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Notícias/Últimas
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Novo terminal de passageiros do aeroporto internacional de Luanda entra hoje em funcionamento O novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, que beneficiou de obras de ampliação e modernização, entra hoje em funcionamento, informou o director do Gabinete de Comunicação e Imagem do aeroporto. Agostinho Filipe garantiu que, a partir de terça-feira, todo o serviço de embarque, desembarque e check-in dos voos internacionais vão ser feitos no novo terminal, deixando o terminal doméstico de atender passageiros. As obras de ampliação e modernização do aeroporto levaram ao aumento do número de salas de embarque, balcões, tapetes para recepção de bagagens e da capacidade de atendimento de passageiros de 400 para mil por hora, elevando o movimento anual de 1,2 milhões pessoas para 3,6 milhões. As obras da primeira fase adjudicadas às empresas brasileiras Odebrecht e portuguesa Somague e fiscalizadas pela Dar Al Handasah prolongaram-se por sete meses. As obras globais da recuperação do aeroporto vão custar 153 milhões de dólares, segundo anunciou o o ministro dos Transportes de Angola, Augusto Tomás, aquando da abertura das novas instalações realizada domingo. Está igualmente em construção em Viana, a 40 quilómetros de Luanda, o novo aeroporto internacional de Luanda, com duas pistas duplas e capacidade para receber 10 mlhões de passageiros por ano. O novo aeroporto que está a ser construído pela China International Fund Limited deverá ficar concluído em 2010. Fonte: macauhub
Terça, 05 Janeiro 2010 | 2089 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Angola - Benguela perspectiva 135 mil fogos habitacionais até 2012 Benguela - A Direcção Provincial de Urbanismo e Habitacional de Benguela prevê construir 135 mil fogos habitacionais até 2012, informou nesta terça-feira o director da instituição, Zacarias Kamuenho.   De acordo com o responsável, o projecto vai beneficiar 810 mil famílias e será desenvolvido faseadamente e por sub-programas, prevendo-se que as primeiras residências sejão entregues no fim do ano em curso.   Segundo Zacarias Kamuenho, para o presente ano está prevista a edificação de 20 porcento do projecto e 40 porcento para o ano seguinte, enquanto os restantes 40 porcento serão concluídos em 2012.   A fonte acrescentou que existem cerca de 20 propostas de promotores para a construção de residências sociais e de média renda.   Quanto às reservas fundiárias, o director revelou que existem 20 mil hectares distribuídos pelos nove municípios.   Adiantou que este ano o sector vai infra-estruturar 900 hectares no âmbito dos quatro sub-programas: iniciativas públicas, iniciativas privadas, cooperativas e auto-construção dirigida.   Deu a conhecer que, de acordo com o programa existente, o governo fará a entrega dos primeiros blocos urbanizados no segundo trimestre do ano em curso.     Fonte: Angop
Terça, 05 Janeiro 2010 | 942 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Obras Públicas aprovam em 2009 bases para baixa de preços de material Luanda – O incentivo para o aumento e redução dos preços de materiais de construção civil no país, com aprovação da isenção de impostos aduaneiros e do projecto Nossa Casa, constituíram, entre outros, temas relevantes durante 2009, para impulsionar o desenvolvimento das obras públicas no país.   Aprovado pelo Conselho de Ministro, a isenção de impostos aduaneiros e de consumo sobre os materiais de construção civil destinados a casas sociais facilitará a obtenção de residências próprias por parte da população, estimulando a redução dos valores aplicados sobre as moradias.   O decreto que abri novas perspectivas para o sector da comercialização do material de construção, bem como contribui para a diversidade e qualidade do produto utilizado em obras de baixo custo demonstra o empenho do governo em resolver as principais preocupações da população, em particular dos jovens na aquisição da casa própria.   Com o processo de reconstrução nacional em curso, o diploma vai incitar o sector privado a investir na indústria de materiais de construção o que dará uma maior dinâmica na recuperação e construção de infra-estruturas e gerar mais postos de trabalho.   Esta visão governativa, face ao desafio de absorção do défice habitacional, da melhoria das condições de habitabilidade das famílias angolanas e em especial da qualidade de vida das populações nas áreas peri-urbanas, foi enaltecida pela população e responsáveis de empresas de construção civil.   Empreiteiros e população em particular manifestaram a sua satisfação pela medida, numa altura em que se registam obras em todo o país, fruto da conquista da paz..   Já o projecto “Nossa Casa, que inclui o sub-projecto Kit “Minha Casa” e cuja finalidade é a venda conjunta de todos os materiais de construção, facilitará o acesso do produto para a edificação de casas sociais no sistema de auto-construçãoo dirigida.   O kit da futura rede de comercialização de materiais de construção está a ser implementada pelo Programa de Reestruturação do Sistema de Logística e Distribuição dos Produtos Essenciais à População (Presild).   A iniciativa vai permitir a construção de 600 mil habitações em todo o país, dentro do programa de edificação de um milhão de casas, em quatro anos e o preço para a aquisição do Kit varia de 20 a 22 mil dólares. As casas modelo do projecto terão 100 a 120 metros quadrados.   O projecto dá maior alento aos cidadãos por sentirem mais próximo a realizações dos seus anseios de aquisição da casa própria, e evidencia a preocupação do governo na construção de habitação que contribui para a estabilidade social das sociedades e garante às famílias condições para uma vivência harmoniosa.   Com essas  politicas os empreiteiros sentem-se obrigados a erguer infra-estruturas com maior qualidade e diminuir os preços de venda de residências, porquanto mais empresas poderão surgir no sector das obras públicas.   Será necessário também um maior controlo por parte do governo e fiscalização no mercado sobre os preços dos materiais de construção isentos de impostos aduaneiros.   Numa visita de trabalho à província do Moxico, o ministro das Obras Públicas, Higino Carneiro, garantiu que o governo está a desencorajar a especulação de preços do material de construção para facilitar a obtenção de casa de baixa renda.   O governante disse existir equipas que trabalham na fiscalização e regularização dos preços do material de construção para permitir que os cidadãos possam adquiri-lo a preços acessíveis e construírem residências condignas.   Essas medidas estimularão, também, os empresários a melhorar a sua prestação de serviços, recorrendo a tecnologias modernas e com maior qualidade. Fonte: Angola Press
Terça, 05 Janeiro 2010 | 2047 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Ainda há 90 escolas em obras no início do segundo período Alunos dizem que barulho é o principal problema. Só 15 escolas terminaram obras O primeiro dia de aulas depois das férias de Natal na Escola Secundária com 2º e 3º Ciclo Gil Vicente, em Lisboa, foi de chuva e lama. Muita lama. Este é um cenário provocado pelas obras e que por estes dias é comum à maioria das 90 escolas que estão em remodelação. Na Gil Vicente as queixas dos alunos sobrepõem-se às vantagens de ter uma escola renovada. "O barulho das obras perturbam as aulas", é uma das queixas mais apontadas pelos estudantes que frequentam a escola Gil Vicente. Ao todo são mais de cem mil os alunos que durante este ano lectivo convivem com obras. Isto só em relação ao programa da empresa Parque Escolar EPE, que abrange as secundárias em remodelação. Ao todo, no início do ano lectivo estavam a ser alvo de remodelação 101 escolas. Destas, 15 já concluíram as obras, e outras 15 encontram-se na fase final do projecto, de acordo com os números avançados ao DN pelo Ministério da Educação. Para os sindicatos de professores e associações de pais as requalificações são vistas como "um mal necessário". Embora, Dias da Silva, dirigente da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), reconheça que "é sempre complexo por uma escola a funcionar com a obras a decorrer". Já Joaquim Ribeiro da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) lembra que "os pais têm de perceber que as obras têm de ser feitas durante o ano lectivo". Ainda assim alguns encarregados de educação já apresentaram reclamações à Confederação das Associações de Pais (Confap) relacionadas com a segurança das crianças e com a própria execução das obras que não foram concluídas de forma adequada, adianta Albino Almeida. "Mas são queixas residuais e desde o início do ano lectivo não recebemos mais de meia dúzia", refere o presidente da Confap, que encaminha todas as reclamações para as direcções regionais de educação. Um dos casos em que há queixas de má execução das obras é na escola Gil Vicente. Desta secundária, com alunos do 5º ao 12º ano, o estudante João Pedro Curto fala de "descaracterização" do espaço. "As arcadas que eram a marca da escola desapareceram. Tudo o que era a Gil Vicente desapareceu", acrescenta o jovem de 18 anos. Enquanto uma aluna do 11º ano lamenta algumas falhas. "A escola está a ficar bonita, mas podia ficar melhor. Foi tudo feito à pressa e está mal acabado. O tecto da casa de banho dos rapazes já caiu e há paredes já descascadas", enumera. A biblioteca também já esteve inundada, conforme revela um estudante, que garante: "A escola estava melhor há dois anos". Ou seja, antes da requalificação começar. Fonte: DN
Terça, 05 Janeiro 2010 | 840 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Regeneração de Alburrica prevê cluster económico no Barreiro A regeneração programada da área ribeirinha de Alburrica (Repara) no Barreiro prevê a criação de um novo cluster económico naquele concelho, assente no desenvolvimento de energias renováveis e na produção de bivalves. Rui Lopo, vereador na Câmara Municipal do Barreiro, salienta que o objectivo passa por “instalar vários sistemas de economia energética ao nível da iluminação publica e de outras actividades”, bem como desenvolver mais riqueza e emprego na área da aquacultura, “que contribuirá para a construção de uma referência singular na Área Metropolitana de Lisboa (AML)”. De acordo com o autarca, o objectivo da candidatura passa também pela incorporação de novas “dinâmicas sociais e económicas ligadas ao turismo patrimonial e cultural”, que poderão ser extensíveis às áreas adjacentes, nomeadamente o Barreiro antigo e o seu centro. A zona, depois de revitalizada, deverá atingir, segundo uma estimativa, uma afluência anual de mais de um milhão de pessoas. A coesão social, a qualificação do território e a dinamização económica, “as três grandes visões estratégicas que norteiam a candidatura”, cruzam com oito grupos de acção, que visam tornar o lugar, em última instância, mais “voltado para a fruição de actividades de lazer”.   Além da construção de acessos para pessoas de mobilidade reduzida, pedonais, cicláveis e rodoviários, prevê-se recuperar os moinhos de vento da zona para implementar diversas actividades culturais e sociais, criar uma biblioteca estival, um programa de ocupação de tempos livres, bem como uma base de dados para monitorização constante do estuário do Tejo. Para reabilitar a actividade económica da zona, está prevista, tal como explica Rui Lopo, “a reconstrução das motas das caldeiras dos moinhos de maré, obras de qualificação das margens envolventes das caldeiras, a adaptação do antigo matadouro municipal e a recuperação do moinho de Maré Grande, para implementação de um restaurante gourmet”.   Com uma comparticipação de perto de 3,2 milhões de euros pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o investimento total do Repara ascende a 11,2 milhões de euros. As obras do programa, que deverão estar concluídas em 2012, contemplam também a requalificação da rua Miguel Pais, o reperfilamento da avenida Bento Gonçalves e algumas obras no Barreiro antigo, das quais se destacam a “intervenção na envolvente da escola Alfredo da Silva”. Carlos Humberto, presidente da autarquia, salienta que “a possibilidade de fazer uma intervenção profunda em Alburrica só surgiu nestes dois mandatos com a candidatura aos fundos comunitários”. “A recuperação das zonas ribeirinhas será um factor de atractividade e diversificação a mais do concelho do Barreiro”, reforça.   O edil barreirense, que lamenta não ter conseguido ainda fundos para requalificar a zona ribeirinha do rio Coina, adianta que, no total, o município conseguiu 26 candidaturas aprovadas a fundos comunitários, num total de 26 milhões de euros. “É um esforço enorme por parte da edilidade, mas esta oportunidade tinha de ser aproveitada, uma vez que, senão for agora, dificilmente será”, reforça Carlos Humberto, enfatizando a preparação de mais duas candidaturas, no âmbito da mobilidade, a ser apresentadas ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT), que “poderão subir os valores em causa”. Fonte: www.setubalnarede.pt
Terça, 05 Janeiro 2010 | 1417 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Empresa interessada na Cimpor envolvida em escândalo de corrupção A Camargo Corrêa, empresa brasileira interessada na portuguesa Cimpor, está na mira do Ministério Público Federal do Brasil, por suspeitas de pagamento de luvas, corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com o i, foram já oficializadas 14 investigações contra a Camargo Corrêa, por suspeitas de sobreavaliação de obras públicas e utilização do dinheiro extra para o pagamento de luvas a deputados, senadores e membros do sistema judicial. Fonte oficial da empresa citada pelo mesmo jornal garante que esta «cumpre escrupulosamente todas as suas obrigações legais» e diz estar «tranquila» de que isso mesmo «ficará provado na justiça brasileira em devido tempo». Fonte: A Bola
Terça, 05 Janeiro 2010 | 826 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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OPA sobre a Cimpor está suspensa até CMVM receber informações adicionais A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários pediu um conjunto de informações adicionais ao grupo brasileiro CSN, do qual depende a aprovação do arranque da Oferta Pública de Aquisição sobre a Cimpor, avança o Diário Económico. A CMVM deverá pronunciar-se sobre a operação até quinta-feira, 7 de Janeiro, quando se cumpre o prazo de oito dias corridos a contar da entrega do projecto do prospecto da oferta, previstos na lei. Todavia, «este prazo é interrompido sempre que a CMVM solicite esclarecimentos adicionais e a contagem só é retomada quando os mesmos forem prestados», explicou àquele jornal uma fonte ligada ao processo. Sem precisar quais os elementos solicitados, a mesma fonte adiantou que, até segunda-feira, o grupo brasileiro ainda não tinha fornecido os elementos solicitados. Fonte: A Bola
Terça, 05 Janeiro 2010 | 741 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Mar destrói mais 4 casas na ilha Fuseta e antecipa demolições A força do mar destruiu nas últimas 24 horas quatro casas na Ilha da Fuseta, Ria Formosa, antecipando de forma natural as demolições previstas ao abrigo do programa Polis, que podem acontecer ainda este ano. O número de habitações destruídas naquela ilha pela força da natureza desde 2008 eleva-se agora para 23, restando menos de 60 de um total de 80 casas que ali existiam, apesar de a área estar classificada como sendo Domínio Público Marítimo. Casas «rasgadas» ao meio e com o recheio de fora, colchões, sofás e loiças espalhadas pelo areal era o cenário que hoje se apresentava naquela ilha-barreira, onde as dunas recuaram cinco metros nas últimas 24 horas. Na tentativa de reforçar as dunas e impedir que o mar avance sobre as suas pequenas casas de férias, alguns proprietários têm colocado nos últimos dias grandes sacos repletos de areia frente às suas casas. As demolições de casas na Ilha da Fuseta - onde não restará nenhuma edificação -, poderão avançar ainda este ano, estando a operação dependente da velocidade da conclusão dos Planos de Intervenção e Requalificação (PIR). A ponte de madeira que dá acesso à praia também ficou destruída, estando os trabalhos de limpeza e remoção de detritos a cargo da Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa, que deverá fazê-lo ainda antes do Verão. Enquanto tira notas do que vai observando, o geólogo Sebastião Teixeira, da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve, explica à Lusa que o facto de as casas se situarem na zona dunar dificulta a sua recuperação natural. «Na zona onde estão as casas devia haver apenas dunas», diz o geólogo, acrescentando que as pessoas que ocupam as casas não permitem que a vegetação se instale o que é «determinante» para a formação de dunas, além de a presença das casas impedir a reposição de sedimentos. A Fuseta, entre Olhão e Tavira, é dos poucos casos onde as previstas demolições ao abrigo do programa Polis da Ria Formosa não estão a gerar polémica, uma vez que o núcleo não tem moradores fixos, apenas casas de férias. A faixa onde se inserem as casas ocupa cerca de 300 metros do cordão dunar, tendo sido a zona Nascente a mais afectada em termos de danos materiais, devido à ausência de dunas, o que facilitou a entrada do mar, que galgou de um lado ao outro da ilha. Fonte: Lusa
Terça, 05 Janeiro 2010 | 1082 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Governo admite isenções no pagamento de portagens na A28 As portagens na A28 continuam em agenda e serão introduzidas pelo Governo, estando previstas isenções para trânsito local e "utilizadores frequentes", revelou o presidente da Câmara de Vila do Conde. Mário Almeida falou aos jornalistas no final de uma reunião entre cinco presidentes de câmara do Litoral Norte e o ministro das Obras Públicas, um encontro onde os autarcas procuraram travar a intenção do Governo de introduzir portagens na A28, entre Viana do Castelo e o Porto. O presidente da Câmara de Vila do Conde definiu a reunião como "produtiva", tendo ficado "claro" no encontro que existirão "isenções" nas portagens para "trânsito local" e será também contemplada a situação do "utilizador frequente [da estrada], pessoas que vão para o seu emprego, as suas casas". Mário Almeida referiu que existirão novas reuniões com o Ministério das Obras Públicas, encontros ainda não agendados mas que decorrerão em breve, "onde serão analisadas outras questões", e onde os autarcas abrangidos pela A28 voltarão a defender a sua posição. "Entendemos que as portagens são lesivas do interesse das populações e do próprio dinamismo empresarial que todos procuramos protagonizar no sentido de melhorar as condições de vida das populações", frisou o autarca de Vila do Conde. Apesar das excepções contempladas para a A28, Mário Almeida promete a oposição dos autarcas da região que não se mostram dispostos a aceitar a instalação de portagens, motivo pelo qual "existirão novas reuniões" com os responsáveis das Obras Públicas. Embora reconhecendo "uma abertura do Governo" face "às muitas questões" colocadas pelos presidentes de Câmara sobre a A28, Mário Almeida explicou que o Executivo foi "muito claro" na sua posição, mesmo "tomando nota de tudo" quanto foi levado pelos autarcas. O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, não falou aos jornalistas no final da reunião com os autarcas.  Fonte: JN
Terça, 05 Janeiro 2010 | 1241 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Moagem cimento da Cimpor em Sines encerra dentro de meses A Moagem de Cimento da Cimpor - Cimentos de Portugal instalada no Complexo Industrial de Sines, desde 2003, vai encerrar nos próximos meses, devendo os trabalhadores ser transferidos para outra fábrica, avançou hoje o director da unidade fabril. "Em Conselho de Administração da Cimpor foi decidido que esta unidade de moagem iria ser desactivada", revelou à agência Lusa Joaquim Rufino, director da Moagem de Cimento de Sines da Cimpor. Segundo o mesmo responsável, o encerramento está "previsto para o final de Fevereiro ou Março". "É quando se supõe que consigamos consumir todas as matérias-primas que cá temos", acrescentou, explicando que o encerramento da unidade de Sines se baseia no facto de o mercado não justificar manter a moagem naquele local. "As saídas do produto" para o mercado "estão a abrandar", disse, acrescentando que a Moagem de Sines "nunca teve lucro". Joaquim Rufino revelou que a unidade, construída em 2003, num investimento de cerca de 37 milhões de euros, trabalhou sempre "abaixo das capacidades". No último mês "já moemos alguma coisa em Sines, mas no mês anterior moemos durante uma semana", exemplificou. Com uma capacidade total de produção na ordem das 600 mil toneladas por ano, aquela unidade de moagem da Cimpor produziu, no ano passado, pouco mais de 110 mil toneladas de cimento, quando a previsão apontava para 140 mil toneladas. A diminuição de trabalhos no sector da construção civil é admitida por Joaquim Rufino como uma das causas para as dificuldades desta unidade industrial. A unidade fabril, disse, conta com dez trabalhadores no quadro, que serão "transferidos para outro local de trabalho" aquando do fecho, e mais dez contratados através de empresas de emprego temporário e de vigilância, os quais deverão ser "dispensados". "Em relação aos trabalhadores, os efectivos têm lugar assegurado nas instalações da Cimpor em Loulé, caso queiram. Se não quiserem, poderão negociar outro lugar, eventualmente noutro local, ou pedir a desvinculação da empresa", precisou. O coordenador de Setúbal do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de Cerâmica, Cimentos e Similares do Sul e Regiões Autónomas, José Manuel Tomás, mostrou-se "preocupado" com a situação, mas destacou à Lusa o facto de o encerramento da Moagem de Sines não implicar "o despedimento dos trabalhadores". O sindicalista, que indicou que o sindicato deverá encontrar-se com os trabalhadores no início deste mês para analisar a situação, considerou que a mudança do local de trabalho vai "trazer alguns transtornos aos trabalhadores", tendo em conta que a unidade da Cimpor em Loulé - a mais próxima - fica "a mais de 150 quilómetros" de Sines. "Mas, face às circunstâncias, não haverá alternativa", disse José Manuel Tomás, que reconheceu que foi "apanhado de surpresa" pela situação e acusou a Administração da empresa, de tentar "evitar que se saiba o que se pretende fazer". A Lusa tentou contactar a administração da Cimpor - Cimentos de Portugal, que alegou não pretender prestar esclarecimentos.  Fonte: Lusa
Terça, 05 Janeiro 2010 | 982 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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