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Camargo Corrêa: um conglomerado que vai da construção às havaianas Aquilo que é hoje o grupo Camargo Corrêa, que ontem apresentou uma proposta de fusão com a Cimpor, nasceu a partir de uma pequena construtora, criada em 1939. E se é verdade que actualmente o grupo tem negócios em diversas frentes, assumindo-se como um verdadeiro conglomerado, o certo é que a construção ainda é a principal fonte de negócios. Em 2008, o grupo obteve um lucro de 982 milhões de reais (389 milhões de euros, ao câmbio actual) e receitas líquidas de 13,2 mil milhões de reais (5,2 mil milhões de euros). A construção teve um peso de 36,2 por cento nas receitas, seguindo-se o cimento, com 15,4 por cento, e o calçado, com 15 por cento. O grupo, gerido por Vitor Hallack e detido pelas três famílias herdeiras dos fundadores é o fabricante das sandálias havaianas, apostando cada vez mais na sua internacionalização, e da marca desportivo Topper. Ao nível do cimento, a entrada no sector ocorreu em 1969, mas só cresceu em 1997 com a compra de duas fábricas da Cimentos Cauê. Há cinco anos fez uma importante aquisição, passando a controlar a Loma Negra, principal cimenteira da Argentina. Esta operação foi conduzida por José Édison, gestor que lidera os negócios de cimentos do grupo e que está na empresa há cerca de 33 anos. É ele o principal responsável da expansão para Angola (ver caixa) e para o Paraguai. A Camargo anunciou a sua entrada neste país em Julho do ano passado, tendo investido cerca de 100 milhões de dólares na construção de uma fábrica de raíz. Este projecto tem como parceiros a Votorantim e um investidor local. Com capacidade para produzir cem mil toneladas de cimento por ano, deverá estar operacional no início de 2011. Outros dois negócios importantes para o grupo são as concessões de energia (com um peso de 11.9 por cento nas receitas) e a siderurgia. A Camargo é dona da Usiminas concorrente da CSN, e que teve um peso de 6,9 por cento nas receitas da empresa em 2008. Uma outra aposta são as concessões rodoviárias, a partir da CCR e onde conta com a portuguesa Brisa como parceiro. Tem também crescido em áreas como o óleo e gás. Fonte: Público
Quinta, 14 Janeiro 2010 | 1318 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Fusão Cimpor: CMVM pede esclarecimentos à Camargo A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) anunciou que a proposta de fusão com a Cimpor apresentada ontem pela Camargo Corrêa suscitou algumas dúvidas, por isso exige, até às 13:00 horas desta quinta-feira uma “melhor clarificação ao mercado” de dois pontos constantes proposta divulgada. Numa breve nota colocada no website da CMVM, o regulador pede que seja esclarecido “o sentido da expressão «oferta não vinculativa» constante da proposta”. O organismo presidido por Carlos Tavares pretende ainda que a Camargo Corrêa preste esclarecimento “sobre a eventual subordinação da proposta de fusão do oferente a uma condição eventualmente dependente de facto próprio (a aquisição de uma participação no capital social da Cimpor de entre 15% e 35%)”. Fonte: DD
Quinta, 14 Janeiro 2010 | 823 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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TGV pode criar 36 mil postos de trabalho no turismo em 20 anos Num estudo encomendado pela RAVE, a Deloitte prevê que a alta velocidade provoque aumento da entrada de turistas espanhóis em Portugal A eliminação de barreiras psicológicas nas viagens proporcionadas pelo comboio de alta velocidade, a sua comodidade e a possibilidade de se poder trabalhar a bordo, vão provocar um aumento das viagens entre Portugal e Espanha com impactos muito significativos no turismo. A consultora Deloitte estimou que o valor acrescentado potenciado por este sector em 2030, induzido pela alta velocidade, será de 553 milhões de euros, com um aumento de 36 mil postos de trabalho. O estudo - encomendado pela Rave e que será hoje apresentado na Bolsa de Turismo de Lisboa numa sessão presidida pelo ministro das Obras Públicas e Transportes, António Mendonça - prevê um aumento do número de viagens de curta duração e da procura de viagens de city breacks, touring cultural e paisagístico, turismo de negócios e golfe. Haverá ainda um aumento do turismo residencial e circuitos turísticos entre as cidades servidas pela alta velocidade (a Halcón já é hoje pioneira neste segmento, ao vender em Portugal pacotes que incluem viagem no AVE entre Saragoça e Madrid). Ao ligar a rede ferroviária portuguesa à espanhola, a alta velocidade vai proporcionar um mercado interno alargado de 58 milhões de consumidores ibéricos. O documento diz que dentro de duas décadas haverá um acréscimo de 1,3 milhões de dormidas de turistas espanhóis em Portugal, um valor que, ainda assim, só corresponde a 0,4 por cento das 311 milhões de dormidas de nuestros hermanos em Espanha em 2006. Um dos riscos proporcionados pela facilidade de sucessivas idas e voltas entre os dois países é o da diminuição da estada média e do gasto médio por turista. Mas tal poderá ser contrariado pela aposta no turismo de negócios e por uma "adequação dos serviços nacionais (restauração, hotelaria e outros) ao perfil do turista espanhol", diz a Deloitte, que recomenda ainda a "adaptação do Plano Estratégico Nacional de Turismo, tendo em visto o novo conceito de mobilidade em Portugal" e um plano de marketing turístico para as regiões servidas pelo TGV. E quais são elas? A Grande Lisboa e o Grande Porto, mas também, curiosamente, o Algarve que se verá potenciada enquanto destino turístico, apesar de não ser servida pelo TGV. O estudo baseou-se numa análise comparada com o que aconteceu em Espanha e França nas linhas Madrid - Sevilha (1992) e Paris - Marselha (inaugurada entre Paris e Lyon em 1981). Em ambos os casos, o número de viagens superou as expectativas mais optimistas, tendo-se desenvolvido novos pacotes turísticos e registado um aumento do número de eventos de turismo de negócios e novos serviços de infra-estruturas, bem como do número de hotéis e restaurantes. Outro fenómeno observado e que deverá ser replicado para Portugal: o aumento do número de viagens de fim-de-semana e das estadas em segundas residências. Tudo isto num cenário em que o "TGV português" será um comboio tão democratizado como os seus congéneres francês e espanhol, isto é, com tarifas promocionais, compra na Internet a preços mais baixos e reduções nos bilhetes quando comprados com antecedência ou para os períodos de menor procura. Ministro optimista O ministro das Obras Públicas, António Mendonça, reconhece que é ainda mais optimista do que a Deloitte, mostrando-se convicto de que na alta velocidade se aplica a Lei de Say - "Toda a oferta gera a sua própria procura". Ao PÚBLICO, o governante diz que a divulgação deste estudo permite aos agentes económicos anteciparem o futuro e prepararem-se já para os benefícios do TGV, não só no turismo como em todos os sectores, nos quais se espera um efeito multiplicador. No caso do expectável aumento do turismo de negócios, diz que os investidores devem construir hotéis e pavilhões de congressos para fazer face a essa procura. Fonte: Público
Quinta, 14 Janeiro 2010 | 885 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Pedro Passos Coelho defende que o TGV se deve limitar à ligação entre Lisboa e Madrid Não é a versão minimalista de Manuela Ferreira Leite contra as grandes obras públicas que o Governo do PS esgrime como a chave para o relançamento da economia, mas anda lá perto. Pedro Passos Coelho discorda da multiplicação de linhas do TGV e está contra a maioria das subconcessões de auto-estradas incluídas no plano rodoviário nacional. À excepção do TGV Lisboa-Madrid, por permitir a ligação à rede de alta velocidade europeia e porque há já compromisso internacionais assumidos entre os dois Estados, o candidato à liderança do PSD considera que os restantes projectos em alta velocidade (Lisboa Porto, Porto-Vigo e Évora-Faro-Huelva) não são estratégicos para o país e defende a sua reconversão para velocidade elevada e o seu reescalonamento no tempo. As propostas estão contidas no livro Mudar, no qual Passos Coelho expõe as suas ideias para o país, cruzando-as com o testemunho do seu percurso pessoal e político e que será lançado no próximo dia 21, em Lisboa. Reclamando a urgência de "respostas consistentes" para a crise que o país enfrenta, Passos Coelho entende que não é pela via do aumento de impostos que se conseguirá reduzir o défice, mas sim através da redução da despesa "de modo permanente, estrutural". Igualmente, no caso das grandes obras públicas, distancia-se da ideia de que esses grandes investimentos serão o impulso indispensável à reanimação da economia, criando emprego e salvando empresas, como insiste o Governo de Sócrates. "Dado que estas obras são muito caras e que o nosso endividamento é excessivo, realizá-las agora pode significar criar uma bomba-relógio, ou seja ter um problema de endividamento no futuro próximo ainda mais grave", adverte. É face a este contexto que Passos Coelho defende a reavaliação do plano das grandes obras públicas, distinguindo, por um lado, quais os investimentos estratégicos (todos aqueles que diminuam a nossa dependência externa no plano energético, que facilitem as exportações e que promovam a cessibilidade da procura turística) e, por outro, encontrar alternativas para alguns projectos que, não sendo estratégicos, são ainda assim importantes. No primeiro caso, inclui, entre outros, a construção de barragens, a aposta pública no transporte ferroviário de mercadorias, em ligação com as plataformas logísticas, e o novo aeroporto de Lisboa, designadamente por "garantir a acessibilidade turística que é crítica para a nossa economia". Quanto às novas auto-estradas, abre apenas uma excepção para Trás-os-Montes. Fonte: Público
Quinta, 14 Janeiro 2010 | 1023 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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EDP não abandona planos para novas barragens  Os projectos de construção de novas barragens em Portugal vão ser concretizados, mesmo que os protestos dos ambientalistas se venham a intensificar. A EDP garante que tem cumprido todas as normas ambientais e que não tem dúvidas de que o plano hidroeléctrico é para levar até ao fim. António Mexia, presidente da EDP, lembra que os projectos resultam de uma aprovação feita não só a nível nacional, mas também pela Comissão Europeia. Ontem, a EDP lançou um novo projecto na área da produção de energia hidroeléctrica com o reforço de potência de Venda Nova III (Vieira do Minho). A construção da nova infra-estrutura foi ontem lançada e será concretizada pelo consórcio MSF, Somague, Mota-Engil e Sple Batignolle. Venda Nova vai tornar-se a barragem com maior potência instalada em Portugal, com mais de mil megawatts. O reforço de potência vai ser feito através de uma central subterrânea, escavada na rocha, que vai tirar partido das albufeiras já existentes em Salamonde. A nova infra-estrutura entra em funcionamento em Maio de 2015 e vai criar 2000 postos de trabalho, dos quais 500 directos. O investimento feito pela EDP ascende a 350 milhões de euros. Fonte: Público
Quinta, 14 Janeiro 2010 | 834 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Referendo em defesa do Palácio de Cristal  O Movimento em Defesa dos Jardins do Palácio de Cristal vai voltar às ruas do Porto para recolher as mil assinaturas em falta para um referendo local sobre o projecto de construção para ali previsto. Já foram conseguidas quatro mil, anunciou ontem Soares da Luz, e em Fevereiro contam ter o número que justifique a consulta popular, disse o porta-voz da plataforma. "Temos quatro mil assinaturas e outras tantas de pessoas que apoiam a causa mas não estão recenseadas na cidade", afirmou. "Concorda com a construção de edifícios nos jardins do Palácio de Cristal para um centro de congressos?" é a pergunta que o movimento pretende levar a referendo. "Se tudo correr bem, em Agosto/Setembro será possível realizá-lo", avançou Soares da Luz. Apesar do optimismo, o movimento está consciente de que a intenção de levar a referendo local o projecto de construção de um centro de congressos pode "esbarrar" logo nesta primeira fase, uma vez que o voto de qualidade do presidente pode chumbar este projecto. Após ter as assinaturas necessárias, o movimento pretende entregá-las ao presidente da Assembleia Municipal do Porto, Rui Valente de Oliveira, para que a realização do referendo seja aprovada naquele órgão. O movimento já pediu uma reunião com Valente de Oliveira e vai solicitar reuniões com todos os partidos para "sensibilizar os deputados para a questão". Caso seja aprovada a proposta de realização do referendo em assembleia municipal, caberá ao Tribunal Constitucional pronunciar-se sobre a pergunta. A recolha de assinaturas se- rá feita na Rua de Santa Catarina, junto ao Café Majestic, às quartas-feiras, entre as 14.00 e as 18.00, e, aos sábados, entre as 11.00 e as 14.00. Fonte: DN
Quinta, 14 Janeiro 2010 | 879 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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De Ricardo Bayão Horta a Joe Berardo Altos... Ricardo Bayão Horta, presidente da Cimpor A administração da Cimpor votou contra a OPA lançada pela CSN, assumindo uma postura de alguma altivez ("a Cimpor é a mais rentável das cimenteiras internacionais"), que advém do facto de ter atrás de si nada mais nada menos do que três grandes grupos brasileiros. É um interesse que mostra bem o valor que a empresa foi criando ao longo dos últimos anos - apesar das divergências recentes entre accionistas que legitimaram o ataque brasileiro. Luís Vicente Dias, presidente da Associação de Empresas de Distribuição A Autoridade da Concorrência deu força ao movimento que pugna pela abertura dos hipermercados aos domingos e feriados, a partir das 13h, ao dizer que as restrições nos horários de funcionamento das grandes superfícies não parecem ter tido os efeitos esperados de "protecção do comércio tradicional". A conclusão consta do relatório preliminar sobre as relações entre a grande distribuição e os fornecedores agro-alimentares. Ana Maria Fernandes, presidente da EDP Renováveis É mais uma conquista, desta vez na Grã-Bretanha. A EDP Renováveis venceu um concurso ao qual se apresentaram nove grupos energéticos, para a produção de energia eólica marítima na Escócia. Um negócio de €4 mil milhões. ...e baixos Joe Berardo, presidente do Conselho de Remunerações e Previdência do BCP Conhecido por dizer o que pensa - o que não deixa de ser uma virtude, apesar de alguns excessos aqui e ali -, apareceu a defender o direito de Armando Vara a "ganhar a vida", continuando a trabalhar no BCP e a receber, apesar de ter sido constituído arguido. É inevitável lembrar que moveu uma guerra duríssima aos ex-administradores do BCP muito antes de estes terem sido constituídos arguidos.  Fonte: Económico
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 1010 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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OPA da Teixeira Duarte alargada A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) deu hoje até 15 de Fevereiro para a Teixeira Duarte  completar a instrução do pedido de registo da Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Teixeira Duarte - Engenharia e Construções. A Teixeira Duarte divulgou a 17 de Dezembro de 2009 o anúncio preliminar do lançamento de uma OPA, na modalidade de oferta pública de troca (OPT), sobre a totalidade do capital social da Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, subsidiária do grupo. Hoje, o conselho directivo da CMVM "deliberou estabelecer um prazo adicional de 40 dias (até 15 de Fevereiro), contados a partir do final do prazo inicial de 20 dias previsto na lei, para que a Teixeira Duarte S.A. complete a instrução do pedido de registo da OPA sobre a Teixeira Duarte-Engenharia e Construções, segundo um comunicado do regulador. A CMVM afirma que a concessão deste prazo adicional se justifica pelo facto de a informação a incluir no prospecto das OPT, no que respeita aos valores mobiliários que constituem a contrapartida da oferta e ao seu emitente, ter de "obedecer ao modelo estabelecido no regulamento comunitário sobre prospectos". O anúncio desta OPA surgiu no âmbito de um processo de reorganização dos negócios do grupo Teixeira Duarte. A Teixeira Duarte SA oferece uma acção a emitir, na sequência de aumento de capital já deliberado, no valor nominal de um euro, por cada acção da construtora, no valor de 50 cêntimos. No final da operação, a Teixeira Duarte SA ficará com mais de 90% da construtora, face aos 68,54% que detém agora, passando a ser cotada em bolsa. Fonte: DN
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 913 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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 Margens do Caima requalificadas A candidatura destinada à requalificação ambiental e paisagística da zona ribeirinha do rio Caima, em Oliveira de Azeméis, foi aprovada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte.  Trata-se de um investimento de cerca de um milhão de euros a ser executado no âmbito de uma parceria público-privada. Está em vista recuperar 40 hectares de margens do rio entre a antiga fábrica de papel e o açude do Areínho, na freguesia de Palmaz, introduzindo elementos inovadores desde espaços de turismo e lazer à promoção de energias renováveis e instalação de um viveiro florestal de espécies autóctones. “O projecto insere-se na aposta e valorização do turismo, uma área estratégica para o concelho de Oliveira de Azeméis”, disse Hermínio Loureiro, presidente da Câmara. A construção de um hotel rural com 30 camas, com recurso a energias renováveis, é o primeiro investimento privado já no terreno, mas o objectivo é requalificar toda a área ribeirinha. Entre as inovações, o projecto envolve a construção de piscinas biológicas através da despoluição das lagoas existentes, potenciando o seu uso como espaço de recreio e lazer. Nesta zona, está prevista uma praia fluvial com travessia pedonal sobre as lagunas e um sistema de atravessamento do rio Caima através de uma barca puxada por cabos suspensos. O plano contempla ainda áreas de estacionamento, a recuperação dos caminhos existentes nas margens e a reposição da vegetação característica da zona onde se inclui a utilização de espécies vegetais arbóreas autóctones resistentes ao fogo.  Fonte: EDV Informação
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 915 hits | Versão para impressão | PDF |  Email
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Ordem dos engenheiros - Coimbra Conselho Directivo da região já tem sucessor Octávio Borges Alexandrino, que esteve ligado à Câmara Municipal de Coimbra, vai suceder a Celestino Quaresma no Conselho Directivo da Ordem dos Engenheiros (OE) da Região Centro. Ontem foi o último dia de entrega de listas para as eleições de 26 de Fevereiro, confirmando-se a candidatura única encabeçada pelo geógrafo ao triénio 2010/2013, «em total sintonia com a candidatura nacional de Carlos Matias Ramos, presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), e numa lógica de continuidade dos actuais órgãos directivos. Celestino Quaresma, a terminar o segundo mandato, deverá ser eleito presidente da Assembleia Regional, indo ao encontro da transição habitual no seio da OE do Conselho Directivo para a Assembleia. “Mais e melhor servir a Engenharia e os Engenheiros” é o lema da candidatura, que tem como mandatário Augusto Vaz Serra e Sousa. O objectivo dos elementos que constituem a lista passa por criar «uma liderança forte e descentralizada atenta às realidades nacionais e às expectativas legítimas de todos os engenheiros». Os candidatos propõem-se também a manter «uma boa representatividade regional», «defender a qualidade da Engenharia», cooperar com as escolas no sentido de facilitar a concretização das alterações trazidas pelo processo de Bolonha, promover parcerias com empresas no sentido de proporcionar estágios e experiências profissionais aos mais jovens. Na carta onde explica a causa da candidatura, Octávio Alexandrino frisa que os elementos que integram a lista se sentiram «honrados» com a confiança dos colegas, mas, ao mesmo tempo, «apreensivos», porque a região, frisou, é «exemplar no seio da associação profissional». «Aceitámos como um dever de serviço público, num compromisso com a nossa Ordem de utilidade pública», continuou. Prestes a terminar o segundo mandato, Celestino Quaresma faz um balanço «muito positivo» do trabalho realizado, elogiando, especificamente o desempenho de Fernando Santo, na sua opinião, «o melhor bastonário que a Ordem dos Engenheiros já teve», porque «conseguiu retomar o prestígio da Engenharia». O engenheiro civil lembra que a OE «interveio sempre nos grandes temas nacionais», como é o caso do novo aeroporto, que deixou de estar perspectivado para Ota, passando para Alcochete, depois da análise dos engenheiros, frisou, acrescentando também a participação na terceira travessia do Tejo. Na hora de deixar os cargos directivos, quer a nível regional, quer nacional, Celestino Quaresma reconhece que «ainda há muita coisa a fazer», mas quem vem a seguir vai encontrar uma Ordem «com prestígio». A lista encabeçada por Octávio Alexandrino apresenta para o cargo de vice-presidente António Martins Canas e António Tavares e Maria Graça Rasteiro, para secretário e tesoureiro. O Conselho Fiscal será presidido por Flávio Ferreira, o Conselho Disciplinar por Manuel Queiró e Assembleia Regional por Celestino Quaresma. A lista é ainda composta pelos conselhos regionais de colégio nas várias especialidades e pelos candidatos às delegações regionais. Fonte: Diário de Coimbra
Quarta, 13 Janeiro 2010 | 2353 hits | Versão para impressão | PDF |  Email

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