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Opa à Cimpor - Acordo entre Votorantim, Caixa e Lafarge está iminente A Votorantim e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) estão prestes a fechar o acordo que visa promover a estabilidade accionista da Cimpor e que envolve a concretização, em simultâneo, da aquisição, por parte do grupo brasileiro, dos 17,3% que a Lafarge detém na cimenteira portuguesa. O acordo está já numa fase muito avançada de negociações e só uma surpresa de última hora poderá pôr em causa o entendimento. A Votorantim e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) estão prestes a fechar o acordo que visa promover a estabilidade accionista da Cimpor e que envolve a concretização, em simultâneo, da aquisição, por parte do grupo brasileiro, dos 17,3% que a Lafarge detém na cimenteira portuguesa. O acordo está já numa fase muito avançada de negociações e só uma surpresa de última hora poderá pôr em causa o entendimento. O Negócios sabe que, no âmbito do acordo, está previsto o compromisso da Votorantim de, em qualquer circunstância, não ultrapassar uma determinada percentagem, minoritária, no capital da Cimpor. Garantia que visa assegurar as pretensões da Caixa para a manutenção do controlo da empresa em mãos nacionais. In: Jornal de Negócios
Segunda, 01 Fevereiro 2010 | 785 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Murteira Nabo considera que TGV e aeroporto não são prioridades O bastonário da Ordem dos Economistas entende que, em matéria de investimento público, o Governo deve apostar na construção de hospitais e universidades. O bastonário da Ordem dos Economistas, Murteira Nabo considerou, esta segunda-feira, em declarações à TSF, que o Governo deve apostar em obras que sejam capazes de gerar riqueza e de criar emprego, deixando o TGV e a construção do futuro aeroporto de Lisboa para os próximos anos. Em declarações à TSF, Murteira Nabo afirmou que a construção de hospitais e universidades deve ser a prioridade do Orçamento do Estado. «É importante o investimento público neste momento de crise, mas não qualquer investimento público. As obras públicas deviam ser as que criassem mais valor, as que mais contribuíssem para a nossa competitividade. Estou a falar de hospitais e universidades, por exemplo, que são áreas criadoras de riqueza. Escolas secundárias de qualidade, apostar na formação e no Ensino e na investigação, são áreas mais prioritárias», sugeriu Murteira Nabo. Este é um tema que vai ser discutido, esta segunda-feira, pela Ordem dos Economistas, num almoço/debate organizado com o ministro das Obras Públicas, António Mendonça. In:TSF
Segunda, 01 Fevereiro 2010 | 782 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Obras no viaduto da A4, em Vila Real, arrancam em breve A construção do viaduto e sobre o rio Corgo, em Vila Real, começa nas próximas semanas, perante a "desilusão" de ambientalistas e alguns moradores, enquanto outros espreitam as oportunidades de negócio, geradas pelos 500 operários que ali vão trabalhar. Com 2.796 metros de cumprimento, o viaduto vai ligar Parada de Cunhos a Folhadela, a Sul da cidade de Vila Real, e insere-se na Auto-Estrada Transmontana.   Fonte da concessionária, liderada pela Soares da Costa, disse hoje à agência Lusa que os estaleiros de apoio à obra já estão a ser preparados e que os trabalhos deverão arrancar nas próximas semanas.   Em pico de obra, na Primavera de 2011, estarão a trabalhar no viaduto 550 pessoas.   Com o início da obra ficam para trás mais de três anos de luta de moradores e ambientalistas, que apresentaram uma queixa à União Europeia, denunciando que o viaduto atravessa Rede Natura 2000.   A queixa não tem efeitos suspensivos, mas, se for levada em conta, a União Europeia poderá obrigar o Estado português a alterar o traçado, impor medidas de compensação ou cortar no financiamento comunitário.   Rui Cortes, morador e especialista da área do ambiente da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), disse à agência Lusa que se sente "desiludido" com o arranque da obra e afirmou que o projecto de execução "não cumpre" a Declaração de Impacto Ambiental (DIA), que impunha um desvio para sul da estrutura. "Verifica-se de facto um desvio de Parada de Cunhos mas depois aproxima-se de Folhadela. Os aspectos ambientais e sociais não foram salvaguardados".   A associação ambientalista Quercus argumenta que o viaduto representa um investimento de 100 milhões de euros, ou seja, um terço do custo total da Auto-estrada Transmontana, que vai ligar Vila Real a Quintanilha e, por isso, defendia a duplicação do Itinerário Principal 4 (IP4), alegando ser a solução "mais barata" e "com menor impacto ambiental".   O IP4 será aproveitado na maioria da sua extensão para a construção da Auto-estrada Transmontana entre Vila Real e Bragança.   Mas em Folhadela também há quem esteja a favor da obra, como o proprietário de um restaurante, Paulo Magalhães, que enumera alguns benefícios, tais como a oportunidade de emprego, o maior movimento nos restaurantes, comércios, pensões ou arrendamento de quartos para os operários.   A passagem do Rio Corgo consiste numa ponte de tirantes com 1.170 metros de extensão, com um vão principal sobre o rio com cerca de 300 metros e uma altura de 80 metros, a que se soma a altura do mastro onde se fixam os tirantes de cerca de 60 metros de altura. Adjacentes nos seus extremos estarão dois viadutos, um a poente com 850 metros e outro a nascente com cerca de 800 metros, perfazendo o conjunto cerca de 2,8 quilómetros.   O viaduto terá um total de 41 pilares, dos quais seis com mais de 100 metros de altura e dois centrais com 130 ao tabuleiro e 63 acima do tabuleiro. In: Oje/ Lusa
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 1621 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Construção civil foi dos sectores mais afectados “Nem todas as empresas devem fazer tudo, mas sim criar sinergias, aproveitando a especialização de cada uma.”  O presidente da Aicopa, Albano Furtado, diz que o mercado fica mais vulnerável se as empresas caírem na tentação da verticalização. O Sector da Construção Civil foi, certamente, um dos mais afectados pela crise iniciada em meados de 2007 pela conjugação simultânea de diversos factores: a crise financeira da Banca impôs severas restrições ao crédito às empresas e às famílias, tornando-o também mais caro; estas restrições implicaram significativa diminuição na concretização dos negócios de aquisição de habitações, mesmo por famílias da classe média que até então não tinham problemas de acesso ao crédito; o volume de obras públicas lançadas pelo Governo Regional também diminui, devido, em parte, à tardia aprovação do Orçamento, já que as eleições para a ALR assim determinaram; as dívidas das Autarquias aumentaram, tendo os prazos de recebimento pelas empresas disparado; As Autarquias diminuíram o volume de investimento porque já não têm capacidade de endividamento; as empresas deixam de poder utilizar formas de financiamento correntes até então para pagamento entre si, como letras e contas correntes caucionadas, porque a Banca as restringiu; empreendimentos em curso param por falta de financiamento bancário; os prazos de pagamento entre empresas, consequentemente, aumentaram; a desconfiança entre parceiros instalou-se. Com o clima de insegurança assim gerado, sem perspectivas de fim de crise à vista, os empresários procuram reduzir custos e recorrem aos despedimentos como medida imediata. Surgem algumas falências mas em quantidade que não reflecte a dimensão da crise. Cerca de sessenta por cento das empresas de construção civil regionais têm menos de dez trabalhadores e uma larga maioria destas são familiares, logo não abrem falência, despedem os poucos trabalhadores legais, mandam embora os ilegalmente contratados, e aguardam por melhores dias. O Governo Regional, depois de reconhecer a crise, tomou medidas importantes, estabelecendo protocolos com a Banca, criando Linhas de Crédito: Apoio à Reestruturação de Dívida Bancária, Açores Investe e Açores Empresas. O sucesso destas medidas variou com o interesse da Banca: a primeira foi importante para a Banca e para empresas de média e grande dimensão; a segunda foi complexa e de efeito tardio dada a complexidade do processo e falta de condições das empresas para concorrer, devido principalmente às dívidas à Segurança Social e às Finanças; a última ainda se arrasta sem grande adesão, pelos mesmos motivos da anterior e pela falta de obras em carteira que leva a Banca a não facilitar a concessão de crédito, embora bonificado e avalizado, em parte, pelo GRA. Operação de sucesso foi a aquisição pelo GRA de cerca de duzentas e cinquenta habitações nas diversas ilhas, que e possibilitou a outras tantas famílias a obtenção de habitação condigna e aliviou o balanço das várias empresas vendedoras. Estas medidas, embora úteis, não foram suficientes por falta da medida essencial, sem a qual os apoios não têm efeito: o lançamento de um programa de obras urgentes de pequena e média dimensão, disseminadas por todo o arquipélago, a par da realização das obras orçamentadas no Orçamento Regional, de modo a manter o nível de actividade das empresas regionais, mantendo o emprego e gerando fluxos financeiros que devolvessem a confiança aos parceiros. Isto não aconteceu e chegámos à situação actual do Sector em que se perderam cerca de três mil postos de trabalho, em que as empresas estão sem obras, descapitalizadas e descrentes, que é o pior de tudo. Que fazer? A premissa fundamental da estratégia das empresas regionais deve assentar no evidente pressuposto de que as relações com a Banca jamais serão como dantes: crédito fácil gerador de empresas sem métodos de gestão racionais, que privilegiem o crescimento a todo o custo do volume de vendas na ilusória tentativa de aumentarem o lucro sem atender ao efectivo "cash-flow" gerado, não se vão manter no mercado. A riqueza das empresas está principalmente no know-how que possuem, por isso devem enriquecer os seus quadros com técnicos especializados que lhes permitam a implementação de Sistemas de Gestão modernos, aumentando a competitividade e a rentabilidade dos seus capitais próprios. Isto é válido sobretudo para as pequenas empresas, que devem procurar especializar-se em determinados subcategorias. As empresas regionais devem criar uma cultura de unidade e defesa dos seus interesses cooperando entre si, associando-se para melhor competirem com as empresas do exterior. Não basta pedir protecção, em vez da habitual atitude passiva devem ser agressivas no mercado. Deve ser criada uma cadeia sólida e bem articulada de subcontratação. Nem todas as empresas devem fazer tudo, mas sim criar sinergias, aproveitando a especialização de cada uma. Um mercado como o nosso fica muito mais vulnerável às crises se as empresas caírem na tentação da verticalização. Evidentemente que a formação contínua, a assumida e não a imposta por decreto, deve ser a bandeira destas empresas. Mas para isso é necessário um programa de obras públicas, para o curto e para o médio prazo, amplamente divulgado, assumido pelo Governo Regional e pelas Autarquias, controlado na sua realização, que devolva ao Sector a confiança indispensável e que, deste modo mobilize também o investimento privado. O QRESA, que tem tido expressiva adesão mesmo neste tempo de crise, embora a realização dos empreendimentos respectivos aguarde por sinais de confiança, é um excelente instrumento de dinamização daquele investimento privado. Precisa de ser revisto e simplificado e deve incluir critérios que contribuam para a efectiva modernização e aumento de competitividade das empresas, por exemplo, tornando indispensável para a aprovação dos projectos a existência de sistemas de Gestão da Qualidade ( total, entenda-se ) e a contratação por período mínimo de técnicos qualificados, em vez das majorações actualmente previstas. É necessário que a Banca, pressionada pelo Governo, adopte uma atitude cooperante com as empresas, retribuindo os benefícios inegáveis que tem vindo a obter para ultrapassar a crise que ajudou a criar. É indispensável o saneamento financeiro das Autarquias, com o apoio do GRA, numa demonstração clara da nossa unidade de povo autónomo, capaz de resolver de forma solidária os problemas que nos afectam, para que possam ser providenciadas condições de bem estar para as populações dos respectivos concelhos, criando emprego e rendimento para as famílias. Estas são algumas das medidas que têm sido debatidas no seio da AICOPA, em diversas reuniões de empresários, e que devem ser tomadas e implementadas com urgência. Havemos de sair da crise como sempre tem acontecido, mas oxalá que desta vez saíamos mais fortes, mais competitivos, mais rentáveis e, sobretudo, mais confiantes no futuro. ALBANO MONIZ FURTADO Presidente da Aicopa In: Expresso das Nove
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 4208 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Orçamento de Estado para 2010 contempla construção dos IC 6, 7 e 37 A construção dos Itinerários complementares 6, 7 e 37 já está contemplada na proposta de Orçamento entregue pelo Governo na Assembleia da República. Numa altura em que se receava que os cortes orçamentais no Orçamento de Estado para 2010 (OE 2010) pudessem implicar um revés no processo das novas concessões rodoviárias anunciadas pelo anterior governo de José Sócrates – o secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Paulo Campos, teve um papel considerado decisivo em todo este processo –, o correiodaberaserra.com acaba de apurar que aquele investimento já se encontra inscrito na proposta de OE 2010 apresentada anteontem pelo Ministro das Finanças, e que vai agora ser discutida na Assembleia da República. Na concessão Serra da Estrela, onde – entre outras acessibilidades – estão previstas as construções do IC 6 (entre Tábua e Covilhã), IC 7 (entre Oliveira do Hospital e Fornos de Algodres, na A 25) e o IC 37 (entre Viseu e Seia), está em causa uma extensão rodoviária de 150 quilómetros. A ordem para o lançamento do concurso público internacional com vista à execução daqueles traçados, em regime de parceria público-privada, já havia sido dada à empresa “Estradas de Portugal” pelo Ministério das Obras Públicas em Agosto de 2009 que, num despacho publicado em Diário da República, determinou que o concurso deveria ser lançado até ao final do primeiro semestre de 2010. Porém, e durante a discussão do Orçamento de Estado que o Governo promoveu com os dois principais partidos da oposição – PSD e CDS/PP – chegou a temer-se que o projecto, face às restrições orçamentais, ficasse na gaveta. Entretanto, este processo, que estava em fase de Avaliação de Impacte Ambiental, acaba também de dar um passo importante, já que os traçados previstos na Concessão Serra da Estrela foram votados favoravelmente pelo Ministério do Ambiente.Em breve, o projecto passará à fase seguinte e será colocado em discussão pública. IC 6 entre Catraia dos Poços e Poço Gato deverá abrir ao trânsito em Abril Próximo da conclusão, encontra-se também a construção do IC 6 entre Catraia dos Poços e o Poço do Gato, no concelho de Tábua. O troço deverá abrir ao público no próximo mês de Abril, uma vez que de acordo com o que este diário digital as condições climatéricas adversas terão provocado um ligeiro atraso na obra. In: Correio da Beira Serra
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 2124 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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OE2010 Teixeira dos Santos "Não vamos avançar com mais estradas" O ministro das Finanças defendeu as "grandes obras públicas" como o novo aeroporto e a alta velocidade, considerando que são projectos essenciais ao aumento da competitividade. E adiantou que não existirão mais adjudicações de auto-estradas, porque já não são necessárias. O ministro das Finanças defendeu as “grandes obras públicas” como o novo aeroporto e a alta velocidade, considerando que são projectos essenciais ao aumento da competitividade. E adiantou que não existirão mais adjudicações de auto-estradas, porque já não são necessárias. “Continuo a concordar com as grandes obras pública porque o país precisa de se modernizar”, afirmou. Concordando que o país não tem dinheiro para tudo, disse que isos impõe “escolhas acertadas que criem emprego e reforcem a competitividade do país”. Defendeu que os investimentos que reforcem as conexões são fundamentais. E se for preciso fazer cortes, afirmou, “temos de os concretizar noutras áreas e não nos projectos fundamentais”. Questionado sobre que projectos são esses que podem ser dispensados referiu a as auto-estradas. “Não vamos avançar com mais adjudicações” de estradas. Para o ministro das Finanças sobrevalorizam-se estes projectos uma vez que alguns deles são financiados pelo sector privado. In: Jornal Negócios
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 844 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Alta velocidade - Governo aprova primeiro contrato de TGV para troço Poceirão-Caia Decreto-lei terá agora de ser promulgado pelo Presidente da República. O Governo aprovou ontem, em Conselho de Ministros, as bases de concessão do contrato para construção e exploração do troço de alta velocidade ferroviária, entre o Caia e o Poceirão. O projecto foi adjudicado ao consórcio liderado pela Soares da Costa e pela Brisa e representa um investimento de cerca de 1.359 milhões de euros. O contrato só deverá ser formalmente assinado depois de o decreto-lei ontem aprovado em Conselho de Ministro ser promulgado pelo Presidente da República. O troço de TGV entre o Poceirão e o Caia, junto à fronteira espanhola, integra-se na linha Lisboa-Madrid, que deverá estar operacional em 2013. O contrato desta concessão inclui a construção da linha ferroviária de mercadorias entre Sines e o Caia. In: Económico
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 845 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Arquitectura que apaixona A história de... Rosário Rodrigues, autora de projectos emblemáticos da cidade do Porto. Ao longo de 25 anos de carreira foram muito diversos os desafios que a arquitecta Rosário Rodrigues abraçou. Projectos de grande e de pequena dimensão que agora surgem reunidos no livro "Rosário Rodrigues - FA.A Arquitectos", uma monografia de onde se destacam projectos, com mais ou menos polémica, como a Torre das Antas, o edifício Trindade Domus, ou a futura reabilitação do mercado do Bom Sucesso, todos na cidade do Porto. A apresentação da obra, ontem, diante de "clientes, amigos e família", não podia ter acontecido noutro local que não o "Bogani Café", no Cais de Gaia. Afinal, Rosário é também autora do projecto do espaço. Ao JN, a arquitecta confessou "ser difícil eleger uma única obra marcante", explicando que aquilo que mais a apaixona é ter a possibilidade de lidar "com os mais variados desafios". "O livro espelha isso", acrescentou. "De projectos no comércio e serviços com a dimensão da Torre das Antas a um espaço relativamente pequeno como uma ourivesaria. De habitações unifamiliares a hotéis ou reabilitação. Tudo é um desafio", sublinhou Rosário Rodrigues, que se mostra decepcionada com o ambiente "muito morto" que se vive no edifício Trindade Domus. "A solução dos escritórios em vez do hotel não contribuiu em nada para que exista mais vida no complexo", ajuizou. Ainda assim, a arquitecta prefere concentrar energias "nos quatro projectos fantásticos" a que se vai dedicar nos próximos tempos: reabilitação do quarteirão das Cardosas e do mercado do Bom Sucesso, ambos no Porto, e construção do edifício Kianda e ilha da Cazanga, em Angola. De destacar que Rosário Rodrigues vai igualmente transformar o antigo cinema Águia d'Ouro, no Porto, num hotel 'low-cost', que ficará pronto daqui a dois anos. Os futuros projectos vão originar um novo livro? A resposta sai solta, acompanhada por uma gargalhada: "Mais dois ou três!", concluiu a arquitecta.  In: Jornal Notícias
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 1625 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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2010 não é para aumentos: empresas alinham com o governo Os trabalhadores vão continuar sem notícias animadoras. Aumentos serão até 1% O frio que se sente actualmente no país alastrou-se para os salários da função pública, começando agora a esticar-se para as empresas públicas e privadas. Os ministérios que tutelam as várias empresas públicas deverão nos próximos dias dar orientações para que a postura de congelamento seja seguida. Esta é, pelo menos, a expectativa dos gestores públicos contactados pelo i com base na política que tem sido seguida no Ministério das Obras Públicas e em particular no sector dos transportes. O ministério, então tutelado por Mário Lino, dava instruções às administrações das empresas sobre o processo de negociação salarial. A regra era de que o aumento médio não deveria ultrapassar o aprovado para a função pública. Em 2009, a orientação foi limitar aumentos, mas por pressão sindical acabou-se por aplicar os 2,9% da função pública nalgumas empresas. Noutras, como a Estradas de Portugal, a actualização com base nos aumentos dos funcionários públicos é automática para alguns efectivos. Por isso a decisão de Sócrates em subir 2,9% os salários em 2009, trouxe algumas dificuldades de tesouraria para as empresas públicas que foram obrigadas a seguir o mote. As empresas desta área aguardam a breve prazo indicação da tutela, agora nas mãos de António Mendonça. Fonte oficial do ministério das Obras Públicas diz que até agora não foram dadas instruções. Já o ministério das Finanças não respondeu. Contactadas, tanto a TAP como os CTT, por exemplo, avançaram que ainda não tomaram qualquer decisão sobre salários. Em 2009 a companhia aérea manteve as remunerações congeladas, ao passo que os Correios subiram os salários em 2% e 2,2%. Privados apertam No sector empresarial as notícias também estão longe de famosas. A ronda feita pelo i junto dos principais sectores assim o vaticina. Na distribuição, onde estão algumas das maiores empresas portuguesas, como a Sonae ou a Jerónimo Martins, a correcção salarial proposta para 2010 não ultrapassa 1%, segundo José António Rousseau, director-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED). Com um salário médio mensal a rondar os 820 euros brutos os sindicatos pediram aos patrões aumentos em valores específicos: 30 a 40 euros. "Não se chegou a acordo, vamos agora para a fase de conciliação no Ministério do Trabalho", avança Rousseau. Na construção o cenário também está longe de agradar. "O processo [negocial] já arrancou", aponta José Costa Tavares da Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas (AECOPS) ao i. "A 23 de Dezembro fizemos chegar aos sindicatos uma proposta de alterações no clausulado que incluiu um documento com fundamentos económicos a justificar que, face à crise no sector, não havia condições para avançar com qualquer proposta", revela, explicando de seguida que as empresas de construção já estão a sofrer com correcções salariais. "Com o novo salário mínimo já houve um acréscimo de 1,7% no total salarial das empresas", explica. Em resposta a UGT pediu aumentos de pelo menos 3%. "Vamos tentar mostrar algum quadro de abertura nas negociações que começam no início de Fevereiro", disse o responsável da AECOPS. No campo das energias, a contenção também é palavra de ordem, ainda que de duas formas distintas. Na EDP a proposta de aumento feita pela administração é de 1% e tem por base a inflação prevista para este ano, valor que compara com a subida de 2,6% nos salários registada em 2009. Contudo, as negociações ainda estão em curso. Já na Galp Energia, o processo negocial com um dos principais sindicatos arranca para a semana. Mas numa recente reunião com a comissão de trabalhadores, onde esteve o presidente Ferreira de Oliveira, um administrador defendeu aumentos zero para este ano. Em 2009 os trabalhadores da Galp tiveram actualizações entre 2,7% e 3,4%, tendo ficado de fora os altos quadros. Já a Portugal Telecom ainda não definiu a política para 2010, apurou o i. Porém, e tendo em conta a que tem sido seguido pela empresa nos último quatro anos - maioria dos salários congelados -, este ano não deverá ser diferente. Banca oferece 0,5% Na banca a discussão sobre salários já está em curso. Os sindicatos pediram 3% em Dezembro, os bancos propuseram 0,5%. Contraproposta dos trabalhadores: Mais 2,1% de ordenados. A negociação continua em Fevereiro. "Já demos a ideia que percebemos a situação económica em que nos encontramos e que temos disponibilidade e todo o interesse em chegar a acordo rapidamente. Mas 0,5% é francamente baixo", aponta Delmiro Correia, do Sindicato Bancário do Sul e Ilhas ao i. Com S.O. In: i
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 1085 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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TGV: Mota-Engil vai contestar relatório que coloca espanhóis em primeiro lugar Lisboa, 29 Jan (Lusa) - O consórcio liderado pela Mota-Engil vai "contestar" o relatório preliminar do júri do concurso para o troço de alta velocidade Lisboa-Poceirão, que classificou em primeiro lugar o agrupamento da espanhola FCC. "Vamos contestar" o relatório do júri do concurso, disse à agência Lusa o presidente da Mota-Engil Engenharia, Arnaldo Figueiredo, escusando-se a avançar os argumentos que o consórcio vai utilizar. "Estamos a preparar a contestação", disse, rementendo mais pormenores para uma informação que o consórcio vai divulgar hoje. O relatório preliminar de avaliação de propostas da primeira fase do concurso para a construção e manutenção do troço de alta velocidade Lisboa-Poceirão, que inclui a Terceira Travessia do Tejo, classificou em primeiro lugar o consórcio Tave Tejo, liderado pela espanhola Fomento Construcciones e Contratas (FCC), e em segundo lugar o agrupamento Altavia, liderado pela Mota-Engil. O documento foi enviado aos consórcios, que têm até hoje para analisarem o relatório preliminar e apresentarem as suas reclamações. O consórcio Altavia já apontou algumas falhas à proposta da FCC, que garantiu, por sua vez, que a sua proposta respeita "integralmente o caderno de encargos" do concurso. O consórcio Tave Tejo apresentou a proposta com um custo total, a preços de Janeiro de 2009, de 1,87 mil milhões de euros e um custo médio anual de manutenção de 10,738 milhões de euros. Já o consórcio Altavia apresentou uma proposta com um custo total de 2,19 mil milhões de euros e custo médio de manutenção anual de 12,204 milhões de euros. Apresentou-se também a concurso o consórcio ELOS, co-liderado pela Brisa e pela Soares da Costa, que foi classificado em terceiro lugar pelo júri do concurso. In: Lusa
Sexta, 29 Janeiro 2010 | 841 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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