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Notícias/Últimas
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Camargo chega hoje a Portugal com proposta para a Cimpor Os brasileiros chegam hoje a Portugal e vão apresentar aos accionistas da Cimpor uma alternativa à oferta da CSN. Uma comitiva de administradores da Camargo Corrêa chega hoje a Portugal para apresentar uma proposta para a Cimpor alternativa à da CSN, apurou o Diário Económico. O documento foi ontem aprovado pelo conselho de administração do grupo brasileiro e será agora enviado à CMVM - Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e discutido com accionistas de referência da Cimpor. Entre hoje e amanhã, a empresa brasileira irá tomar uma posição pública sobre os planos que tem para a cimenteira portuguesa e as alianças que já poderá ter estabelecido com diversos accionistas de referência da Cimpor - os franceses da Lafarge (17%), a Investifino de Manuel Fino (10%) e a Teixeira Duarte (com 22%) são as hipóteses mais ventiladas. "Tendo em conta os grupos em presença e os mercados em jogo, os cenários possíveis são múltiplos", avançou ao Diário Económico fonte ligada ao processo. Outra fonte conhecedora das mais recentes movimentações em torno da Cimpor acrescentou que "a única coisa certa neste momento é que todos [os accionistas] estão a falar com todos". A Camargo Corrêa foi o primeiro grupo a reagir ao lançamento de surpresa da OPA - Oferta Pública de Aquisição da Cimpor por parte da CSN - Companhia Siderúrgica Nacional. O grupo fez saber que acompanhava o processo com muito interesse e mostrou-se disposto a discutir com os accionistas formas alternativas para garantir a estabilidade accionista do grupo português. Fonte: Económico
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 776 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Esplanada com impacto negativo no Porto PS e CDU pedem fim da estrutura junto ao "Piolho" A esplanada que está a ser montada na Praça Parada Leitão, em frente ao Café Piolho, está a gerar contestação na Câmara. O PS e a CDU criticam o impacto da estrutura e pedem a sua retirada. A maioria diz que fará o que puder para minimizar os efeitos visuais. "É uma intrusão num espaço público quase sagrado da cidade.É uma catástrofe. Trata-se de uma estrutura fixa pesadíssima que fecha os ângulos de visão" de vários monumentos, referiu o vereador socialista Manuel Correia Fernandes, no final da reunião do Executivo, onde levantou o problema. "Temos que tentar evitar este erro porque vai lá ficar muitos anos", continuou, defendendo a retirada da estrutura, antes que seja tarde. O vereador da CDU, Rui Sá, tem a mesma opinião. "É uma estrutura demasiado pesada e desadequada do local", refere, estranhando o facto do IGESPAR não se ter pronunciado sobre a obra, uma vez que fica nas imediações de importantes monumentos da cidade. A esplanada vai servir cinco estabelecimentos de restauração da Praça Parada Leitão: o Café Ancora d'Ouro (Piolho), o Café O Mais Velho, o Café Universidade, a Gelataria Cremosi e o Restaurante Irene Jardim. O projecto, que prevê a instalação de uma estrutura de metal e vidro, foi aprovado na Câmara, em Março do ano passado, e a obra está em curso. Ao JN, fonte oficial da Câmara do Porto informou que a Maioria PSD/PP foi "sensível" à reclamação apresentada pelo vereador Manuel Correia Fernandes e garantiu que serão feitos todos os esforços, para juntamente com os proprietários, procurar uma solução que diminua o impacto visual da esplanada. Já o arquitecto autor do projecto, Rui Barros Silva, garantiu, ao JN, que as estruturas que contemplam as cinco esplanadas serão "o mais transparente possível, permitindo de qualquer ponto da praça ter linhas visuais livres dos edifícios envolventes". Para Rui Barros Silva as críticas do vereador socialista só podem ser vistas como "preconceito", sublinhando que "também o projecto da Avenida dos Aliados é polémico e é de Siza Vieira". A inauguração das esplanadas está prevista para "meados de Fevereiro com uma grande animação", anunciou Edgar Guimarães, sócio do café Piolho. Fonte: JN
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 967 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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ARM promove mostra documental Com o objectivo de promoção dos fundos incorporados, o Arquivo Regional da Madeira promove mais uma mostra documental na Sala de Leitura. A exposição, aberta até ao dia 26 de Fevereiro, é dedicada ao arquivo da Direcção das Obras Públicas do Distrito do Funchal entre os anos de 1844 e 1990. A Direcção das Obras Públicas do Distrito do Funchal (DOP) exerceu uma actividade continuada desde meados do séc. XIX, primeiro sob a alçada da administração central e, após a introdução da autonomia administrativa em 1901, na dependência da Junta Geral. Para além da documentação enquadrada em funções de suporte à actividade da DOP (nomeadamente as funções associadas ao expediente e aos recursos financeiros), nestra mostra destacam-se várias séries constituídas por processos e projectos de obras que são susceptíveis de reconstituir uma parcela importante da história das obras públicas na Madeira, num período compreendido entre o Liberalismo (mais particularmente a Regeneração) e o arranque da autonomia política do arquipélago. O conjunto documental incorporado no ARM em Abril de 2008 e Fevereiro de 2009 está acessível aos leitores do Arquivo Regional da Madeira através de inventário e de uma base de dados de processos/projectos de obras públicas. Refira-se que esta iniciativa teve início em Março de 2009 e consiste na criação bimensal de um cartaz, contendo textos e imagens que divulguem um conjunto documental e os respectivos instrumentos descritivos. Simultaneamente, será disponibilizada em vitrinas alguma documentação ilustrativa e permitido o acesso aos inventários produzidos pelos arquivistas. Ao longo deste ano estão previstas novas mostras documentais, dedicadas aos arquivos da Estação Agrária da Madeira, Direcção de Serviços Industriais e Eléctricos, Câmara Municipal do Funchal, Escola Secundária Jaime Moniz e Escola Secundária Francisco Franco. Fonte: Jornal da Madeira
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 881 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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EDP lança hoje primeira pedra da central hidroeléctrica Venda Nova III   A EDP lança hoje a primeira pedra da nova central hidroeléctrica Venda Nova III, uma instalação subterrânea que tira partido das albufeiras criadas pelas barragens de Venda Nova e Salamonde, no concelho de Vieira do Minho. O projecto, que implica um investimento de cerca de 349 milhões de euros, na prática consiste em turbinar a água da albufeira da Venda Nova para a de Salamonde e alternadamente, a bombagem, em sentido oposto, aproveitando os preços mais baixos da energia nas horas de vazio. A cerimónia na Central de Frades conta com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, do secretário de Estado da Energia, Carlos Zorrinho, e do presidente do conselho de administração da EDP, António Mexia. A obra é quase exclusivamente subterrânea e inclui uma central, em caverna, localizada a cerca de 400 metros de profundidade, e um circuito hidráulico em túnel, com cerca de 4.700 metros de comprimento. A entrada em serviço de Venda Nova III está prevista para o final do primeiro semestre de 2015.A potência instalada, de 736 megawatts, constitui uma reserva operacional para os picos de consumo ou para eventuais perdas inesperadas de produção, térmico ou eólico. Os trabalhos de construção civil da nova central representam um investimento de 131 milhões de euros e estarão a cargo do consórcio MSF/Somague/Mota-Engil/Spie Batignolles. O reforço de potência de Venda Nova III é um dos seis reforços de potência de barragens que a EDP tem em estudo/construção, estando ainda prevista a construção de mais cinco novas hídricas até 2015. Fonte: Económico
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 893 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Construtoras crescem acima da média europeia  Três empresas nacionais estão entre as 100 maiores da Europa. Investimento público será importante este ano As construtoras portuguesas apresentam um crescimento do volume de negócios muito superior à média europeia. Por cá, as empresas do sector crescem acima dos 40%, mas no restante continente europeu a média global aponta para 2% ano. Há 10 anos que o sector da construção em Portugal está em contracção, mas mesmo assim o desempenho das empresas nacionais destaca-se das pares europeias. "A dinâmica das empresas portuguesas de construção é assinalável, quando comparada com as 100 maiores empresas do sector na Europa, com taxas de crescimento do volume de negócios muito superiores à média global", afirmou ontem Manuel Agria, vice-presidente da ANEOP, durante a apresentação de um estudo da Deloitte sobre o sector da construção. A média europeia aponta para crescimentos de 2% ano, enquanto que a Soares da Costa registou um crescimento do volume de negócios de 51% de 2007 para 2008, a Teixeira Duarte cresceu 41% e a Mota Engil subiu 40%, avançou o mesmo responsável. Aliás, apesar de as construtoras portuguesas terem uma dimensão inferior, apenas uma empresa europeia conseguiu superar o crescimento das portuguesas. Ainda as receitas das cinco maiores construtoras portuguesas - Mota-Engil, Teixeira Duarte, Soares da Costa, Somague e Opway - aumentaram 37% para 4,30 mil milhões de euros durante o ano passado. Apesar de ter sido um dos sectores mais afectados pela crise, este "crescimento é substancialmente superior à média europeia", sublinhou Miguel Eiras Antunes, da Deloitte. A impulsionar o crescimento das empresas portuguesas esteve a aposta crescente na internacionalização e a na diversificação. O volume de negócios internacional já representa mais de 30% do total das 50 maiores empresas e a maioria destas desenvolve negócios fora do sector da construção, nomeadamente em concessões, imobiliários, indústria, ambiente, turismo energia. Em posição de destaque surge então a Mota Engil, a Teixeira Duarte e Soares da Costa, que integram agora o ranking das 100 maiores empresas europeias. A empresa francesa Vinci continua a liderar o pelotão do top 100 das maiores empresas europeias de construção, com receitas de construção de cerca de 30 mil milhões de euros (comparado com 26 mil milhões de euros em 2007), no ano fiscal de 2008. A França domina o top 10, com três empresas, seguida pela Alemanha, com duas. A nível doméstico, 2008 foi um ano de contracção no segmento residencial, com ligeiro crescimento nas obras públicas. O crescimento do sector foi nulo, com um volume de construção na ordem dos 20 mil milhões de euros, o que representa 5,6% do Produto Interno Bruto do país. O segmento residencial, que representa 39% do sector, caiu 9% e estima-se que venha a contrair 3 a 5% em 2009. Já o segmento das obras públicas cresceu 2,1% e a tendência é para continuar. Entre 6 a 8% é o crescimento esperado. Para este ano, as construtoras não esperam por uma recuperação do sector, mas antevêem que o que irá dinamizar a construção em Portugal será o avanço dos investimentos público, que poderão criar 140 mil novos postos de trabalho. Fonte: JN
Terça, 12 Janeiro 2010 | 1012 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Cimenteira Camargo adia resposta à CMVM sobre interesse na Cimpor CMVM continua a analisar o estatuto de gestão da administração da Cimpor no período da OPA. O prazo para a brasileira Camargo Correa esclarecer o mercado sobre o seu interesse na Cimpor, empresa alvo de uma OPA por parte da CSN, foi ontem adiado. A CMVM notificou no passado dia 7 de Janeiro a Camargo Correa a prestar esclarecimentos públicos, depois de terem saído notícias de que a cimenteira brasileira estaria a estudar uma proposta de fusão com a Cimpor, salvaguardando que não levaria ao controlo da empresa portuguesa. Perante estas notícias, a CMVM notificou a Camargo a explicar que tipo de proposta estaria a ser preparada, que negociações existiam e com que accionistas, exigindo uma resposta até ontem. A Camargo confirmou a notificação, e garantiu que iria cumprir os prazos. Mas o Diário Económico sabe que o prazo foi adiado, mas os esclarecimentos ao mercado poderão surgir ainda esta semana. Em paralelo, a CMVM está a analisar se se confirma que a Oferta Pública dos brasileiros da CSN não impõe à Cimpor limites à gestão. Isto poderá ser importante para o estabelecimento de eventuais negociações com outros interessados. Fonte: Económico
Terça, 12 Janeiro 2010 | 847 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Mota alerta para paragens nas obras das estradas por falta de financiamento O presidente da Mota-Engil, António Mota, (na foto), alerta para a necessidade de se encontrar uma solução para as cinco concessões rodoviárias que foram chumbadas pelo Tribunal de Contas. O empresário afirma que há risco de “um impacto global”, com os bancos a cortarem financiamentos das outras obras públicas. António Mota, presidente da Mota-Engil, admitiu ontem, numa conferência de imprensa em Lisboa, que "os contratos de financiamento [das concessões rodoviárias] serão suspensos se a solução entre o Estado, o Governo e o Tribunal de Contas (TC) não for encontrada". "Se esta questão não for resolvida, penso que o impacto global será muito maior noutros contratos", adiantou o líder da maior construtora nacional, referindo-se a outros projectos de infra-estruturas que o actual Governo está a lançar ou já anunciou, e que serão desenvolvidos em regime de PPP - Parcerias Público-Privadas. Nestes casos, estão os concursos em andamento ou previstos para a alta velocidade ferroviária, o novo aeroporto internacional de Lisboa ou os hospitais. Questionado pelo Diário Económico sobre qual seria a data-limite próxima para que os sindicatos bancários fechem a torneira dos financiamentos às construtoras, António Mota preferiu responder, dizendo que "espero que esteja próximo é o dia da solução para esta questão". Fonte: Económico
Terça, 12 Janeiro 2010 | 925 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Autarcas pedem reunião sobre A41 e A42  Portagens Os presidentes das sete câmaras atravessadas pelas auto-estradas A41 e A42 vão pedir uma reunião com carácter de urgência ao ministro das Obras Públicas para discutir a introdução de portagens naquelas vias, principal acesso ao Vale do Sousa. A decisão foi tomada por unanimidade numa reunião realizada ontem na Câmara da Maia, com os autarcas de Paredes, Lousada, Paços de Ferreira, Felgueiras, Matosinhos e Valongo. Só após a reunião com António Mendonça, que deverá ter lugar até ao final do mês, é que os autarcas decidirão o que fazer. Por enquanto, vão contactar as associações empresariais dos municípios, a AEP e as comissões de utentes, se existirem, para se associarem à luta. Os autarcas lembram que as portagens na A41 e A42 vão congestionar as vias municipais e nacionais, terão efeitos negativos na actividade das empresas, com reflexo no emprego e nos preços dos produtos para o consumidor. Fonte: JN
Terça, 12 Janeiro 2010 | 827 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Estratégia para o turismo envolve população Plano para promover destino de atracção científica, patrimonial e ambiente em discussão pública. Combater a sazonalidade do produto "sol e mar" é o propósito do Plano de Desenvolvimento Turístico do Concelho de Sesimbra, que está em discussão pública até ao final do mês. São esperadas sugestões de munícipes e visitantes."O que se pretende é atrair a população para a reflexão sobre este trabalho, porque o turismo vai mexer com toda a nossa comunidade", realça a vereadora do Turismo, Felícia Costa, apelando também à participação dos agentes económicos da região. "É um documento muito importante para o futuro do concelho", justifica também o presidente da autarquia, Augusto Pólvora, esperando entregar em Fevereiro todos os contributos para a conclusão do plano à equipa, pertencente à empresa de consultadoria Augusto Mateus e Associados, que elaborou o documento. "Sesimbra tem condições óptimas e únicas. Temos uma concentração de bens naturais e patrimoniais que são eles próprios uma atracção turística", reforça a vereadora Felícia Costa, dizendo que o trabalho que está a ser feito visa tornar o concelho "um destino turístico de atracção científica, patrimonial e ambiental". Aposta na diferenciação Diferenciação é, aliás, uma das palavras-chave da versão preliminar do plano, que defende a concretização de uma política de marketing concertada para promoção dos produtos ligados ao mar, à serra e ao património. A abertura do primeiro museu subaquático do país, a aposta no turismo de natureza, com a exploração e fruição do Parque Natural da Arrábida, a criação de um parque temático de arqueologia na Serra do Risco, a requalificação do Cabo Espichel e da Fortaleza de Santiago e a oferta de actividades nas áreas do conhecimento, cultura e inovação são algumas das propostas do plano, que inclui cinco eixos estratégicos de actuação. A versão, que está disponível para consulta, aponta como prioridade a reabilitação urbana da vila de Sesimbra enquanto "condição base para o desenvolvimento turístico na região", sugerindo a implementação de medidas que fomentem o usufruto do espaço público, o descongestionamento, a qualificação do estabelecimentos comerciais e de restauração e a preservação dos valores ambientais. Painéis com a descrição das ideias que constam do Plano de Desenvolvimento Turístico do concelho estão expostos na Avenida 25 de Abril, em Sesimbra, de forma a dar a conhecer os traços gerais do documento. A discussão pública irá terminar no final do mês, com uma sessão de esclarecimento a 28 de Janeiro e um workshop para os agentes económicos no dia 30. "Espero que até ao final do primeiro trimestre deste ano o trabalho esteja concluído para ser aprovado pela Câmara", diz o edil. "A implementação é imediata", realça, garantindo que "há coisas que já estão no terreno". No âmbito de uma candidatura apresentada ao Quadro de Referência Estratégico Nacional para requalificação urbana, irão arrancar em breve as obras de reabilitação da Casa do Bispo e de um edifício histórico que servirá de sede para o Museu Municipal de Sesimbra, bem como uma nova fase do projecto de revitalização de artérias da zona histórica, avançou ao JN o autarca. Para melhorar o acesso dos veraneantes e dos amantes da náutica de recreio, Augusto Pólvora espera ter pronto até ao Verão um passadiço pedonal sobrelevado em madeira na Praia da Califórnia e um pontão de 40 metros para atracagem de embarcações marítimo-turísticas em frente à Praia do Ouro. Fonte: JN
Terça, 12 Janeiro 2010 | 1099 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Mercado do Bom Sucesso recebe luz verde para obras  porto A Direcção-Geral de Finanças (DGF) deferiu a isenção do pagamento do Imposto Municipal Sobre Transacções Onerosas de Imóveis (IMT) relativa ao Mercado do Bom Sucesso, no Porto, viabilizando a assinatura da escritura entre a empresa Eusébios e a autarquia. O ofício da DGF que defere o pedido de isenção de IMT na aquisição do direito de superfície do mercado e livra a empresa de pagar cerca de 200 mil euros chegou "na semana passada", revelou ontem Rui Peixoto, da Eusébios. Este responsável da empresa que venceu o concurso público para a reabilitação do mercado acredita, por isso, que até ao final do mês será possível "ultimar a realização da escritura da transmissão do direito de superfície" do espaço e definir o calendário da intervenção. O pedido de isenção foi feito à DGF em 31 de Julho de 2009 e previa-se que a escritura fosse assinada em Agosto, mas um problema relacionado com a instrução desse pedido atrasou o processo. O Mercado do Bom Sucesso vai ser entregue à empresa Mercado Urbano - Gestão Imobiliária, SA, subsidiária da empresa bracarense Eusébios. A proposta que venceu o concurso público aberto pela Câmara do Porto para reabilitar o mercado inclui a construção de um hotel low cost, escritórios, 44 bancas de produtos gourmet e 23 lojas, numa empreitada que se deve prolongar por 27 meses. Fonte: DN
Terça, 12 Janeiro 2010 | 886 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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