 o país deu um salto no ranking, passando do nono para o quinto lugar entre os maiores consumidores de cimento a nível mundial. E espera-se que continue a crescer, seja pelo crescimento da economia, seja através de grandes projectos como os Jogos Olímpicos e o Mundial de Futebol. Em 2008, ano em que o Brasil registou um consumo-recorde de cimento, a Votorantim, líder de mercado, produziu mais de 18,6 milhões de toneladas, seguindo-se o Grupo João Santos (5,8 milhões), a Cimpor (4,3 milhões), a Camargo (3,9 milhões), a Holcim (3,7 milhões) e a Lafarge (2,9 milhões). A Cimpor e a Lafarge chegaram ao Brasil na década de 90. Os franceses comprararam primeiro a Ponte Alta e depois as fábricas da Matsulfur, tendo a Cimpor entrado no mercado em 1997, com a aquisição da Cisafra e dos activos da Bunge International, na sequência de uma nova vaga de consolidações a nível internacional que se iniciou nos anos 70. Hoje, existem menos de dez multinacionais neste sector. In: Público
Segunda, 08 Fevereiro 2010 | 1383 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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...ainda não convencem portugueses Os edifícios bioclimáticos permitem um ambiente mais confortável e gastam menos energia, sendo mais económicos, mas os portugueses ainda resistem a optar por estas casas, por falta de sensibilização e também pelo preço inicial, que pode ser mais elevado. A orientação do edifício, com as divisões mais utilizadas viradas a sul, a distribuição das áreas envidraçadas, a ventilação e a forma de utilizar os materiais são factores decisivos para obter uma casa bioclimática, ou seja, uma casa que "responde" bem às condições do clima, sem grandes necessidades energéticas. Porém, na hora de comprar um imóvel, os portugueses não questionam a eficiência energética da construção, como já fazem quando adquirem um frigorífico, por exemplo. Estão mais preocupados com o preço e a localização do novo lar. Segundo alguns técnicos do sector, as casas bioclimáticas apresentam um preço inicial mais elevado, um acréscimo recuperado a médio ou longo prazo, com a redução dos custos energéticos. Outras opiniões referem que se trata de usar os mesmos materiais, mas de forma diferente, o que não implica aumento de investimento. "A arquitectura bioclimática consiste em projectar um edifício tendo em conta a sua envolvência climatérica e as características do local" de modo a "maximizar o conforto ambiental no interior", na temperatura e humidade, mas também na acústica, luminosidade e qualidade do ar, referiu à Lusa o director técnico da consultora Carbono Verde, Pedro Carvalho. Pretende-se "ter o máximo conforto térmico com o mínimo consumo de energia", resumiu o técnico, salientando que não basta passar a habitar um edifício bioclimático, é "fundamental" que os consumidores saibam utilizá-lo, caso contrário "pode gastar-se tanto como uma casa não bioclimática". O responsável pelo sistema de avaliação de sustentabilidade LiderA, Manuel Pinheiro, defendeu que "fazer casas bioclimáticas não é mais caro do que fazer das outras", já que se trata de optar por uma forma de construção, tendo cuidado com alguns pontos, como a orientação do edifício ou o isolamento. No entanto, "tem de ser pensado no projecto". Manuel Pinheiro realçou que a construção tradicional, que atendia às condições do clima, perdeu terreno, "mas está a ser retomada, a diferentes níveis" e começa a haver no mercado procura para este tipo de casa. Em Portugal, "ainda há poucos exemplos de casas a seguir estas regras", como apontou também a técnica da DECO/Proteste Isabel Oliveira. "Não há procura, não há oferta", resumiu o director geral da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS), Pais Afonso. "Quando existir um verdadeiro mercado de arrendamento, teremos mais procura de edifícios racionais", defendeu Pais Afonso, realçando que esta é uma "razão específica" para a situação em Portugal, onde a preocupação face à sustentabilidade ambiental é mais recente do que em outros países europeus. In: DN
Segunda, 08 Fevereiro 2010 | 1513 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Autarquia diz que é uma obra prioritária para melhorar as condições do equipamento e o seu redimensionamento face ao aumento de utentes A Câmara de Ovar autorizou o início de procedimento de concurso público da empreitada de requalificação do Mercado Municipal, bem como o respectivo programa de procedimento e respectivo júri. Avaliada em 2,2 milhões euros, esta empreitada é financiada no âmbito do “Programa Parcerias para a Regeneração Urbana”, do QREN, contempla a requalificação do espaço feira, da praceta e acesso, do espaço talhos e sanitários, dos passeios da envolvente e percursos na Ribeira Sra. da Graça, e a reabilitação dos espaços de venda de peixe, produtos hortofrutícolas e queijos. Trata-se uma obra prioritária para autarquia que visa a melhoria das condições do equipamento e o seu redimensionamento face ao aumento de utentes. A ASAE encerrou o Mercado Municipal de Ovar no dia 27 de Outubro de 2007, alegando falta de higiene e de condições. Na altura, o director nacional de operações da ASAE dizia que a decisão de fechar o mercado foi tomada depois de verificar que não havia condições mínimas para o manter de portas abertas. O mercado haveria de reabrir alguns dias depois após diversas “arrumações” feitas no seu interior. Mas o mercado do peixe ficou definitivamente encerrado, tendo a autarquia adquirido bancas frigoríficas para instalar as vendedoras do peixe. Os produtos horto-frutícolas transferiram-se para a zona onde se instalavam os comerciantes de etnia cigana que, por seu turno, não ficaram muito satisfeitos por terem de ir vender para o estacionamento exterior ao mercado. In: Diário de Aveiro
Segunda, 08 Fevereiro 2010 | 1200 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Prevenção criminal Os recentes crimes violentos associados a grupos de cidadãos estrangeiros, no Algarve, levaram as autoridades a intensificar as acções de fiscalização. Em apenas cinco dias, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) identificou mais de mil pessoas, 24 das quais foram detidas por estarem em situação irregular no país. Apesar do acréscimo das operações, as desencadeadas na última semana em simultâneo com a GNR, PSP, Polícia Judiciária e Aeroporto Internacional de Faro permitiram perceber que "há menos estrangeiros nos vários locais que habitualmente frequentam". Segundo Carlos Matos, do SEF, a explicação poderá estar no facto de haver menos obras de construção civil na região e de muitos estabelecimentos de restauração e de diversão nocturna estarem fechados ou terem menos clientes nesta altura do ano. "Em locais de concentração de imigrantes, como terminais de autocarros, verificámos que há menos pessoas a chegar e a sair do Algarve. Também nas obras, bares e restaurantes o número de trabalhadores em situação irregular diminuiu", esclareceu. As acções decorreram entre os dias 1 e 5 em Faro, Loulé, Albufeira e Portimão. Foram identificados 1035 estrangeiros - a maioria de origem africana, do Leste europeu e brasileiros -, dos quais 24 foram detidos por permanência irregular e 16 notificados para abandono voluntário do país. Alguns estavam referenciados por crimes de menor gravidade. Metade das detenções (12) ocorreu em apenas um dia, sexta-feira. Três cidadãos, com processos de expulsão, foram de imediato conduzidos à fronteira. Outros três foram notificados para abandonar o país.  In: JN  
Segunda, 08 Fevereiro 2010 | 1151 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Trabalhadores nem sabem se a firma ainda existe Cerca de 40 funcionários de uma empresa da Maia estão desde Dezembro sem receber salários e nem sabem se a empresa onde trabalharam, muitos durante 20 anos, ainda existe. O patrão fechou as portas e não assina sequer a declaração para o desemprego. A "ZN-Revestimentos de Zinco e Cobre", sediada em Vila Nova da Telha, na Maia, chegou a ser considerada uma das melhores empresas da Europa na sua área. Durante os seus cerca 20 anos de existência, já chegou a ter 60 funcionários. Nos últimos anos, funcionava com perto de 40. As dificuldades eram muitas, reconhecem alguns dos trabalhadores. Acumularam-se dívidas às Finanças e à Segurança Social e, em 2005, foi accionado o Plano Especial de Recuperação de Empresas, para que se pagassem os valores em atraso em prestações. Com o agudizar da crise na construção civil em 2008, a situação complicou-se. Mas o então sócio-gerente João Pedro Maia garante que nunca falhou o pagamento de qualquer salário e que a "ZN" era viável. "A empresa estava a passar dificuldades, mas tinha carteira de obras e clientes", sublinha João Pedro Maia. Também ele está, desde Novembro, sem receber salários e, desde 31 de Dezembro, suspenso num processo que visa o despedimento. João Pedro Maia geriu a "ZN" de Setembro de 2007 até 19 de Novembro passado, altura em que passou a pasta ao seu sócio. "Tínhamos combinado que cada um geria a empresa durante dois anos. Acabara o meu mandato e pensei que ele levasse a firma a bom termo", explica. Fechaduras mudadas Mal assumiu a gestão da "ZN", o outro sócio terá mandado efectuar uma auditoria. Alegando que durante esse período nenhum funcionário poderia estar nas instalações, mandou todos para casa de férias. "No dia 30 de Dezembro, pelas 18 horas, quando o pessoal administrativo ia despedir-se do gerente, desejando-lhes boas entradas, ele informou-os que iam de férias", relata Rui Sousa, um dos trabalhadores visados. A "ZN" estará fechada desde então. "O gerente mudou as fechaduras e levou os computadores. Estamos sem saber nada sobre a situação da empresa", denuncia aquele funcionário que, tal como os seus 40 colegas, está sem receber salários desde Dezembro, incluindo o subsídio de Natal. Desesperados, os funcionários apresentaram queixa no Ministério do Trabalho, onde foram aconselhados a pedir a cessação do contrato de trabalho. Foi o que fizeram. Mas o gerente da empresa ainda não terá assinado as declaração de rendimentos em atraso e para o desemprego. Por isso, continuam sem saber quando vão receber algum dinheiro. "Os colegas ucranianos já tiveram que ir ao banco alimentar pedir ajuda", denunciam os trabalhadores. O JN tentou obter esclarecimentos do actual gerente da "ZN" mas não foi possível estabelecer qualquer contacto em tempo útil. In: JN  
Segunda, 08 Fevereiro 2010 | 1422 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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